Category Archives: PARTICIPACION DEMOCRATICA

Brasil: Pelourinho celebra paz, cultura e diversidade, em domingo de programação gratuita no Verão da Bahia

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo do Governo de Bahía

O domingo (25) foi de celebração, ancestralidade e incentivo a cultura da paz no Pelourinho, uma programação cultural gratuita integrada ao projeto Verão na Bahia. Um Estado de Alegria, do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-BA). Com atrações para todas as idades, os largos do Centro Histórico ficaram tomados pelo público, reafirmando o território como espaço de diversidade, respeito e cultura viva.


Foto: Ascom/Secult-BA

O Largo Tereza Batista vibrou com a força da percussão feminina da Banda Didá, que encantou o público e recebeu Daniela Mercury como convidada especial. Já no Largo Pedro Archanjo, o grupo BeatBom animou a noite com um repertório diverso e vibrante, envolvendo o público presente.

A programação infantil também teve espaço garantido ao longo do dia. No Largo Pedro Archanjo, Tio Paulinho comandou brincadeiras e jogos para crianças e seus familiares. Já no Largo Quincas Berro D’Água, o Concurso Cultural Afro Ibéji celebrou a beleza das crianças, fortalecendo a autoestima e a identidade negra desde a infância. No Terreiro de Jesus, a Fundação Pedro Calmon levou a Biblioteca Móvel (BIBEX), com leitura e contação de histórias.

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para uma versão inglês

Question related to this article:

Can festivals help create peace at the community level?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Ê! LÁ VAI o GANDHY –  No Largo do Pelourinho, a VI edição do Festival Cultural da Paz, promovida pelos Filhos de Gandhy, transformou o espaço em um grande manifesto pela paz e pelo respeito às diferenças. O evento reuniu convidados especiais como Daniela Mercury, Gabriel Mercury, Afrocidade, Gerônimo Santana e Orisun, levando ao público a força do afoxé, da ancestralidade e da mensagem de paz que marca a trajetória do bloco.

Para o cantor Gerônimo Santana, o Gandhy segue sendo uma inspiração ao longo de décadas, ele levou ao público clássicos como “É D’Oxum” e “Jubiabá” e falou sobre sua relação com o afoxé: “desde 1982 que saio no Gandhy.  Não é a primeira vez que participo, e o Gandhy é uma inspiração para todos nós ao unir pessoas, promover a paz e a tranquilidade”, destacou o artista.

A secretária de Promoção da Igualdade Racial, Ângela Guimarães, reforçou o significado do festival e o compromisso do Estado com a cultura de paz: “esse Festival Cultural da Paz carrega uma mensagem muito forte de respeito, convivência e celebração da nossa ancestralidade. O Governo da Bahia faz questão de abraçar esse chamado, em defesa de um Centro Histórico plural e pacífico. Estamos muito felizes em ver o Largo do Pelourinho lotado, num espaço onde não cabe racismo nem intolerância religiosa”, afirmou.

Com 40 anos de Gandhy, sempre é tempo de se encantar. Marivaldo Alves relata a sua forte identificação com o afoxé: “ouvir essa música do Gandhy me emociona tanto, representa muito para mim. Todo jovem deveria conhecer!”, recomenda.

Brasil: Cultura de paz é fortalecida com trabalho do Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos da Alece

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo da Assembleia legislativa do estado do Ceara

A construção de cultura de paz é uma pauta cada vez mais presente na sociedade e demanda mobilização e sensibilização coletiva e contínua. A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), em conformidade com os princípios determinados pela Organização das Nações Unidas (ONU), busca fortalecer a cultura de paz. O trabalho acontece, principalmente, por meio do Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos (CPRC).

Em busca de soluções pacíficas

A coordenadora do CPRC da Alece, Jussara Queiroz, explica que o trabalho do órgão é orientado pela promoção de soluções pacíficas, responsáveis e humanizadas. O conflito é compreendido como uma oportunidade de transformação, aprendizado e reconstrução de relações, através das mediações, conciliações e consultorias jurídicas.

Ao fazer um balanço das realizações do CPRC em 2025, a coordenadora revela que o Centro recebeu a confiança de muitas pessoas que buscaram os serviços, resultando na abertura de 639 processos. Cada atendimento realizado pelo setor, segundo ela, representa a escolha consciente pelo diálogo e pela construção conjunta de soluções, reafirmando a importância dos métodos autocompositivos como instrumentos eficazes de pacificação social.

Fortalecimento das habilidades relacionais

“Destaco também a relevância das ações preventivas, que possibilitam o fortalecimento de habilidades relacionais, a ampliação da capacidade de escuta e a adoção de práticas baseadas na Comunicação Não Violenta”, pontua Jussara Queiroz. Segundo ela, esta é uma contribuição para relações mais saudáveis e resolutivas, através de oficinas, workshops, rodas de conversa e palestras.  

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para uma versão inglês

Question related to this article:

How can we develop the institutional framework for a culture of peace?

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

(Artigo continuação da coluna esquerda)

A coordenadora ressalta que o Centro de Prevenção e Resolução de Conflitos reafirma seu compromisso com a cultura da paz, a prevenção da violência e a promoção do diálogo como caminho legítimo e necessário para a resolução de conflitos, em consonância com os princípios da dignidade humana e da justiça social.

Áreas de atuação do CPRC

O CPRC atua buscando prevenir ou solucionar questões familiares, questões de vizinhança, de condomínio, de imobiliária e outras situações que podem ser mediadas para uma conciliação. 
O trabalho é feito por meio de mediações, conciliações e consultoria jurídica. Entre as ações preventivas, estão palestras, workshops, oficinas, rodas de conversa, círculos de construção de paz.  

Serviço

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Endereço: avenida Pontes Vieira, nº 2.348, 3° andar, sala 305, Edifício Deputado Francisco das Chagas Albuquerque (anexo III), Dionísio Torres, Fortaleza/Ceará.
Telefone: (85) 2180-6513
WhatsApp: (85) 98132-7434
E-mail: cprc@al.ce.gov.br
Agendamento virtual: https://forms.gle/BgXvZ3mh9FBPudML7
 
Edição: Samaisa dos Anjos

Comunicação Interna da Alece
E-mail: comunicacaointerna@al.ce.gov.br 
Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/
É servidor ou servidora da Alece e quer participar da nossa lista de transmissão no WhatsApp? Adicione o número 85 99717-1801 e nos mande uma mensagem

España: Documental «Zona Internacional Cultura de Paz» de Manzanares El Real

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Manzanares El Real

En este documental se explica cómo Manzanares El Real se convierte en el primer municipio en el mundo en declararse «Zona Internacional de Cultura de Paz» dado las serie de requisitos que ha reunido para ello.


Video

«Vengo a vivir a Manzanares El Real y me di cuenta de que efectivamente Manzanares El Real reúne todos los requisitos para la creación de la primera Zona Internacional de Cultura de Paz» afirma Valentín Oliveros Sanz, activista de Derechos Humanos y de la Cultura de Paz.

«Nos ofreció la posibilidad de llevarlo al pleno, a las ordenanzas, hacerlo de verdad, para que tuviera impacto desde la política en las vecinas y vecinos de nuestro pueblo» expresa Patricia Ibañez, concejala de Bienestar social.  

Fue entonces, cuando se desarrollaron los fundamentos jurídicos y legales, y finalmente, se materializa el 18 de septiembre, cuando parte del grupo de gobierno aprueba la declaración de Manzanares el Real como Zona Internacional de Cultura de Paz. «Esta parte de la política creo que es muy importante porque somos un espejo para la sociedad, y si no sale la cultura de paz del entorno político, ¿cómo queremos que haya paz en la sociedad?» afirma Patricia Ibáñez. 

El día 21 de septiembre se concentró el 70% de la ciudadanía de nuestro municipio para celebrar el Día Internacional de la Paz. «He reunido a una serie de activistas y artistas, poetas, grandes conferenciantes y, sobre todo, niños» apostilla Valentín Oliveros. 

Eva Saldaña, Directora ejecutiva de Greepeace en España y Portugal explica que «la cultura de paz es democracia participativa, movilidad sostenible, generar otro sistema energético posible basado en energías limpias que lleguen a toda la ciudadanía. La cultura de paz es emplear el dinero público en las cosas que favorecen al bien común, tener espacios para los peatones, movilidad sostenible y transporte público accesible. También es frenar las violencias y generar espacios de relación, ocio y tiempo libre saludables para todas«.

Marisa García de Aguinaga, Portavoz de Amnistía Internacional además, añade que «son los derechos civiles y políticos, como el derecho a la libertad de expresión, a juicios justos, la igualdad de condiciones, la vivienda, la sanidad y la educación, que son derechos que necesitan que los estados los sostengan para que se den. La paz no es solo la falta de conflictos armados: para un mundo más solidario y más justo, donde todo el mundo sea tratado por igual, se necesita cumplir los otros derechos para llegar a esa paz». 

La cultura por la paz es «cómo construimos entre todas unas relaciones humanas entre las personas y el entorno en el que vivimos, e incluso con una misma; cómo nos relacionamos con todo eso y construimos un entorno, un espacio y un mundo en el que podamos sentirnos todas que vivimos vidas dignas y que estamos fuera de violencias y de opresiones» añade Eva Saldaña. 

( Clickear aquí para una version inglês)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

«La cultura de paz es un conjunto de valores en los que está incluido el primero, el más primordial: el derecho a la vida, a la dignidad de la persona, la educación en derechos humanos y la participación democrática de la sociedad, para que el pueblo entienda que no solamente tienen que ocuparse de sus asuntos individuales, sino también del conjunto del pueblo«, expresa Valentín Oliveros.

Además, Marisa García de Aguinaga añade que «es fundamental que los municipios, los ciudadanos y todas las autoridades nos pongamos a trabajar para que todos estos derechos, conseguidos durante años y generaciones, no se pierdan»  y Patricia Ibáñez comenta «tengo clarísimo que esto puede ser contagioso. Creo que la sociedad actual necesita este tipo de mensajes, necesita herramientas por parte de las instituciones».

«Y que solo un pequeño ayuntamiento tenga la voluntad de mostrarse y de permitir que su ciudadanía opine y empiece a generar esto, ya es un paso importante» afirma Eva Saldaña.

Marisa García de Aguinaga expresa que «la paz, si no la construimos entre todos, es imposible que se dé» 

Por último, Valentín Oliveros puntualiza para finalizar el documental «damos ese entusiasmo, esa ilusión de entender o creer que otro mundo es posible, un mundo mejor, por supuesto». 
Colaboran:

– Asociación Cultural El Real de Manzanares.

– Asociación de Mayores +60.

– Asociación Radar.

– Asociación de Sentido Social.

– Asociación ARBA

– Pedriza Refugia.

– La Sierra con Palestina

– JAFRA Dabke Palestino

– Coral de Manzanares El Real.

– Compañía de Teatro de Yoana González.

– Cia La Fábrica de Sueños / El Duende del Globo.

– Escuela de Música Peña Sirio.

– Federación Madrileña de Asociaciones Solidarias con el Sáhara (FEMAS)

– Proyecto Indomitas

– Móstoles sin Fronteras.

– CAUM (Club de Amigos de la UNESCO de Madrid)

– Greenpeace.

– Amnistía Internacional.

– Colectivo Alternativas no Violentas.

– Grupo Mujer, Vida y Libertad de Madrid.

– Asociación Memoria Histórica Los Barracones.

– Isidro Jara Hernández.

– Coordinación técnica, Rafa Rubio y David Elorriaga.

– Coordinacion general, dirección artística, y contenidos,

– Marisa Tejada, Comunicación medios y redes Carlos.

– Rivas y Pilar Bobadilla.

– Valentin Oliveros. Coordinación general.

-Thamatatto Graffitero

-Merian Zidan Lamaadi

-AFA Peña Sacra

-AMPA Los Abetos

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

Bolivia: Red Nacional por la Cultura de Paz se reúne en Sacaba

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Los Tiempos

Con la consigna “Elijo dialogar, elijo escuchar” más de 150 comunicadores y jóvenes de 40 municipios se reunirán este sábado (15:30) en la población de Sacaba con el propósito de fortalecer sus valores, habilidades y conocimientos sobre la Cultura de Paz y su nexo con el ejercicio de los derechos humanos y el desarrollo, conscientes de que la conflictividad fragmenta la cohesión de una sociedad e impide el desarrollo.

Además, harán pública su declaración por la paz, reconociendo su responsabilidad en la prevención y transformación de conflictos a través del arte y la comunicación.

( Clickear aquí para une version en inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can we develop the institutional framework for a culture of peace?

La plaza principal de Sacaba será escenario del movimiento cultural que llevará adelante con el impulso de Solidar Suiza y el PNUD -Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo – (Fondo para la Consolidación de La Paz).

El sábado los participantes difundirán mensajes de sensibilización y reflexión sobre cultura de paz desde la comunicación y el arte. Durante la intervención en la vía pública se presentarán obras de teatro, rap, performance y un mural, finalizando con su Declaración de compromiso por la paz.

Los comunicadores y jóvenes integrantes de la Red Nacional por la Cultura de Paz, emplearán su conocimiento, en comunicación y arte para continuar aportando a la cultura de paz. Amplificarán y difundirán sus mensajes y propuestas, generarán movilización en sus contextos y también contribuirán a lucha contra la desinformación y los discursos de odio. Esta acción se realiza en el marco de la Iniciativa de Consolidación de la Cultura de Paz en Bolivia promovida por PNUD con el apoyo financiero del Fondo de las Naciones Unidas para la Consolidación de la Paz (PBF por sus siglas en inglés) e implementada por Solidar Suiza en alianza con LanzArte y la RedCom.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

México: Ayuntamiento de Cuernavaca Presente en la Primera Jornada Hacia Una Cultura de Paz en Morelos desde la Universidad

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del ayuntamiento de Cuernavaca

El Ayuntamiento de Cuernavaca, a través de la Dirección de Asuntos Migratorios y Religiosos, realizó la “1era Jornada hacia una Cultura de Paz en Morelos desde la Universidad”, con el propósito de sensibilizar a la comunidad académica sobre la importancia de fomentar valores que fortalezcan la paz social.

( Clickear aquí para una version inglês)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

El evento tuvo lugar en el Auditorio César Carrizales de la Universidad Autónoma del Estado de Morelos (UAEM), con la participación de 50 asistentes, entre estudiantes, docentes e investigadores, y contó con el respaldo del Centro de Investigación Interdisciplinar para el Desarrollo Universitario (CIIDU) y la Comisión de Derechos Humanos del Estado de Morelos.

Durante las actividades, se llevaron a cabo dos mesas de diálogo con especialistas, quienes expusieron diversos factores psicológicos, económicos y sociales que inciden en la construcción de una cultura de paz, abriendo también un espacio para la intervención del público.

Como parte de una estrategia integral impulsada por el Ayuntamiento de Cuernavaca, encabezado por el presidente municipal José Luis Urióstegui Salgado, estas jornadas continuarán desarrollándose en centros educativos y comunitarios del municipio, con el objetivo de fomentar una ciudadanía activa en la construcción de una paz integral que abarque todos los ámbitos, incluidos el social y el educativo.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

Uruguay. El 5° Foro Mundial de Ciudades y Territorios de Paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Ciudad de Montevideo

La sesión plenaria inaugural del 5° Foro Mundial de Ciudades y Territorios de Paz, que se realizó a la hora 17.00 en la Sala Oeste del Antel Arena, contó con la participación del intendente de Montevideo, Mauricio Zunino, junto a la directora de la División Relaciones Internacionales, Fabiana Goyeneche; el presidente de CGLU y alcalde de La Haya, Jan Van Zanen, además de la subsecretaria del Ministerio de Relaciones Exteriores, Valeria Csukasi; y la vicepresidenta de la República, Carolina Cosse, como representantes del gobierno nacional. 

Zunino destacó la importancia de las ciudades y su gobernanza para ayudar a resolver los distintos tipos de conflictividad y de convivencia urbana y destacó a la desigualdad existente como uno de los elementos más importantes que generan violencia en el mundo. 

El intendente de Montevideo resaltó que, este tipo de instancias de amplia participación, colaboran para poder reflexionar sobre cómo se dirimen los conflictos y “otro tipo de violencias como son la xenofobia, la discriminación, la violencia basada en género, y otros males que existen en la ciudades”.

Ante ese tipo de situaciones, los gobiernos de las ciudades pueden implementar un conjunto de acciones que integran procesos de reflexión, de cooperación e intercambio de buenas prácticas así como “el premio de la paz para aquellas ciudades que han trabajado y aportan soluciones adecuadas” a estas necesidades, ayuda a incentivar transformaciones de la sociedad.

( Clickear aquí para una version en inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

Zunino también destacó la participación de 180 representantes extranjeros de todos los continentes, que brinda un marco importante por la calidad y experiencia de las ponencias, a lo que se suma el aporte local. Además, resaltó la posibilidad de interactuar con agencias multilaterales que aprovechan la instancia de encuentro para contactos y coordinaciones con los gobiernos, así como con organizaciones de la sociedad civil que también son parte del evento.

La sesión inaugural fue cerrada con la intervención de la vicepresidenta de la República Oriental del Uruguay, quien agradeció especialmente a quienes participan y destacó la importancia que tiene, para Montevideo y el país, la realización del foro.

En su alocución, Cosse se refirió a la incertidumbre como un dato de la realidad actual pero reflexionó, desde su formación científica, que en los trabajos que se desarrollan en la ciencia “la incertidumbre es la hoja del problema, no es una cosa mala. Uno no sabe la solución y no sabe de qué se trata, por lo que la incertidumbre es normal” y recordó que la incertidumbre puede “responder a un aluvión innovador, a una urgente necesidad” y se pone compleja cuando no responde a esas necesidades.

En ese sentido, Cosse aseguró que ante la incertidumbre también existen acuerdos, como la democracia, “ese gran acuerdo social” que brinda un marco para resolver conflictos y que es “de las certidumbres mínimas que necesita el ser humano”.

Cosse finalizó afirmando que, así como la verdad está en lo local, en las esquinas, en los barrios, “allí también están los problemas, pero allí también está la esperanza, siempre, siempre, no importa que tan grande sea el problema, si hay una esperanza va a surgir de ahí” y declaró su orgullo por ser parte de un gobierno que reconoce públicamente la importancia del multilateralismo y la importancia de las ciudades. 

El Foro Mundial de Ciudades y Territorios de Paz es una de las dos actividades que se realizan en el marco de Montevideo, Destino de Paz: un evento que concentra propuestas de formación, intercambio y exposición, culturales y de entretenimiento. 
Acceda a los ejes temáticos y a las actividades del 5° Foro Mundial de Ciudades y Territorios de Paz.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

Colombia: Alcaldía de Cúcuta Finaliza con Éxito los Talleres de Memoria Histórica y Cultura de Paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de la Alcaldía de San José de Cúcuta

En las instalaciones del Centro Regional de Atención a Víctimas (CRAV) , la Secretaría de Posconflicto y Cultura de Paz llevó a cabo la socialización de los talleres de memoria histórica, cultura de paz y derechos humanos, dando cumplimiento y cierre a la medida “Acción de memoria histórica, de promoción de la cultura de paz y promoción de los derechos humanos”, de los Planes de Retorno y Reubicación de las comunidades de Ciudad Rodeo y San Fernando del Rodeo, en el municipio de San José de Cúcuta.

( Clickear aquí para un artículo en inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

What is happening in Colombia, Is peace possible?

A lo largo de estos encuentros, la comunidad se familiarizó con los conceptos básicos de memoria histórica y cultura de paz, y profundizó en el conocimiento de los derechos humanos. Mediante líneas de tiempo, frases y dibujos, describieron su entorno, relataron sus historias de vida, hablaron sobre su barrio y proyectaron sus aspiraciones a futuro. A través de diversos actos simbólicos, compartieron sus experiencias, promoviendo el reconocimiento de la verdad y contribuyendo a su reparación emocional y psicológica, lo que ayudó a sanar las heridas del pasado y a fortalecer la reconstrucción del tejido social.

Asimismo, concluyeron los talleres de cultura de paz, donde se crearon espacios destinados a los jóvenes de estas zonas del municipio, promoviendo la integración y el intercambio de experiencias. Estas actividades facilitaron la mejora de prácticas de paz, utilizando la cultura del Hip Hop como una herramienta educativa y transformadora para enfrentar desafíos, fomentar valores de paz y respeto por los derechos humanos. A través de diversas dinámicas, se buscó impulsar el respeto mutuo, la convivencia, el entendimiento y la transformación social mediante el arte que estaban aprendiendo.

Finalmente, es importante resaltar que todos estos talleres aportaron significativamente en el proceso de reparación y reconciliación de las víctimas del conflicto armado, dando inicio a un proceso de sanación y reconstrucción de relaciones basado en el respeto, la no violencia y la convivencia pacífica; contribuyendo así, a la construcción de una sociedad más justa, estable y armónica.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

Colombia: Se fortalecen las funciones de la Comisión de Paz en el Congreso

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del Senado de la República de Colombia

Esta semana la Plenaria del Senado consolidó formalmente junto con sus integrantes la Comisión Legal de Paz, esto tras varios años de esfuerzos para lograr que esta comisión entrara a hacer parte de las comisiones legales que se tienen tanto en el Senado como en la Cámara de Representantes. 


Con la Ley 2405 de 2024 se creó de manera formal la Comisión Legal de Paz y Posconflicto.

Como uno integrante y presidente de la Comisión, el senador Iván Cepeda, de la Coalición del Pacto Histórico, explicó los aportes que tendrá esta consolidación para el legislativo: “Es una decisión que tiene ventajas, tiene la posibilidad que las decisiones que se tomen, tengan mayor fuerza vinculante en el Congresos distinto a las decisiones de antes”.

( Clickear aquí para un artículo en inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

What is happening in Colombia, Is peace possible?

Es así, como esta Comisión Legal de Paz tiene un papel fundamental en apoyar los mecanismos de implementación de los acuerdos de paz , al igual que la realización de acciones de carácter humanitario, para la preservación y mantenimiento de la paz. 

De esta manera, también se podrán llevar a cabo estudios y análisis de la realidad social del país, que contribuyan a promover acciones en el marco de la Cultura de Paz, así como la  resolución pacífica de conflictos, que sirvan de apoyo a las ramas del poder legislativo y ejecutivo. 

La comisión estará compuesta por once senadores integrantes de los siguientes partidos políticos: Iván Cepeda y Aida Quilcué (Pacto Histórico), Liliana Benavides y Germán Blanco (Partido Conservador), Fabio Amín (Partido Liberal), Angelica Lozano (Partido Verde),  Paloma Valencia (Partido Centro Democrático), David Luna (Partido Cambio Radical), Norma Hurtado (Partido de U), Lorena Ríos Cuellar (Partido MIRA-Colombia Justa Libres), Sandra Ramírez, Omar Restrepo, Pablo Catatumbo, Imelda Daza Cotes y Julian Gallo (Partido Comunes).

Cabe mencionar que esta medida recibió el aval en la Plenaria de parte de 60 congresistas que coinciden en la construcción de una política de paz que permita aportar al cese de conflicto por parte de grupos armados al margen de la ley que persisten en el territorio Nacional.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.

Once organizaciones llaman en Zaragoza a “alcanzar una cultura de paz” como “deber colectivo”

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo en El Diario

Representantes de once organizaciones de carácter social se reunieron este viernes (4 de octubre) en el Aula Magna del Paraninfo de Zaragoza para iniciar una “campaña por la paz y contra las guerras”. Tras la lectura del manifiesto a cargo del periodista Gervasio Sánchez se concentraron en la puerta del recinto de la Universidad de Zaragoza.

Se trata de Federación de barrios, WILPF España, el Seminario de Investigación para la Paz (SIP), la Federación de Asociaciones de Padres y Madres de Alumn@s de Aragón, la Federación Aragonesa de Solidaridad-Círculos del Silencio, la Federación de Estudiantes, Casa Palestina, Bienvenidos Refugiados, Insumisos, Cultura y paz y, por último, UM DRAIGA-Amigos del Sahara.

“Somos un grupo de gentes diversas que ante la perplejidad, indignación y desánimo de la ciudadanía por los acontecimientos sangrientos en Palestina, Ucrania y un montón de conflictos armados casi olvidados, nos hemos puesto a intentar una campaña por la paz y contra las guerras”, expresaron para dar a conocer la iniciativa.

“Se trata -añadieron desde el colectivo- de reivindicar Zaragoza como ciudad de paz, recordar anteriores movilizaciones y llamar a la ciudadanía a participar en diversas iniciativas, algunas ya en marcha y otras por desarrollar”.

En el manifiesto, titulado ‘Paremos la guerra, ganemos la paz’, sostienen que “solo sobre la paz puede asegurarse la justicia” y que “solo de la justicia nace la igualdad”. “No hay verdadera democracia si el objetivo de la paz no está en la base de la política y en el corazón de la verdad”, señalan.

Tras mencionar los conflictos en Ucrania y en Oriente Próximo, destacan que al aumentar “los gastos de armamento” se detraen “fondos necesarios para urgentes necesidades sociales, tanto cercanas como lejanas”.

Aluden a su vez a la Ley de Cultura de la Paz aprobada en marzo del año pasado en las Cortes de Aragón denuncian que, lejos de cumplirse, algunos de sus objetivos han sido “drásticamente olvidados”, como la cooperación al desarrollo.

Para terminar, llaman a la movilización “desde las instancias sociales más diversas” para “denunciar a aquellos que promueven la cultura del militarismo”. “Llamamos a buscar ese compromiso, y a trabajar por él nos obligamos”, concluyen.

( Clickear aquí para una version inglês)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo
 
How can culture of peace be developed at the municipal level?

Este es el manifiesto completo:

PAREMOS LA GUERRA, GANEMOS LA PAZ

Solo sobre la paz puede asegurarse la justicia. Y solo de la justicia nace la igualdad. No hay caminos alternativos ni es posible soñar otras perspectivas. Ni hay verdadera democracia –úsense los argumentos que se quieran- si el objetivo de la paz no está en la base de la política y en el corazón de la verdad.

Alcanzar una cultura de paz no es solo rechazar la guerra, es, además, –y son palabras de la Organización de Naciones Unidas- apostar por el desarrollo sostenible, la superación de la pobreza y la construcción de un mundo en paridad.

En los tiempos en que nos toca vivir, hay más de nueve conflictos armados de gran importancia, y muchos más de los que se vienen llamando de menor intensidad. En las noticias de nuestro entorno, y a diario, conocemos las consecuencias de dos guerras –la que Rusia inició invadiendo Ucrania, y la de Israel ocupando y golpeando los territorios de Gaza y Cisjordania- que reniegan de todos los principios, no ya los del deber moral y social, sino los del mismo derecho internacional. Dos guerras de consecuencias que pueden ser irreparables. La primera de ellas, convertida ya en una guerra entre Rusia y la OTAN, que reproduce de hecho la política de bloques con todo lo que ello significa en el campo cultural, comercial, tecnológico y militar; y la segunda, transformada en un auténtico genocidio hacia el pueblo palestino, abocado por la fuerza, el hambre y el destierro a la desaparición.

Al mismo tiempo, se aumentan los gastos de armamento, detrayendo fondos necesarios para urgentes necesidades sociales, tanto cercanas como lejanas, convirtiendo la producción y el comercio de armas en una potente raíz de las guerras y en un fructífero negocio de quienes se enriquecen con la muerte.

Reprobar las agresiones, trabajar por la paz, crear razones para la convivencia y denunciar la vuelta a una política de bloques en busca de la hegemonía mundial, es un deber colectivo que debe trascender el dolor y la repulsa personal, y transformarse en un movimiento capaz de expresar la necesidad de combatir un estado de guerras sin más razones que el interés y el beneficio de grupos y personas.

El 9 de marzo de 2023, las Cortes de Aragón aprobaron la Ley de Cultura de la Paz, y apostaron, sin reservas por promover el compromiso de las instituciones y de la sociedad por la educación y la investigación para la paz, la cooperación al desarrollo y la acción humanitaria, el diálogo, la acción no violenta y la mediación.
Lejos ha estado la ley aprobada de ver, no ya cumplidos, sino impulsados, sus objetivos, algunos de los cuales –como la cooperación al desarrollo- han sido, de hecho, drásticamente olvidados.

Hora es, pues, de que, desde las instancias sociales más diversas se busque el encuentro de quienes apostando en serio por la paz están dispuestos a movilizar cuantos medios humanos y materiales sean necesarios. Que la voz y la acción de quienes no están decididos a ver impasibles y doloridos la actual situación, se alce para denunciar a aquellos que promueven la cultura del militarismo, dejando constancia de por qué se producen las guerras, qué hay detrás de lo que se hace, qué se pretende, qué consecuencias tienen para quienes las sufren y para todos, y qué respuesta merecen.

Llamamos a buscar ese compromiso, y a trabajar por él nos obligamos.

NO A LAS GUERRAS

Discurso de Alba Barusell i Ortuño, presidenta de Mayors for Peace Europa

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Texto del discurso en youtube

Es un placer y un honor para mi, como presidenta de Mayors for Peace Europa y
alcaldesa de Granollers, compartir este espacio con todos vosotros para la reflexion y
construcción de paz. Agradezco a Basel Peace Office que nos haya invitado, una vez
más, como Mayors for Peace, a participar en este evento sobre “Paz, protección climática y Naciones Unidas: el rol de las ciudades y los jóvenes.”

La nueva agenda de paz que se presentara en la cumbre del futuro de Naciones Unidas tiene como primera recomendación la eliminación de las armas nucleares y el impulso también de nuevos mecanismos preventivos y diplomáticos. Las mas de 8.000 ciudades y municipios de Mayors for Peace estamos comprometidos con la paz global y también con el desarmamiento nuclear.

Quedan seis años para cumplir con los ODS, los Objetivos de Desarrollo Sostenible de la Agenda 2030, y nos estamos quedando atrás. La hoja de ruta para disminuir la pobreza, el hambre en el mundo, el cambio climático y resolver los conflictos armados de manera pacifica están estancada, están retrocediendo. Acelerar la implementación de la Agenda 2030 es una condición fundamental para alcanzar los objetivos que nos proponemos y que propone la nueva Agenda de Paz. Esta debe nutrirse e inspirarse en las politicas de paz que se aplican a nivel nacional, regional y, sobre todo, local, desde los municipios.

( Clickear aquí para una version inglês)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

Las nuevas generaciones tienen un gran reto por delante. La participación de los jóvenes es fundamental para asegurar el cumplimiento de la Agenda 2030. Su aportación incrementa la legitimidad y sostenibilidad de los procesos de decision y de paz. En todo el mundo encontramos jóvenes luchando a favor de la justicia, a favor de la igualdad, de los derechos humanos y de la protección climática. Desde las ciudades debemos escucharlos y trabajar con ellos y aprovecharlos a ellos y a su entorno como conductores y constructores de paz.

Las ciudades construimos paz, poniendo el foco en preservar y garantizar todos los derechos de todas las personas, independientemente de su condición, y poder reducir las causas de las violencias en nuestras ciudades y territorios. Construimos ciudades inclusivas que permitan a todas las personas que viven en ellas sentirse parte, participes y protagonistas de su propio futuro. Es una manera de fortalecer y cuidar la democracia. No dejar a nadie atrás es nuestro objetivo global, un objetivo que se tiene que trabajar desde nuestros territorios y nuestras ciudades.

Desde Mayors for Peace consideramos importantes espacios como este, como este foro, en el que convergen distintos actores dispuestos a trabajar por la paz en el mundo. Nuestro mas sincero y profundo respeto a todos los esfuerzos realizados y les agradecemos habernos hecho parte de él. Muchisimas gracias por dejarnos participar y contribuir en este foro.

– – – – – –

Si desea hacer un comentario sobre este artículo, puede escribir a coordinator@cpnn-world.org con el título “Comentar sobre (nombre del artículo)” y publicaremos su comentario. Debido a la avalancha de spam, hemos detenido la aplicación directa de comentarios.