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Brasil: Ato inter-religioso realizado no MPF celebra cultura da paz na Paraíba

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Um artigo de Procuradoria da República na Paraíba

Um ato inter-religioso foi realizado na sede do Ministério Público Federal (MPF) em João Pessoa, na sexta-feira (6), e reuniu representantes de diferentes tradições religiosas, autoridades e familiares da cantora Preta Gil, no cumprimento de condição prevista em acordo de não persecução penal (ANPP). O processo foi originado a partir de declarações do padre Danilo César de Sousa Bezerra durante homilia na Paróquia de Areial (PB), com transmissão pela internet. Para o MPF, ficou configurada a prática de racismo religioso, previsto pela Lei nº 7.716/1989, por extrapolar o campo da crítica teológica e atingir diretamente religiões de matriz africana, com efeitos concretos sobre suas comunidades.


Hino da Umbanda (Clique na imagem para acessar o vídeo)

Para a procuradora da República Janaina Andrade, responsável pelo acompanhamento do acordo perante a 16ª Vara Federal da Paraíba, a condição estabelecida no ANPP, para realização de ato inter-religioso, foi cumprida, com a participação do Padre na cerimônia e com o pedido de desculpas pela Igreja Católica na Paraíba aos povos de terreiro e à família da cantora Preta Gil, “promovendo, ainda, a reconstrução e cultura de paz”.

“Na nossa avaliação, o encerramento do evento, com todos de mãos dadas com o Hino da Umbanda sendo entoado por mãe Renilda, que tem compromisso de santo há 54 anos, efetiva a reparação buscada no ANPP, construindo um novo caminho de paz e de respeito à fé de matriz africana”, destacou a procuradora.

“Para além da determinação constitucional de laicidade do estado, a liberdade religiosa precisa ser vivenciada, protegida e fomentada diariamente por toda a sociedade”, afirmou Janaína Andrade. Segundo ela, o momento de reconstrução da paz firmado pela Igreja Católica na Paraíba e os líderes religiosos de matriz africana, bem como com a família da cantora Preta Gil, precisa ir além de cumprimento de uma obrigação judicial.


“Que o ato inter-religioso reverbere em todo país para combater o racismo religioso que se materializa não só por discurso de ódio, através da oralidade, como por exemplo, em púlpitos. Que o momento possa construir ainda reflexão coletiva do respeito, evitando a destruição de terreiros e de imagens sagradas, como ocorreu em João Pessoa recentemente”, acrescentou. Para ela, esse momento também deve possibilitar o respeito às obras escultórias de lideranças de referência da religião, como a escultura de mãe Stella de Oxóssi, que foi destruída em Salvador.

“A sociedade brasileira precisa conhecer a história do povo escravizado, vindo de África para o Brasil, especialmente a ausência de políticas públicas para os escravos tidos por libertos pela Lei Áurea, que foram empurrados para áreas periféricas”, complementou a procuradora da República. Ela ainda acrescenta que “é preciso conhecer a importância cultural brasileira dos povos de terreiro e dissociar a imagem das religiões de matriz africana do mal”.

Paulo Vasconcelos Jacobina, subprocurador-geral da República, também falou na audiência, ressaltando a importância da participação da Família Gil e o gesto do padre. “Justiça que realmente muda as coisas para adiante. A nossa expectativa é de fato que esse acontecimento nos ensine, como comunidade, mundo jurídico, que as coisas podem se transformar em coisas melhores, a partir do diálogo, do perdão, da compreensão”, disse o subprocurador-geral.

Tolerância e harmonia – Em sua fala durante o evento, o cantor Gilberto Gill, pai de Preta Gil, alvo de racismo religioso, agradeceu o ato de reparação. “Nosso agradecimento pelo ato de reparação a essa agressão que foi feita a esse ato de injustiça que foi perpetrada contra nós, toda nossa família, nossos amigos, parentes. Minha satisfação pelo fato de que a reparação está sendo feita, de que o reconhecimento da agressão, da injustiça, está sendo feita”, disse Gil. “Ao padre, a sua paróquia, a todos que fazem a vida religiosa, também nosso agradecimento, pela aproximação que está sendo proposta, que está sendo feita, que eu espero que seja absolutamente sincera e profunda, como é da nossa parte”, acrescentou. 


Por fim, declarou “que o entendimento, a harmonia, a harmonização dos nossos hábitos, dos nossos modos, estejam em sintonia com esse gesto civilizatório de compreensão, de arrependimento, de satisfação pela perspectiva de um melhor futuro nas nossas relações múltiplas, amplas, de todos nós como indivíduos e como sociedade”, disse. “Que sigamos daqui para frente com mais compreensão, com menos intolerância”, completou Gilberto Gil.


Também presente de forma remota, Flora Gil destacou a importância do encontro como um caminho possível diante dos efeitos nocivos da intolerância religiosa. Ela ressaltou que “a intolerância só atrapalha” e que, no contexto atual, “ser tolerante é o melhor caminho no mundo que a gente vive”, desejando saúde, paz e axé a todos os participantes.


Representando a Arquidiocese da Paraíba e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – Região Nordeste, padre Euclides Marinho afirmou que o ato simboliza um marco no diálogo entre as religiões e no reconhecimento de falhas que exigem reparação. Para ele, o encontro expressa “um movimento da fraternidade”, demonstrando que a religião pode e deve ser “sinal para o mundo de bons valores, de união, de fraternidade e de justiça”. Durante o evento, padre Euclides homenageou a família da cantora falecida interpretando a música ‘Drão’, de autoria de Gilberto Gil. Ele foi acompanhado pelo violonista Davi Franca.

Na avaliação de Mãe Renilda de Oxóssi, presidente da Federação Independente dos Cultos Afros do Estado da Paraíba e coordenadora da Rede Mulheres de Terreiro, o ato representou um momento histórico para os povos de matriz africana. Com mais de cinquenta anos de vivência religiosa, ela afirmou nunca ter presenciado iniciativa semelhante. “Nunca vi um ato desse. Estou vendo hoje e fiquei muito feliz em alguém pedir perdão presencial aos povos de matriz africana. Inédito”, comemorou.

Confira vídeo de momentos do ato e fala de Mãe Renilda sobre ‘perdão’:

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para a versão inglês.)

Question related to this article:

Are we making progress against racism and hate speech?

Latin America, has it taken the lead in the struggle for a culture of peace?

Reparação – O pai de santo Rafael Barbosa avaliou o encontro como um exemplo a ser seguido. Para ele, “esse foi um momento muito importante que o Ministério Público está nos oferecendo, e que serve também de referência para toda a comunidade”.

Para o pastor Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, o ato cumpriu um papel pedagógico essencial. Ele classificou o encontro como “uma tarde histórica e simbólica”, na qual ficou evidente que “a tolerância vence a intolerância, o perdão supera as dificuldades e o respeito mútuo constrói caminhos de paz”.

Já Ronaldo Sales, do Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos Borborema, destacou o caráter prospectivo da reparação simbólica. Segundo ele, o perdão e o arrependimento devem ser compreendidos como compromisso com o futuro. Para Sales, o ato inaugura “o início de um processo de mudança de mentalidade em relação às religiões de matriz africana”, ressaltando a importância da visibilidade pública dos gestos de diálogo.

Na mesma linha, Alexandra Andrade, do Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos Borborema, do projeto Raízes e Gira e da Coordenação de Ações Afirmativas, Diversidade e Direitos Humanos (Cadidh) da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários da UFCG, avaliou o encontro como um primeiro passo necessário. Para ela, o ato sinaliza a importância de ir além da simples tolerância e avançar na formação e na conscientização. “Que hoje seja o primeiro passo para que possamos trazer essa formação, essa conscientização e esse respeito, plantando o amor entre as pessoas, independentemente da fé”, afirmou.

O representante do projeto Raízes e Gira Gustavo Araújo ressaltou que a diversidade religiosa e a liberdade de crença são patrimônios da sociedade brasileira. Para ele, o ato reafirma a necessidade de promover “cada vez mais a liberdade religiosa e a não discriminação”, destacando a iniciativa do MPF como fundamental nesse processo.

Iranilza, indígena Potiguara, doutora em ciências da religião, avaliou que o encontro amplia a compreensão social sobre a pluralidade cultural e religiosa do país.
Segundo ela, “o evento de hoje promove esse diálogo para que todas as religiões e culturas sejam respeitadas”, especialmente em um Estado laico que ainda enfrenta desafios nesse campo.

Já o procurador-ouvidor do Ministério Público de Contas, Marcílio Franca, destacou o caráter processual da construção do respeito à diversidade religiosa. Para ele, o ato representa “um passo importantíssimo nessa caminhada”, ressaltando que sociedades mais diversas e plurais são mais aptas a enfrentar a violência e a promover a paz social.

Participaram ainda, dentre outros, do evento o procurador-chefe da unidade do MPF na Paraíba, Bruno Galvão Paiva; o procurador da República José Guilherme Ferraz, coordenador da área da tutela coletiva na unidade; o secretário estadual do MPF, João Monteiro de Lima Netto, além de servidores e estagiários do órgão; representando a Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, a juíza de direito Graziela Queiroga Gadelha; a promotora de Justiça da Cidadania em João Pessoa, Fabiana Maria Lobo; Jadiele Berto, representando a Secretaria de Estado da Mulher e Diversidade Humana; a coordenadora de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de João Pessoa, Carla Uedler; Francimar Fernandes, presidente Associação de Apoio aos Assentamentos Afrodescendentes da Paraíba (AACADE – PB); e a professora doutora da UFPB, Alessandra França.

O caso – O ato inter-religioso decorre de investigação a partir de declarações do padre Danilo durante uma homilia realizada em julho de 2025, na Paróquia de São José, no município de Areial (PB), e transmitida por plataformas digitais. As falas configuraram crime de racismo religioso, na forma do artigo 20, § 2º-A, da Lei nº 7.716/1989, por extrapolarem o campo da crítica teológica e atingirem diretamente religiões de matriz africana, com efeitos concretos sobre suas comunidades.

No curso do procedimento investigatório, o MPF colheu depoimentos de lideranças religiosas e representantes da sociedade civil, que relataram impactos sociais relevantes decorrentes das declarações, como o aumento de hostilidades, o afastamento de fiéis de terreiros e o agravamento de situações de medo, constrangimento e estigmatização. Os relatos evidenciaram consequências que ultrapassaram o plano individual, alcançando o cotidiano e a segurança simbólica de comunidades religiosas historicamente vulnerabilizadas.

Diante do conjunto probatório reunido e do enquadramento jurídico da conduta, o MPF entendeu cabível a celebração de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), instrumento previsto na legislação penal brasileira para situações em que não há violência física e a pena mínima cominada é inferior a quatro anos, desde que o acordo se revele suficiente para reprovação e prevenção do crime. A decisão pela propositura do ANPP teve por base ainda entendimento da Câmara Criminal (2CCR) do MPF, além de obras doutrinárias.

Compromissos firmados – A audiência de homologação foi realizada em 21 de janeiro de 2026 (Dia da Liberdade Religiosa), na 16ª Vara da Justiça Federal da Paraíba. O acordo estabeleceu uma série de obrigações voltadas à responsabilização do investigado, à prevenção de novas condutas discriminatórias e à reparação dos danos causados, com ênfase em medidas de caráter educativo, simbólico e efeito social.

Entre as condições pactuadas estão a participação em cursos de letramento racial e sobre intolerância religiosa, totalizando 60 horas de formação, bem como a leitura e elaboração de resenhas manuscritas de obras dedicadas à temática racial e às religiões de matriz africana. As obras são: “A Justiça é uma mulher negra”, de autoria da promotora de Justiça Lívia Sant’Anna Vaz e da procuradora federal Chiara Ramos; e “Cultos afro-paraibanos: Jurema, Umbanda e Candomblé”, do autor Valdir Lima, que também é pai de santo. Além disso, a produção de resenha manuscrita do documentário “Obatalá, o Pai da Criação”, que faz uma homenagem à mãe Carmen e destaca a importância histórica e cultural do candomblé para o Brasil. O acordo também prevê o pagamento de compensação financeira destinada à Associação de Apoio às Comunidades Afrodescendentes (Aacade).

O ANPP estabelece prazos específicos para o cumprimento das obrigações assumidas e prevê que, em caso de descumprimento injustificado, a ação penal poderá ser retomada, com o aproveitamento da confissão formal prestada pelo investigado no momento da homologação judicial do acordo.

Processo nº 0806480-46.2025.4.05.8200

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Brasil: “Cultura da Paz” reforça mensagem de união e consciência social na música

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Um artigo de Tribuna

O cantor e compositor Nando Borges lança a canção “Cultura da Paz”, uma composição assinada em parceria com Tenison Del Rey e Gerson Guimarães, que propõe uma reflexão profunda sobre convivência, respeito e responsabilidade coletiva. A música chega como um chamado à consciência social, valorizando o diálogo, a empatia e a não violência como caminhos possíveis para a construção de uma sociedade mais justa.


Clique na imagem para acessar a música no YouTube.

(O artigo continua no lado direito da página)

Question for this article:

What place does music have in the peace movement?

(O artigo continua do lado esquerdo da página)

Com uma trajetória marcada pelo engajamento cultural e social, Nando Borges — um dos precursores do Axé Music — utiliza sua voz e sua arte para ampliar debates que ultrapassam o entretenimento. “Cultura da Paz” nasce desse compromisso, unindo melodia envolvente e letra forte, que dialoga com o momento atual do país e do mundo, dialogando com o movimento global da ONU e da UNESCO. 

“Cultura da Paz” já está disponível nas plataformas digitais. A canção também reforça a importância da música como instrumento de transformação social, aproximando arte, cidadania e educação. As ações culturais que defendem valores humanos, inclusão e respeito, são temas que sempre estiveram presentes na caminhada artística de Nando Borges.

(Clique aqui para uma versão inglês

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Brasil: Pelourinho celebra paz, cultura e diversidade, em domingo de programação gratuita no Verão da Bahia

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo do Governo de Bahía

O domingo (25) foi de celebração, ancestralidade e incentivo a cultura da paz no Pelourinho, uma programação cultural gratuita integrada ao projeto Verão na Bahia. Um Estado de Alegria, do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-BA). Com atrações para todas as idades, os largos do Centro Histórico ficaram tomados pelo público, reafirmando o território como espaço de diversidade, respeito e cultura viva.


Foto: Ascom/Secult-BA

O Largo Tereza Batista vibrou com a força da percussão feminina da Banda Didá, que encantou o público e recebeu Daniela Mercury como convidada especial. Já no Largo Pedro Archanjo, o grupo BeatBom animou a noite com um repertório diverso e vibrante, envolvendo o público presente.

A programação infantil também teve espaço garantido ao longo do dia. No Largo Pedro Archanjo, Tio Paulinho comandou brincadeiras e jogos para crianças e seus familiares. Já no Largo Quincas Berro D’Água, o Concurso Cultural Afro Ibéji celebrou a beleza das crianças, fortalecendo a autoestima e a identidade negra desde a infância. No Terreiro de Jesus, a Fundação Pedro Calmon levou a Biblioteca Móvel (BIBEX), com leitura e contação de histórias.

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para uma versão inglês

Question related to this article:

Can festivals help create peace at the community level?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Ê! LÁ VAI o GANDHY –  No Largo do Pelourinho, a VI edição do Festival Cultural da Paz, promovida pelos Filhos de Gandhy, transformou o espaço em um grande manifesto pela paz e pelo respeito às diferenças. O evento reuniu convidados especiais como Daniela Mercury, Gabriel Mercury, Afrocidade, Gerônimo Santana e Orisun, levando ao público a força do afoxé, da ancestralidade e da mensagem de paz que marca a trajetória do bloco.

Para o cantor Gerônimo Santana, o Gandhy segue sendo uma inspiração ao longo de décadas, ele levou ao público clássicos como “É D’Oxum” e “Jubiabá” e falou sobre sua relação com o afoxé: “desde 1982 que saio no Gandhy.  Não é a primeira vez que participo, e o Gandhy é uma inspiração para todos nós ao unir pessoas, promover a paz e a tranquilidade”, destacou o artista.

A secretária de Promoção da Igualdade Racial, Ângela Guimarães, reforçou o significado do festival e o compromisso do Estado com a cultura de paz: “esse Festival Cultural da Paz carrega uma mensagem muito forte de respeito, convivência e celebração da nossa ancestralidade. O Governo da Bahia faz questão de abraçar esse chamado, em defesa de um Centro Histórico plural e pacífico. Estamos muito felizes em ver o Largo do Pelourinho lotado, num espaço onde não cabe racismo nem intolerância religiosa”, afirmou.

Com 40 anos de Gandhy, sempre é tempo de se encantar. Marivaldo Alves relata a sua forte identificação com o afoxé: “ouvir essa música do Gandhy me emociona tanto, representa muito para mim. Todo jovem deveria conhecer!”, recomenda.

Brasil: Cultura de paz é fortalecida com trabalho do Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos da Alece

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo da Assembleia legislativa do estado do Ceara

A construção de cultura de paz é uma pauta cada vez mais presente na sociedade e demanda mobilização e sensibilização coletiva e contínua. A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), em conformidade com os princípios determinados pela Organização das Nações Unidas (ONU), busca fortalecer a cultura de paz. O trabalho acontece, principalmente, por meio do Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos (CPRC).

Em busca de soluções pacíficas

A coordenadora do CPRC da Alece, Jussara Queiroz, explica que o trabalho do órgão é orientado pela promoção de soluções pacíficas, responsáveis e humanizadas. O conflito é compreendido como uma oportunidade de transformação, aprendizado e reconstrução de relações, através das mediações, conciliações e consultorias jurídicas.

Ao fazer um balanço das realizações do CPRC em 2025, a coordenadora revela que o Centro recebeu a confiança de muitas pessoas que buscaram os serviços, resultando na abertura de 639 processos. Cada atendimento realizado pelo setor, segundo ela, representa a escolha consciente pelo diálogo e pela construção conjunta de soluções, reafirmando a importância dos métodos autocompositivos como instrumentos eficazes de pacificação social.

Fortalecimento das habilidades relacionais

“Destaco também a relevância das ações preventivas, que possibilitam o fortalecimento de habilidades relacionais, a ampliação da capacidade de escuta e a adoção de práticas baseadas na Comunicação Não Violenta”, pontua Jussara Queiroz. Segundo ela, esta é uma contribuição para relações mais saudáveis e resolutivas, através de oficinas, workshops, rodas de conversa e palestras.  

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Question related to this article:

How can we develop the institutional framework for a culture of peace?

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

(Artigo continuação da coluna esquerda)

A coordenadora ressalta que o Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos reafirma seu compromisso com a cultura da paz, a prevenção da violência e a promoção do diálogo como caminho legítimo e necessário para a resolução de conflitos, em consonância com os princípios da dignidade humana e da justiça social.

Áreas de atuação do CPRC

O CPRC atua buscando prevenir ou solucionar questões familiares, questões de vizinhança, de condomínio, de imobiliária e outras situações que podem ser mediadas para uma conciliação. 
O trabalho é feito por meio de mediações, conciliações e consultoria jurídica. Entre as ações preventivas, estão palestras, workshops, oficinas, rodas de conversa, círculos de construção de paz.  

Serviço

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Endereço: avenida Pontes Vieira, nº 2.348, 3° andar, sala 305, Edifício Deputado Francisco das Chagas Albuquerque (anexo III), Dionísio Torres, Fortaleza/Ceará.
Telefone: (85) 2180-6513
WhatsApp: (85) 98132-7434
E-mail: cprc@al.ce.gov.br
Agendamento virtual: https://forms.gle/BgXvZ3mh9FBPudML7
 
Edição: Samaisa dos Anjos

Comunicação Interna da Alece
E-mail: comunicacaointerna@al.ce.gov.br 
Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/
É servidor ou servidora da Alece e quer participar da nossa lista de transmissão no WhatsApp? Adicione o número 85 99717-1801 e nos mande uma mensagem

Morelos, México: Impulsa UAEM la cultura de paz entre su comunidad

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo del Universidad Autónoma del Estado de México

La promoción de una cultura de paz dentro de la Universidad Autónoma del Estado de Morelos (UAEM) representa un eje fundamental para fortalecer la convivencia, el respeto y la no violencia en los espacios académicos, administrativos y estudiantiles, dijo Fernando Mendoza Vergara, jefe del Departamento de Capacitación de la Unidad de Género, Igualdad y No Discriminación (UNIG).

A propósito del Día Mundial de la No Violencia y la Paz que se conmemora este 29 de enero, Fernando Mendoza subrayó que educar para la paz desde las instituciones de educación superior es una necesidad compartida por todas las universidades del país, al tratarse de espacios donde se forman profesionistas y ciudadanos con responsabilidad social.

(El artículo continúa en la parte derecha de la página)

(Clickear aqui para una versión en inglês del artículo.)

Question for this article:

Where is peace education taking place?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Mendoza Vergara explicó que la UAEM participa activamente en la generación de estrategias y herramientas orientadas a disminuir y erradicar las violencias dentro de los espacios universitarios, a partir del desarrollo de habilidades que permitan transformar los conflictos mediante el diálogo y la convivencia pacífica.

Señaló que, desde la UNIG, el trabajo del área de capacitación se enfoca en propiciar procesos formativos dirigidos a personal docente, administrativo, académico y estudiantil, con el objetivo de fortalecer relaciones basadas en el respeto, la igualdad y la dignidad humana.

El funcionario universitario destacó la importancia de diferenciar conceptos como educar para la paz, construir la paz y fomentar una cultura de paz, entendida esta última como un conjunto de valores, actitudes y prácticas cotidianas que orientan la forma en que las personas se relacionan consigo mismas y con los demás.

Asimismo, resaltó que la universidad ha impulsado campañas de sensibilización, visibilización y capacitación, alineadas a marcos normativos como la Norma Mexicana 025 en Igualdad Laboral y No Discriminación, procesos que requieren el compromiso de cada unidad académica y administrativa para avanzar hacia la certificación.

Enfatizó que muchas conductas violentas han sido normalizadas dentro de la cultura institucional, por lo que la sensibilización resulta es de gran importancia para que la comunidad universitaria identifique prácticas que transgreden la integridad de las personas y pueda transformarlas de manera consciente.

Finalmente, invitó a quienes aspiran a ingresar a la UAEM, a integrarse con una actitud propositiva, de respeto a la diversidad y compromiso con la convivencia pacífica, como elementos indispensables para fortalecer a la máxima casa de estudios morelense.

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Sinaloa, México: UAIM fomenta la Cultura de Paz en sus altos directivos

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Una publicación en la página de Facebook de Unidad Mochicahui UAIM

Dirigido al personal de alta dirección de la Universidad Autónoma Indígena de México, ubicado en Mochicahui, estado de Sinaloa, se llevó a cabo el Curso-Taller “Cultura de Paz”, impartido por el Dr. Gerardo Pérez Viramontes, experto en cultura de paz y resolución de conflictos, además de miembro activo de redes internacionales de investigación en la materia.

Con una duración de dos días, esta iniciativa tuvo como propósito fortalecer el liderazgo institucional mediante la reflexión, el diálogo y la construcción de prácticas orientadas a la convivencia armónica y la resolución pacífica de conflictos.

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Where is peace education taking place?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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En la apertura de los trabajos, el Rector M.C. Jesús Rodolfo Cuadras Sainz dio la bienvenida a los participantes, destacando la importancia de que los directivos se involucren en la promoción de la convivencia armónica y la resolución pacífica de conflictos; “Si nosotros los directivos no somos capaces de arreglar nuestros propios conflictos, ¿cómo vamos a ser ejemplo para la comunidad universitaria?”, expresó. Asimismo, precisó que la cultura de paz es un compromiso legal y educativo ya establecido en la Ley Orgánica de la UAIM y en la Ley General de Educación.

Por su parte, el Dr. Pérez Viramontes puntualizó que la paz no es un concepto abstracto, sino un proceso que requiere voluntad, proyectos e instrumentos para consolidarse. Señaló que la UAIM, como instancia cultural, tiene la responsabilidad de impulsar prácticas que fortalezcan la reconciliación sostenible en sociedades divididas, lo que le permitirá consolidar su compromiso institucional de fomentar la cultura de paz y reafirmar su papel como institución educativa que busca formar líderes capaces de promover la convivencia armónica y el respeto en todos los niveles de la vida universitaria.

El curso abordó temas fundamentales como la de-construcción de las violencias, la regulación y transformación de conflictos, la identificación de mediaciones y el empoderamiento pacifista, además de reflexionar sobre nuevas epistemologías aplicadas a la cultura de paz y la reconciliación sostenible en sociedades divididas.

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Peru: Programa de formación de promotores por la paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo from the Estado Peruano

El Ministerio de la Mujer y Poblaciones Vulnerables (MIMP) invita a mujeres y hombres mayores de 18 años, estudiantes universitarios, profesionales, líderes comunales, vecinos comprometidos y público en general que deseen contribuir a difundir la cultura de paz en sus barrios, comunidades y ámbitos de trabajo, con el objetivo de construir un entorno más justo y respetuoso en la familia, la escuela y los espacios comunitarios. 
 
Se realizarán tres sesiones, presenciales y gratuitas, orientadas a adquirir conocimientos, habilidades y herramientas que, al finalizar el programa, permitan a las y los participantes ejercer un liderazgo positivo a partir de lo aprendido: 

Sesión 1: Cultura de paz, campos de acción. 
Sesión 2: Herramientas para una buena convivencia / Conceptos básicos en derechos humanos. 
Sesión 3: Conceptos básicos sobre igualdad de oportunidades entre hombres y mujeres, equidad de género y manejo constructivo de conflictos / Proyecto de sesión de réplica. 

Fechas:  5, 12 y 19 de febrero de 2026
Horario:   2:00 p. m. a 6:00 p. m. 
Modalidad: Presencial.
Lugar: Auditorio del Programa Integral Nacional para el Bienestar Familiar – INABIF.
            Av. San Martín 685, Pueblo Libre
Constancia:  15 horas lectivas (3 sesiones presenciales de 4 horas c/u) y 3 horas asincrónicas. 

Objetivo General
 

Promover la cultura de paz como eje transversal para una convivencia saludable, respetuosa, empática y libre de violencia, a través de la participación de ciudadanos comprometidos que, a partir de las capacidades y habilidades adquiridas en el módulo de capacitación en cultura de paz, puedan replicar lo aprendido en su comunidad, familia, barrio, trabajo, escuela, universidad, etc. 

Contenido por sesión
 
Sesión 1 | jueves 5 de febrero

Cultura de paz y sus campos de acción 
° Concepto de paz y cultura de paz 
° Componentes de la cultura de paz 

Sesión 2 | jueves 12 de febrero

Herramientas para una buena convivencia 
° Autoestima 
° Empatía 
° Comunicación, concepto, canales y técnicas 
 
Derechos Humanos 
° Concepto y características 
° Identificación de derechos 

(El artículo continúa en la parte derecha de la página)

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Where is peace education taking place?

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Sesión 3 | jueves 19 de febrero 

Igualdad de oportunidades entre hombres y mujeres y equidad de género 
° Concepto 
° Desigualdad entre varones y mujeres 
° Estereotipos 
° Construyendo igualdad desde nuestras familias 
 
Manejo constructivo de conflictos 
° Concepto 
° Análisis de conflictos 
 
Proyecto de sesión de réplica 
° Elaborado por el participante 

Metodología
 
La actividad se desarrollará a través de talleres participativos que incluirán pruebas diagnósticas, dinámicas lúdicas, trabajos en grupo y sesiones plenarias. Estos espacios promoverán el intercambio de ideas, la resolución de dudas por parte de las y los participantes y el fortalecimiento de las ideas fuerza del tema. Además, se utilizará una presentación en PowerPoint como apoyo visual. 
 
Se trata de un espacio de construcción colectiva que integra la teoría y la práctica en torno al tema propuesto, valorando y aprovechando la experiencia de los y las participantes. 
 
Los talleres son facilitados por especialistas de la Dirección de Desplazados y Cultura de Paz. 
 
Finalizado el taller se debe ejecutar una réplica de un tema que se haya abordado. (Mínimo 1 hora) 

¿Por qué no puedes perderte este taller?
° Aprenderás y fortalecerás tus habilidades blandas.
° Podrás ser un agente de cambio en tu comunidad replicando lo aprendido.
° Constancia Oficial del MIMP.

Evaluación y Acreditación
 
Se entregarán constancias de participación, con un valor de 15 horas lectivas a quienes: 

° Se registren y asistan a las tres sesiones programadas. 
° Participen en las pruebas diagnósticas (entrada) y de evaluación (salida). 
° Obtengan un promedio final de calificación de 14 puntos o más, considerando la prueba y la participación en clase. 
° Realicen como mínimo una réplica de 1 hora lectiva sobre alguno de los temas abordados en los talleres. 

Inscripciones
 
Hasta el 1 de febrero o agotar los cupos disponibles, regístrate en el siguiente enlace: 
 
https://facilita.gob.pe/t/43068 
 
El lunes 2 de febrero estaremos confirmando su participación a través del correo electrónico, mensaje de whatsapp o llamada al número telefónico que hayan registrado en el formato de pre – inscripción. 
 
Organiza 
Dirección de Desplazados y Cultura de Paz
 Dirección General de Población, Desarrollo y Voluntariado 

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México: Pablo Lemus y Rigoberta Menchú acuerdan acciones para construir una nueva cultura de paz en Jalisco

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo por Samantha Lamasde en Cronica

Con el objetivo de fortalecer la construcción de una nueva cultura de paz en Jalisco, el Gobernador del Estado, Pablo Lemus Navarro, y Rigoberta Menchú Tum, Premio Nobel de la Paz, firmaron un acuerdo de colaboración para establecer acciones focalizadas en sectores prioritarios de la entidad.

El convenio, suscrito entre el Gobierno de Jalisco y la Fundación Rigoberta Menchú Tum, contempla el desarrollo de una estrategia proactiva y propositiva que incluirá de manera prioritaria a los pueblos originarios —principalmente de la región Norte del estado—, así como a mujeres, niñas y niños.


Rigoberta Menchú y Pablo Lemus (Cortesía)

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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Durante el encuentro, el mandatario estatal expresó su reconocimiento a la trayectoria de Rigoberta Menchú y destacó la relevancia de iniciar un trabajo conjunto con su fundación. “Para mí es un honor recibirla en Jalisco, poder iniciar un trabajo conjunto con usted y con su fundación; es algo que me emociona y que habíamos soñado para nuestro estado”, afirmó.
Lemus Navarro subrayó que este acuerdo permitirá avanzar en la atención a los pueblos originarios y en la promoción de una cultura de paz con enfoque social e incluyente. “Vamos a empezar a trabajar juntos por los pueblos originarios, por las mujeres de nuestro estado y por una nueva cultura de paz, de la cual usted y su fundación son un referente a nivel mundial”, añadió.
Rigoberta Menchú Tum, ganadora del Premio Nobel de la Paz en 1992, es reconocida internacionalmente por su labor en la defensa de los derechos humanos, la conciliación y el respeto intergeneracional. Durante su intervención, agradeció al pueblo mexicano y al Gobierno de Jalisco por mostrar voluntad política para impulsar la paz como vía de diálogo y de reivindicación de derechos, especialmente para las mujeres y los pueblos originarios.

“Creo en la paz como cultura, como educación y como diálogo. Creo en la paz como transmisión de experiencias y conocimientos a nuestra juventud, a nuestras poblaciones que deben convertirse en el relevo generacional de nuestra sociedad”, expresó.
Finalmente, Menchú Tum destacó que el valor del acuerdo radicará en la implementación de una agenda sencilla y productiva, con acciones claras y menos deliberativas, orientadas a generar resultados concretos en beneficio de la sociedad jalisciense.

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México: Ética como camino hacia la cultura de paz en la Universidad de Colima

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo del Comentario

El Comité de Ética y Prevención de Conflictos de Interés de la Universidad de Colima (UdeC) realizó una serie de capacitaciones dirigidas al personal del Bachillerato 1 y de la Facultad de Contabilidad y Administración de Colima, enfocadas en la aplicación práctica de los principios, valores y reglas de integridad en los espacios laborales universitarios.

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Question for this article:

Where is peace education taking place?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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Las actividades estuvieron a cargo de Rosa Elizabeth García Uribe, contralora general de la institución, y de Brenda Lizeth Aguilar García, directora de Investigación de Obligaciones Administrativas, quienes destacaron la importancia de fortalecer una conducta ética en el quehacer cotidiano, como base para una convivencia respetuosa y armónica.

Estas acciones contaron con el acompañamiento de la Dirección General para el Desarrollo Integral, área responsable de impulsar el eje transversal de cultura de paz en la UdeC, lo que permitió consolidar una visión integral orientada al respeto, el trato digno y la promoción de los derechos humanos dentro de la comunidad universitaria.

Durante las sesiones, el personal participante mostró apertura y dinamismo, y reconoció la relevancia de que la institución genere espacios formativos que fortalezcan una cultura organizacional sustentada en la integridad, ética y paz.

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Día escolar de la No Violencia y la Paz

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

por CPNN

El Día Escolar de la No Violencia y la Paz se celebra el 3 de enero.

Este año el día se celebró en España, México y Cuba.


Marcha de los estudiantes en Teror.

Selon Wikipedia, este día fue propuesto por el poeta español Llorenç Vidal Vidal en Mallorca en 1964 como “punto de partida y de apoyo para una educación no-violenta y pacificadora de carácter permanente.”

Vidal eligió la fecha del 30 de enero para conmemorar al gran profeta de la no violencia y la paz, Mahatma Gandhi, asesinado ese mismo día en 1948.

Se popularizó en Francia en la década de 1970 gracias al discípulo de Gandhi Lanza del Vasto en su utópica Communauté de l’Arche.

El día está reconocido por UNICEF España.

En Palma, en la isla de Mallorca, España, 3.500 alumnos de primaria y secundaria participaron en el Día Escolar de la No Violencia y la Paz. La celebración incluyó la lectura de un manifiesto por la paz por parte de representantes estudiantiles, seguida de un concierto del grupo musical Pèl de Gall. Posteriormente, se realizó una suelta de palomas, símbolo universal de la paz y del compromiso con la promoción de la convivencia y la resolución pacífica de conflictos.

En los institutos del Mediterráneo in Spain, los delegados y delegadas de cada grupo de la ESO leyeron sus manifiestos en representación de sus clases y fueron uniendo su cadena de compromisos con la del grupo anterior. Este gesto simbolizó la unión de todo el alumnado en un compromiso común por una convivencia positiva y respetuosa.
El broche final fue una lectura del poema “Almas Blancas” por el alumnado de bachillerato.

En las escuelas de Zaragoza, España, había  creaciones y exposiciones artísticas, colectas y carreras solidarias, discursos y poesías, música, juegos y convivencias en el patio entre estudiantes de diferentes cursos… Todos reivindicando la paz, la no violencia y el buen trato.

En el Huerto Escolar Ecológico en las Islas Canarias, España, los estudiantes realizaron presentaciones por la paz y la no violencia en la estación de radio de su escuela.

En la escuela secundaria Tafira – Nelson Mandela en las Islas Canarias, los alumnos tuvieron la oportunidad de escuchar “Poesía comprometida con la paz” reproducida por el sistema de megafonía del colegio durante los primeros minutos de cada sesión de clase y los alumnos de 7º grado prepararon la exposición “Imágenes para la Paz”.

En la escuela secundaria del Terror , también en Canarias, el acto se inició en torno con una manifestación que transcurrió desde San Matías a la Plaza del Pino, portando una pancarta con el lema ‘La primera condición para la paz es la voluntad de lograrla’, y coreando al unísono “¿Quiénes somos”, IES de Teror. ¿Qué queremos?, la Paz” En el Manifiesto por la Paz leído por el alumnado, también insistían en este mensaje: “La paz no es solo la ausencia de guerras. La paz es respeto, diálogo, igualdad y justicia”.

La escuela secundaria de La Aldea de San Nicolás en las Islas Canarias ha presentado el videoclip oficial de la canción “Déjanos vivir en paz”. Este proyecto audiovisual es el resultado de un intenso trabajo colaborativo que busca sensibilizar a la comunidad educativa y al público en general sobre la importancia de la convivencia, el respeto mutuo y la resolución pacífica de conflictos

En Salamanca, España, el evento incluyó la lectura de un manifiesto, acompañada de una actuación musical a cargo de un profesor del colegio Divino Maestro, seguida de la formación de un gran círculo por la paz. Posteriormente, el alcalde de Salamanca recibió a una delegación del colegio en el Salón de Recepciones.

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Question related to this article:

How can we be sure to get news about peace demonstrations?

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En Villacanas, España, se ha instalado en la Plaza de España una gran bola del mundo, obra del artista local Manuel García Mochales. A lo largo de la jornada, los distintos centros educativos participantes han adherido a esta pieza artística sus trabajos y mensajes, convirtiéndola en un símbolo colectivo del compromiso de Villacañas con la paz. La celebración ha contado además con acompañamiento musical y la interpretación de una canción que ha sido coreada de forma conjunta por todos los asistentes, reforzando el carácter participativo, emotivo y simbólico de una jornada que ha vuelto a poner de manifiesto la importancia de la educación como pilar fundamental para la construcción de una cultura de paz.

En Barcelona, durante el acto, niños del Colegio Turó Blau, el Instituto Escolar Elisenda de Montcada, el Instituto Bosque de Montjuïc, el Instituto Pedralbes y el Instituto Caterina Albert compartieron una serie de aprendizajes y reflexiones sobre la “Violencia Invisible”. El evento estuvo facilitado por la Escola de Cultura de Pau.

Ecologistas en Acción. Con sede en Madrid, participó en la plantación de olivos con motivo del Día Escolar de la No Violencia y la Paz. Esto forma parte de la campaña «No hay paz sin justicia» de la plataforma Marea Palestina, integrada por más de 60 organizaciones educativas.

En Lleida, Cataluña, España, un total de 1.500 niños y niñas han participado este viernes en la conmemoración del Día Escolar de la No Violencia y la Paz. Los niños y niñas han dejado mensajes de paz sobre unos mapas instalados en las plazas de Pau Casals, de las Magnolias y de Sant Jordi. Han participado las escuelas Sant Jordi, Minerva, Sant Josep de Calassanç, Països Catalans, Enric Farreny, Màrius Torres, Parc de l’Aigua, El Carme, Frederic Godàs, Esperança, Maria Rúbies, Joan Oró, Santa Anna, Sant Jaume Les Heures, Santa Maria de Gardeny y FEDAC.

En Cieza, España, el Colegio San José Obrero de Cieza transformó una vez más su jornada conmemorativa del Día Escolar de la No Violencia y la Paz en una experiencia pedagógica y artística. En esta ocasión, alumnos y profesores subieron a la cubierta de un barco para presentar la obra “Piratas del Mar de la Paz”. Con el lema “la paz no se conquista, se construye”, exploraron diversas culturas para comprender cómo cada pueblo vive en armonía, aprendiendo los valores de cada lugar e interpretando una danza tradicional de cada región. Durante la representación, atracaron en varios puertos para recibir lecciones de cada comunidad que visitaron, incluyendo China, Hawái, África, India y México.

El Club de Fútbol de Sevilla, España celebró el día con una serie de acciones con la Asociación Entre Amigos en el barrio del Polígono Sur para combatir el absentismo escolar y bullying.

En Santander, España, para celebrar el Día Escolar de la No Violencia y la Paz, el alcalde colocó una placa para renombrar el parque contiguo al Colegio La Anunciación como “Parque La Paz” y un grupo de niños del colegio cantó una canción por la paz.

En Peñaranda, España, la comunidad escolar de La Encarnación celebró el Día de la Paz en el auditorio del colegio. Los estudiantes portaron símbolos relacionados con esta conmemoración y se leyó un manifiesto a favor de la paz y contra la violencia.

En Vitoria-Gasteiz , en la región vasca de España, un total de 1315 estudiantes de todos los colegios de la Iglesia de la capital Alavesa, compartieron un acto central en la Catedral Nueva con motivo del Día Escolar de la No Violencia y la Paz. El programa incluyó testimonios de varios estudiantes, música, una oración y un manifiesto por la paz.

En Léon, en el noroeste de España, la comunidad educativa del Colegio Divina Pastora conmemoró el Día Escolar de la No Violencia y la Paz. Los alumnos de cada curso crearon un compromiso de paz.

En Zócalo Monclova, México, se celebró un evento en el Instituto Ignacio Zaragoza con autoridades educativas y municipales. El gobierno municipal reiteró su compromiso de promover iniciativas que fortalezcan una cultura de paz en las escuelas.

En Yucatan, México, el Centro Estatal de Prevención Social del Delito realizó un torneo de fútbol para conmemorar el Día Escolar de la No Violencia y la Paz.

En Holguín, Cuba, el grupo Amigos de Cuba, con sede en Victoria, Canadá, celebró una reunión de solidaridad en la escuela Ronald Andalia Nieves, coincidiendo con el Día Escolar de la No Violencia y la Paz. Acompañados por representantes del Partido, el Gobierno y el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos, así como vecinos y estudiantes locales, los visitantes participaron en actividades políticas y culturales y plantaron un árbol como símbolo de hermandad y compromiso con un mundo más justo.

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