Category Archives: PARTICIPACION DEMOCRATICA

La Federación Española de Municipios y Provincias brinda su apoyo a la red “Alcaldes por la Paz” y plantea medidas de futuro en una asamblea en Japón

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo por El Diario (Reimpreso de acuerdo con las reglas de Creative Commons)

El alcalde de Móstoles (Madrid) y Presidente de la Comisión de Relaciones Internacionales de la FEMP, el socialista David Lucas, ha expresado el apoyo de la institución a la IX Asamblea General de la Red “Alcaldes por la Paz” que se celebra los días 8 y 9 de agosto en la ciudad japonesa de Nagasaki. Este foro está destinado a la construcción de la paz y la FEMP ha reiterado el compromiso de colaboración de los alcaldes españoles en la consecución de este objetivo.


En nombre de la FEMP, Lucas ha intervenido en la sesión plenaria en la que se tratan los planes de actuación futuros, entre ellos la abolición de las armas nucleares para 2020. Durante su intervención ha pedido que se produzca una mayor interacción de Alcaldes por la Paz con otros actores globales, como la organización Ciudades y Gobiernos Locales Unidos (CGLU) y con ONU-Hábitat, en la implementación de los Objetivos de Desarrollo Sostenible.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

A propuesta de la federación, se ha incorporado al plan de acción 2017-2019 de “Alcaldes por la Paz” el cumplimiento de la agenda 2030 de los objetivos de desarrollo sostenible y el refuerzo del trabajo coordinado con CGLU. Lucas también ha mostrado la necesidad de contar con el apoyo, como interlocutores, de otros actores regionales como el Consejo de Municipios y regiones de Europa (CMRE) y el Consejo de Europa.

El regidor madrileño ha destacado en su intervención que el compromiso de la FEMP con la organización “Alcaldes por la Paz” ha posibilitado que en el último año se hayan incorporado 130 ciudades españolas a esta iniciativa.

Lucas está acompañado en Japón por los primeros ediles de Granollers (Barcelona), Josep Mayoral, de Trujillo (Cáceres), Alberto Casero, y de Llinar del Vallès, Martí Pujol, además del embajador de España en Tokio, Gonzalo de Benito.

La FEMP participa en la estrategia de diplomacia de las ciudades y de la construcción de la paz a través de la organización mundial CGLU, en la que la red ‘Alcaldes por la Paz’ es un socio indispensable en asuntos tan relevantes como el desarrollo, la cultura de paz, las migraciones, la convivencia y el diálogo intercultural. Tras varios años de colaboración con la Red Mundial de ‘Alcaldes por la Paz’, el último pleno de la FEMP impulsó la adhesión de los gobiernos locales españoles a la Red con el objetivo de constituir una sección española en el seno de la Federación.

( Clickear aquí para la version inglês)

Brasil: Audiência pública discute cultura de paz no Recife

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artigo do Diario de Pernambuco

A Comissão Pernambucana pela Paz estará presente na audiência pública a ser realizada no próximo dia 15, na Câmara dos Vereadores do Recife, na qual será discutida a cultura de paz. O encontro, previsto para acontecer às 14h, terá direcionamento voltado para as escolas e famílias de adolescentes. De acordo com Tiago Tércio, coordenador da Comissão, a audiência tentará fazer com que as famílias tenham mais responsabilidades com seus filhos, principalmente com as crianças que estão crescendo e ingressando na criminalidade. “A violência nas escolas também será debatida. Se conseguirmos conscientizar as famílias a deixarem seus filhos sob os olhos e cuidados certos e acompanharem as atividades extra escolares, estaremos indo no caminho certo”, aponta Tiago.


Até agora, segundo a Comissão Pernambucana pela Paz, devem participar da audiência o vereador Eriberto Rafael (PTC), o secretário de Segurança Urbana do Recife, Murilo Cavalcanti, A secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Recife, Ana Rita Suassuna, representantes das secretarias de Educação do estado e município, além do comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, o delegado da Polícia Civil Ary Siqueira e a diretora da Escola Pedro Celso, em Beberibe, Sandra Serafim. A Comissão Pernambucana pela Paz é formada por ex-internos da Fundação de Atendimento Socioeducativo, jovens que praticaram atos infracionais e hoje lutam para tirar crianças e adolescentes dos bairros mais carentes do Recife do mundo da criminalidade.

No último dia 26 de maio, estudantes de dez escolas públicas participaram de uma caminhada pela paz. O grupo saiu da Praça da Convenção, em Beberibe, e seguiu até o bairro da Campina do Barreto, onde um palco foi montado e houve a apresentação de diversos shows. No mesmo espaço houve oferta de serviços do Consultório de Rua – direcionado a pessoas dependentes de drogas, corte de cabelo, aferição de pressão arterial, entre outros. O movimento também foi organizado pela Comissão Pernambucana pela Paz, que busca estimular boas ações, além de aumentar a auto-estima dos jovens. Essa foi a segunda vez que a instituição promoveu a caminhada. A primeira aconteceu em 26 de maio de 2013, no bairro de Santo Amaro.

(Clique aqui para a versão inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Brasil: Compaz e Londrina Pazeando promovem festival musical

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un articulo de Bondenews

O Conselho Municipal de Cultura de Paz (Compaz), em parceria com a ONG Londrina Pazeando, está promovendo o 1º Festival de Música, que acontecerá durante a 13ª Noite da Cultura de Paz. O festival será no dia 28 de setembro, às 19 horas, na Igreja Nova Aliança, na Rua Cuiabá, 48, esquina com Rio Grande do Norte, no centro.


Imagem da noite da Cultura da Paz em 2010
(Haga clic en la foto para ampliar)

Para participar, os interessados poderão enviar letras e músicas de qualquer ritmo como sertanejo, pop, rock, hap, pagode e outros, desde que elas abordem a cultura de paz e da justiça restaurativa. A intenção é que crianças, adolescentes e adultos componham letras e melodias que estimulem o respeito entre as pessoas, a cooperação entre as nações, o fim do preconceito e da discriminação entre classe, gêneros e raça, e que promovam o diálogo como solução para os conflitos e o fim da violência.

Para isso, o conselho está convidando os alunos das escolas públicas e particulares para participarem, assim como poetas e cantores da cidade. Há três categorias: infantil (podem participar crianças de até 12 anos); adolescente (de 12 a 18 anos de idade) e adulto (pessoas acima de 18 anos).

Os indivíduos com até 18 anos poderão fazer a inscrição nas escolas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, do Núcelo Regional de Educação e do SINEPE. Para os adultos, ela será realizada pelo Compaz, na sede do Sincoval, que fica na Rua Governador Parigot de Souza, 220.

(O artigo continua no lado direito da página)

(Clique aqui para uma versão inglês

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

(O artigo continua do lado esquerdo da página)

“Esperamos com o festival estimularmos a reflexão e a mudança do comportamento com relação a cultura da não-violência, porque, muitas vezes, no próprio dia a dia mantemos ações e falas que vêm da cultura bélica, violenta. E pensando nisso e na importância dessa reflexão, estamos fazendo o primeiro festival de música, que acontecerá durante a 17ª Semana Municipal da Paz”, explicou o secretário do Compaz e coordenador da ONG Londrina Pazeando, Luís Claudio Galhardi.

Para se inscrever é preciso ler atentamente o regulamento, que está disponível no site www.londrinapazeando.org.br, preencher a ficha de inscrição e gravar a música inédita, de até 5 minutos em CD ou DVD, que dever ser entregue até o dia 31 de julho, quando encerram as inscrições.

Dentre o material enviado, uma comissão técnica avaliará as melhores músicas e estas poderão se apresentar durante o 1º Festival. As bandas e os músicos terão suas apresentações gravadas e postadas no canal da organização Londrina Pazeando, no You Tube. Elas também poderão ser utilizadas pelo Movimento pela Paz na divulgação das ações em prol do desenvolvimento da cultura de paz.

Os interessados em participar podem acessar o material de apoio, que pode servir de inspiração, disponível no site do Londrina Pazeando e no canal do You Tube, clicando em “Canal de Músicas”.

Durante o festival, os participantes também poderão assistir ao lançamento do vídeoclipe do Movimento pela Paz, com letra de Tinho Lemos e execução de diversos cantores da cidade.

Paraná, Brasil: Projeto de Lei quer Cultura da Paz como política pública

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo por a Rede

Iniciativa da implementação das Práticas Restaurativas como política de Estado é do Conselho Parlamentar pela Cultura da Paz – Conpaz

Foi protocolado na Assembleia Legislativa (Alep) nesta semana o Projeto de Lei nº 115/2017 que pretende criar o “Programa Estadual de Implementação de Práticas Restaurativas, de Mediação de Conflitos e Cultura de Paz no Paraná”. A ideia é que o sistema funcione através de um Conselho Gestor, uma Comissão Executiva e núcleos com mediadores de conflitos espalhados pelo Estado.


Péricles de Holleben Mello, imagem: divulgação

Segundo a justificativa do projeto “os Núcleos (….) poderão ser instalados em Escolas, Associações de Moradores, Entidades da Rede Sócio Assistencial, Conselhos Tutelares, Associação de Pais e Mestres, ou em qualquer outra instituição, ou entidade, com natureza jurídica de direito público ou privado, vinculada ou não ao Estado, desde que autorizadas pelo Conselho Gestor”.

Segundo o secretário-geral do Conpaz, deputado estadual Péricles de Holleben Mello, o conceito de Cultura de Paz pode fazer com que as pessoas dos mais diversos partidos, das mais variadas classe sociais, de qualquer grupo étnico ou religião, abracem a ideia de superação da violência. “Desse modo será possível contribuir para a transformação de escolas e comunidades que vivenciam situações de violência em espaços de diálogo e de resolução pacífica de conflitos”, defende.

A justiça restaurativa é um novo modelo de realização da justiça recomendada pela Organização das Nações Unidas – Resolução nº 12/2002 – diante da necessidade de uma resposta mais adequada para a resolução dos conflitos em sociedade.

Para Péricles, “…a sociedade desumanizada em que vivemos privilegia uma racionalidade estéril. Nesse sentido, a Justiça Restaurativa mostra-se valiosa, por enfrentar as situações de conflitos, ou sua prevenção, a partir da incorporação das emoções e sentimentos inerentes à condição humana”. O programa pretende integrar representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil, Defensoria Pública, Ministério Público e instituições da sociedade civil organizada.

Na justificativa do projeto, os autores defendem que “o modelo restaurativo busca a conscientização e responsabilização das partes envolvidas na relação conflituosa, na medida em que propõe a aproximação entre vítima, agressor, seus familiares e a comunidade a qual pertencem – já que o conflito/crime representa uma ruptura do tecido social – para que, por meio do diálogo e, de forma conjunta e observadas as necessidades e possibilidades de todos os envolvidos, se alcance a reparação dos danos”.

O projeto é de iniciativa do secretário-geral do Conpaz, deputado Péricles, com mais 10 parlamentares que compõem o Conselho, Cristina Silvestri, Rasca Rodrigues, Pastor Edson Prackzik, Tercilio Turini, Marcio Pauliki, Paulo Litro, Evandro Araújo, Chico Brasileiro, Claudio Palozzi e Guto Silva.

(Clique aqui para uma versão inglês

 

Question related to this article.

Madrid: Foro Mundial sobre las Violencias Urbanas y Educación para la Convivencia y la Paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Extractos de los sitios web de United Cities and Local Governments and Madrid – Capital de Paz

La celebración de un Foro Mundial con Alcaldes y líderes internacionales en Madrid el 19 – 21 de abril 2017, pretende convertirse en ese espacio de encuentro y reflexión, que a través del intercambio de experiencias, de estrategias, de campañas y de políticas, culmine proponiendo al mundo, desde los gobiernos locales, una eficaz agenda de paz.

OBJETIVOS

– Analysis of the causes of violence

– Identification and and exchange of experiences.

– Proposal of specific actions in the fields of mediation and conflict resolution

– Suggestion of peace building policies, programmes and projects.

– Approval of the “Commitment to peace against urban violence”

FORUM OFFICE

Address: Ayuntamiento de Madrid – Palacio de Cibeles – c/ Montalbán nº 1 – 28014
Email: r.institucionales@madrid.es
Phone number: 0034-915881488

( Clickear aquí para la version inglês)

(El artículo continúa en el lado derecho de la página.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

ORGANISING COMMITTEE

Madrid City Council –coordinator-

Paris City Council

Barcelona City Council

United Cities and Local Governments ‐CGLU

UCCI (Union of IberoAmerican Capitals)

United Nations Agencies

AIPAZ ( Spanish Association of Investigation for Peace)

COMMISSION OF CONTRIBUTING ENTITIES

Ministry of Foreign Affairs and Cooperation

Mayors for Peace

Educating Cities

FEMP (Spanish Federation of Municipalities and Provinces)

ICLEI (International Council for Local Environmental Initiatives)

SEGIB (Secretaría General Iberoamericana)

House of America

House of Asia

House of Africa

(Gracias a la Global Campaign for Peace Education de difusión de este artículo).

Comissões de paz de cidades no Brasil e EUA: uma comparação

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

por Helena Lourenço, Comissão de Paz de  Cidade  de Santos (Brasil) e David Adams, Comissão de Paz de  Cidade  de New Haven, CT (EUA)

Como membros da Comissão de Paz das cidades de Santos, no Brasil e New Haven, EUA, durante uma discussão na Biblioteca Pública de New Haven em 15 de decembro, encontramos muito em comum.


Helena Lourenço (centro), David Adams (à direita) e Aaron Goode (à esquerda, membro da Comissão de Paz da Cidade de New Haven

Por exemplo, ambas as comissões são a favor da promoção as práticas da justiça restaurativa nas escolas e outras instituições de suas cidades.  Em Santos, 80 professores receberam formação em justiça restaurativa, enquanto em New Haven o número é mais de 200, dos quais 44 já estão qualificados para treinar outros treinadores. , Embora seja difícil quantificar os resultados, não há um acordo geral em escolas que têm ambas as cidades como melhorou a atmosfera de confiança e justiça como um resultado.  Em New Haven, permanece um problema que não têm professores vez em suas programações pesadas para envolver-se em círculos restaurativos, enquanto em Santos, estes têm sido práticas reconhecidas como parte integrante do trabalho do professor.

Ambas as comissões se reúnem mensalmente e sua inscrição inclui tanto os funcionários municipais e representantes de organizações da sociedade civil.

Outras prioridades da Comissão de Paz de Santos incluir: o diálogo inter-religioso,; a igualdade de género, incluindo o respeito pelos homossexuais e a orientação sexual; a sustentabilidade ambiental: e a segurança pública. Para este último, a polícia da cidade tem uma proposta de cursos para o seus guardas municipais voltado para a mediação. No Brasil, a polícia de cidade (ao contrário da polícia de estado e da polícia federal) não carregam armas.

Outras prioridades da Comissão de Paz de New Haven incluir: a protecção dos imigrantes indocumentados; o desenvolvimento de um conselho de revisão civil por práticas policiais; e converter o orçamento de prioridades nacionais. Para este último, a Comissão patrocinou um referendo em que 85% dos eleitores da cidade exigiu que o orçamento nacional aos serviços sociais dar prioridade em vez de despesas militares.

A Comissão de Paz de New Haven é mais antiga, tendo sido estabelecido durante a década de 1980, enquanto a Comissão Santos é nova, criada em 2016 após seis anos de preparação,  esta dando os seus primeiros passos.

Para o mês de Março  está  sendo discutido a realização de  um fórum para a discussão  de temas importantes  para o  desenvolvimento  da Comissão. 

Uma das questões discutidas foi como desenvolver o intercâmbio e as relações em curso entre as comissões das cidades diferentes em torno mundo.

(Clique aqui para a versão inglês.)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Colombia: El desafío de la Paz Territorial

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Antonio Madariaga Reales, Director Ejecutivo, Corporación Viva la Ciudadanía

La esperanza vuelve, disminuye la incertidumbre y la construcción de paz se hace posible. Ese es el primer resultado de la agitada semana en que se refrendó en agotadoras sesiones parlamentarias, el martes en el Senado y el miércoles en la Cámara el Acuerdo Final, se inició el jueves el proceso que deberá llevar al traslado a las zonas veredales y puntos de Normalización por parte de los miembros de las Farc-EP y en ellas la dejación de armas, llamado el día D y el día viernes se instaló la Comisión de Seguimiento, Impulso y Verificación de la Implementación del Acuerdo.

Lo que queda claro entonces es que toca pensar de manera muy rápida la forma más democrática y eficiente de implementar los acuerdos y lo primero que aparece en el horizonte es la necesidad de pensarlo en lógica de paz Territorial, lo que no es ni más ni menos que darle contenido a esa expresión, acuñada por Sergio Jaramillo y hoy lugar común en el debate de la paz.

Volvemos sobre la esencia de la implementación que no es ni más ni menos que el diseño, puesta en marcha y seguimiento de políticas públicas, con participación ciudadana. Significa en consecuencia garantizar una normatividad con enfoque de derechos, una institucionalidad para ejecutar la política, unos planes y presupuestos para desarrollarla y transparencia lo que implica –por supuesto- veeduría y control social.

Se trata de poner eso en concreto. Si se cruzan las categorías de priorización utilizadas por la Fundación Pares, (Infraestructura local: vías terciarías y navegabilidad fluvial). Alumbrado 24 horas y obras de alcantarillado y acueductos, respuesta inmediata en temas de administración de justicia local y seguridad rural, proyectos alternativos que permitan el control y mitigación de los efectos de las economías ilegales, seguridad física y garantía de participación para defensores de derechos humanos y líderes sociales locales y acciones adicionales que se enfoquen en las Necesidades Básicas Insatisfechas o NBI y las de Naciones Unidas (Presencia de las Farc-EP, acciones armadas con participación de las Farc-EP, desarrollo y pobreza, necesidades humanitarias y capacidades locales para atenderlas), y se le agregan los municipios donde habrá Zonas Veredales y Puntos Transitorios de Normalización, esas tres categorías cruzadas, nos arrojan la cifra de 297 municipios que serían los que deberían priorizarse y que se encuentran en, asómbrense, 25 de los 32 departamentos. Aquí la pregunta es ¿cómo tener políticas nacionales, que reconozcan y permitan la diversidad regional, pero sobre todo que sean construidas desde los territorios?

(Clickear aqui para la version inglês.)

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

 

Question related to this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Para lo anterior resulta indispensable hacer un mapeo y una convocatoria a todos los actores relevantes del territorio, desde una institucionalidad estatal central transparente y eficiente que desarrolle acciones dirigidas a la apropiación de los acuerdos por parte de esos actores, lo que no sólo incluye difusión y pedagogía y a que identifiquen cómo se ven interpelados por los acuerdos, y a partir de ello su lugar y propuestas en el proceso de implementación. En este sentido, cuanta falta hace que el gobierno nacional y el presidente en particular tomen la decisión de entregar a la ciudadanía, en una gira por todo el país, el Nuevo Acuerdo. No puede ser interpretado el acto del Teatro Colón como un paso con la suficiente legitimidad.

Este proceso debe estar acompañado de un pacto de transparencia que implique el establecimiento de reglas que la hagan posible y veeduría ciudadana. Este por ejemplo ha sido uno de los elementos más reclamados por diversos grupos de jóvenes que se han movilizado recientemente en defensa de la paz.

A su vez será necesario adecuar la estructura institucional existente para incorporar de manera razonada y razonable, la planeación y presupuestación participativa como método al quehacer de esos municipios y los resultados de esos ejercicios en los planes ya existentes.

Si a ello se le suma una batería de indicadores de Goce Efectivo de Derechos, como los desarrollados por la Corte Constitucional a partir de la sentencia T-025, tendremos un conjunto poderoso de herramientas institucionales y sociales para la implementación.

De otro lado habrá necesidad de cualificar y extender la participación ciudadana. Como decíamos en una aproximación anterior a este tema, si de lo que se trata es de construir y/o fortalecer Estado Social y Democrático en todos los niveles de la vida nacional y hasta el último rincón del territorio esto implica necesariamente y como contrapeso, una sociedad civil fuerte, con altos niveles de organización y con interés por lo público, es decir, una ciudadanía activa.

No hay que llamarse a engaños, todo lo anterior será flor de un día si a este proceso no se le agrega la comprensión de que la intención declarada del Centro Democrático es tener mayorías suficientes en el Congreso y en departamentos y municipios, así como obtener la presidencia en 2018, para echar atrás todo lo ganado en el proceso de paz y que por tanto será necesario defender, también en las urnas la Paz de Colombia.

(Gracias a Amada Benavides, el reportero de cpnn para este artículo)

Brasil: Justiça Restaurativa será ampliada no Rio Grande do Sul

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Um artigo de Suzy Carton no Jornal de Comércio

Embora inovadora, a prática é simples. A Justiça Restaurativa se propõe a lidar com as infrações colocando frente a frente vítima e agressor, de modo que o segundo possa refletir sobre os danos causados ao primeiro. A iniciativa, já implantada na Capital e em alguns municípios, como Caxias do Sul e Santa Maria, ganhou abrangência estadual na tarde desta quinta-feira [14 de outubro]. Os chefes do Executivo, do Judiciário, do Legislativo, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Estado assinaram, no Palácio Piratini, um protocolo que permite ao Rio Grande do Sul buscar a pacificação social por meio dessa ferramenta.

brazil
Elaboração do protocolo foi iniciativa do Tribunal de Justiça do Estado
JONATHAN HECKLER/JC

O protocolo estabelece quatro linhas de atuação: promover ações de mobilização social e difusão cultural, promover o enfoque restaurativo e a cultura de paz, formar recursos humanos para aplicar os conceitos da modalidade restaurativa, bem como a implementação de programas relacionados a ela. A primeira tarefa da Comissão Executiva, responsável pela aplicação da metodologia, será relacionar as atividades que já estão sendo desenvolvidas.

Precursor da modalidade no Estado, o juiz Leoberto Brancher, do Juizado Regional da Infância e Juventude em Caxias do Sul, explica que a restauração pretende resolver crimes e conflitos com base no diálogo e na responsabilização. “Coloca em ênfase não a discussão das leis, mas das pessoas, das relações e da reparação das consequências desses problemas”, explica. Uma vez que o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa, o Ministério da Justiça e a Defensoria Pública estão envolvidos no projeto, Brancher acredita que todos os serviços estarão unidos na absorção de conflitos que desembocam no Judiciário.

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para uma versão inglês

 

Question related to this article.

Restorative justice, What does it look like in practice?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Na prática, a Justiça Restaurativa pode funcionar com ou sem o envolvimento da vítima. “A vítima é a titular dos danos. Em vez de usar metodologias de castigo, propomos uma ação construtiva, o infrator precisa construir um plano de compensação do mal que causou”, esclarece o magistrado. A vítima, no entanto, pode preferir não participar, e a alternativa é envolver familiares e pessoas envolvidas na comunidade a qual o infrator pertence. “Existem casos em que é feito um círculo de fortalecimento familiar, para estreitar os vínculos.” O juiz encarregado do processo pode, inclusive, suspendê-lo e pedir que seja elaborado um plano de compensação. Se considerado plausível, é possível que o magistrado decida que o plano seja aplicado em vez da sentença.

Brancher acrescenta, no entanto, que o sucesso da modalidade depende da formação de um “exército de facilitadores”, uma vez que o trabalho precisa ser feito corpo a corpo. “A medida possui eficácia preventiva. Temos mil facilitadores se formando em Caxias do Sul para atuar na prevenção. Depois, vamos formar um grupo para facilitar situações conflitivas”, conta o magistrado. Além de evitar conflitos, a medida também procura inibir a reincidência, uma vez que pretende fortalecer a adesão do sujeito ao cumprimento de uma conduta socialmente aceitável. “A intenção é que siga sem ser mandado, mas porque reconheceu esse valor, porque as pessoas próximas a ele estão testemunhando e cobrando dele”, elucida.

El Salvador: Rechazan violencia en marcha y piden una cultura de paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de La Prensa Grafica (Reimpreso como un servicio no comercial)

Varias instituciones educativas del municipio de Sonsonate realizaron una marcha por la paz y por el rechazo a la violencia, con la intención de hacer conciencia entre los habitantes para mejorar la situación de convivencia. Decenas de estudiantes del Instituto Nacional Thomas Jefferson y del Instituto Politécnico de Sonsonate se concentraron frente a la alcaldía de la cabecera y portaban pancartas con mensajes pidiendo el cese de la violencia entre los seres humanos.

salvador

Los alumnos fueron acompañados por bandas de paz y cachiporristas, quienes al son de la música ofrecieron un espectáculo al público que se concentró en varias arterias del recorrido del desfile por la paz.

El grupo de jóvenes recorrió la 1.ª avenida norte, cruzó por la calle Salarrué y después tomó la avenida Morazán, hasta llegar a la colonia 14 de Diciembre.

Según los organizadores, la marcha fue organizada con motivo del Día Internacional de la no Violencia.

Sonsonate fue en años anteriores uno de los 16 municipios más violentos del departamento; no obstante, han implementado algunos planes que han reducido los índices considerablemente.

Según estadísticas de la Policía Nacional Civil (PNC), el municipio de Sonsonate dejó de ocupar el primer lugar en homicidios y este ha bajado al quinto lugar, con 26 asesinatos en lo que va del año, frente a los 35 del año pasado.

Las estadísticas de la PNC sitúan a Izalco como el más violento del departamento de Sonsonate, con 114 homicidios en lo que va del presente el año; seguido de Nahuizalco, con 41; San Julián, con 32; Armenia, con 30, y Sonsonate, con 26.

Las autoridades locales señalan que la reducción de los hechos violentos en la cabecera departamental se debe a una serie de programas que diversas instituciones, con el apoyo del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), realizan en Sonsonate por medio del plan Soluciones.

La intención de los involucrados en estos programas es mejorar la convivencia entre los niños y jóvenes en edad escolar y por ello varios de sus proyectos están enfocados a los centros educativos.

( Clickear aquí para la version inglês)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Colombia: Jóvenes por la paz: multitudinarias marchas en 16 ciudades del país

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un articulo de Caracol TV

Decenas de miles de personas marcharon este miércoles en al menos 16 ciudades de Colombia exigiendo al gobierno y a la oposición que lleguen a un “acuerdo de paz ya” con las FARC, tras el rechazo a lo pactado con esa guerrilla en un plebiscito. En 12 ciudades, como Bogotá, Barranquilla y Cali, los ciudadanos clamaron porque el presidente Juan Manuel Santos, impulsor del pacto de paz con las FARC, y el exmandatario Álvaro Uribe, feroz opositor de lo negociado, lleguen a acuerdos comunes que permitan seguir en la búsqueda de superar un conflicto armado de más de medio siglo.

march
video de la marcha disponible en la página web de Caracol TV

“Me está doliendo el corazón. La paz no es de Uribe ni de Santos, la paz es de nosotros. Eso me tiene indignado”, dijo Alejandro Quevedo, un profesor de matemáticas de 31 años que asistió a la convocatoria de origen universitario en Bogotá.

Con camisetas y flores blancas, al menos 30.000 personas participaron en Bogotá en una marcha de silencio y por la paz que finalizó en la céntrica Plaza de Bolívar, en protesta por los resultados del plebiscito del domingo, donde el 50,21% de los votantes dijo “No” al acuerdo alcanzado con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) tras casi cuatro años de negociaciones en Cuba.

Santos convocó un diálogo nacional para buscar alternativas y se reunió este miércoles con Uribe en la sede presidencial, desde donde declaró que está decidido a “buscar caminos de unión y reconciliación” para alcanzar la paz.

“No más víctimas”

“Por todo lo que nos une y todo lo que nos separa”, se leía en el cartel que encabezaba la marcha, llevada a cabo en absoluto silencio y en la que solo sobresalían algunos puños en alto, la llama de velas blancas y los colores de las banderas de Colombia y de la comunidad gay.

“Marcho ante la incertidumbre y ante el silencio y la falta de voluntad de solucionar las cosas de quienes votaron ‘No’, siento que es lo único que puedo hacer ahora para intentar buscar soluciones”, afirmó Lina Vanegas, una maestra universitaria de 29 años presente en la manifestación.

En silencio y portando velas también participaron algunos funcionarios del gobierno, como el ministro del Interior, Juan Fernando Cristo, y el alto consejero para el posconflicto, Rafael Pardo.

(Clickear aqui para la version inglês.)

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

 

Question related to this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Pero el mutismo de la marcha se rompió cuando los asistentes entonaron el himno nacional, que dio paso al grito de consignas como “Queremos la paz”, “No más guerra”, “No más víctimas” y “Ni un paso atrás”, y a formar con cirios el símbolo de la paz.

Los manifestantes leyeron luego la “Oración de la Paz”, un discurso del asesinado líder liberal Jorge Eliécer Gaitán, que en febrero de 1948 lideró las protestas de 100.000 personas en la capital en contra de la persecución política del gobierno conservador de Mariano Ospina Pérez.

“Impedid, señor presidente, la violencia. Sólo os pedimos la defensa de la vida humana, que es lo menos que puede pedir un pueblo”, clamó entonces Gaitán, pocos meses antes de ser asesinado.

Es “necesario” parar el odio

En Barranquilla y Cali decenas de ciudadanos vestidos de blanco exigieron además el fin de la conflagración interna y que se mantenga el cese al fuego bilateral vigente con las FARC desde agosto y que la víspera fue ampliado por Santos hasta el 31 de octubre.

“Las personas que realmente sí han vivido la guerra querían un cambio, querían una transformación (…) y no se pudo” demostrarlo en el plebiscito, dijo Stefany Vergara, una estudiante de literatura de 28 años de la Universidad del Valle, en Cali, donde marcharon cerca de 4.000 personas.

Las FARC, por su parte, apoyaron con mensajes en Twitter lo que denominaron “#PazALaCalle”. “Mantendremos voluntad de paz y disposición de usar solo la palabra como arma de construcción de futuro. La paz triunfará”, afirmaron.

La convocatoria rompió las barreras del país. En Nueva York, unos 50 colombianos se reunieron en Times Square, el corazón de Manhattan, para cantar “¡Colombia quiere la paz!” y abogar por el fin del conflicto armado más antiguo del continente.

“La sociedad civil ha empezado a movilizarse para decirle al gobierno que no queremos una renegociación sino que se haga un acuerdo ya”, afirmó el pintor Ricardo Prado, de 25 años, en el acto en la ciudad estadounidense.

Los colombianos también pidieron el fin de la guerra en ciudades de Holanda, Inglaterra, República Dominicana, Ecuador y Francia.

Colombia vive un conflicto armado que ha enfrentado durante más de 50 años a guerrillas, paramilitares y la fuerza pública, con un saldo de unos 260.000 muertos, 45.000 desaparecidos y 6,9 millones de desplazados.