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Brasil: Gerência de Cultura de Paz e Mediação completa um ano nesta quarta

EDUCACIÓN PARA LA PAZ . .

Un artigo de Jornal de Uberaba

Nesta quarta-feira, a Gerência de Cultura de Paz e Mediação da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) completa um ano. Foi um período de resultados positivos na solução de conflitos, de forma a evitar novos processos judiciais e estimular o diálogo entre as partes. Ao todo, foram realizados 3.185 atendimentos, com 75% dos conflitos resolvidos por meio de acordos.

Além disso, diversas outras iniciativas foram adotadas para acelerar a mediação e a conciliação durante o período. Foram realizadas parcerias com administrações regionais, escolas públicas e universidades de Direito do DF que realizaram mediações e conciliações, capacitações com mais de 200 servidores com pós-graduação e cursos à distância, oficinas de gestão e alinhamento, treinamentos e oferta de bolsas de pós-graduação com contrapartida de os beneficiados contribuírem para o crescimento da cultura de paz e mediação da Defensoria Pública do DF.

As três demandas mais recorrentes na gerência ao longo deste primeiro ano foram alimentos, divórcio consensual e divórcio.

A implementação da ferramenta de gestão dos resultados com o planilhamento sistemático dos dados também foi essencial para o aprimoramento dos trabalhos da gerência e a tomada de decisões.

Em comemoração ao aniversário da gerência, a DPDF criará uma subsecretaria específica para concentrar as ações de mediação no âmbito da instituição. Será mais uma forma de incentivar a prática nos atendimentos realizados pela Defensoria Pública, como forma de evitar a judicialização e dar celeridade aos casos. Atualmente, a Gerência de Cultura de Paz e Mediação é vinculada à Escola de Assistência Jurídica da DPDF

Também em homenagem à data, a DPDF promoverá, em 18 de agosto, palestra com o juiz do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) André Gomma, um dos idealizadores dos métodos autocompositivos de resoluções de conflitos no Brasil e referência nacional no tema. A aula integrará o curso de formação continuada em Atendimento do Direito de Família, Cultura de Paz e Mediação e Infância e Juventude, promovido pela Easjur.

A proposta da gerência é fomentar métodos adequados à solução de conflitos, dando ênfase à mediação e à conciliação, a fim de efetivar a justiça multiportas, prevista no Código de Processo Civil de 2015. Com os objetivos de humanizar os conflitos, buscar a paz, promover a educação em direitos e a celeridade do processo, o índice de solução das primeiras 2,2 mil demandas recebidas foi de 90%, entre setembro de 2022 e março de 2023.

Em comemoração ao aniversário da Gerência, a DPDF criará uma subsecretaria específica para concentrar as ações de mediação no âmbito da instituição.

O defensor público-geral, Celestino Chupel, reconhece o papel transformador da gerência no cenário de judicializações excessivas tradicionalmente estabelecido. “É necessário romper com os paradigmas e atualizar as técnicas utilizadas na resolução de conflitos. A mediação permite a solução de litígios de forma mais rápida e descomplicada, além de facilitar a comunicação eficaz entre as partes”, analisou.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Para a defensora pública e chefe da Gerência de Cultura de Paz e Mediação, Lídia Nunes, o trabalho realizado na mediação é muito importante para evitar a judicialização e a eventual sobrecarga do Poder Judiciário. “Por meio das técnicas de autocomposição, conseguimos conscientizar as pessoas e dar informações para que elas mesmas possam construir a solução para os seus conflitos. É uma forma mais célere e efetiva de resolução dos litígios”, explicou.

Projeto inovador

O Núcleo de Assistência Jurídica (NAJ) Deusa Maria de Carvalho, localizado no Fórum de Ceilândia, inovou na execução do projeto de mediação em processos em andamento. Foram 203 audiências realizadas em oito dias ao longo do mês de julho, com uma taxa de sucesso de 95%.

O êxito se deve à oferta de 12 bolsas integrais de pós-graduação em Direito no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) a defensores e servidores da DPDF, que devem colaborar com um mínimo de 40 horas em audiências de mediação, conciliação ou tentativa de acordo na região administrativa. O intuito da iniciativa é aumentar a oferta de audiências de métodos pacíficos de resolução de conflitos para os moradores de Ceilândia, região mais populosa do Distrito Federal.

A proposta da Gerência é fomentar métodos adequados à solução de conflitos, dando ênfase à mediação e à conciliação, a fim de efetivar a justiça multiportas, prevista no Código de Processo Civil de 2015.

Escola de Assistência Jurídica

Nesse último ano, a Easjur participou ativamente da evolução institucional da Cultura de Paz e Mediação no âmbito da Defensoria Pública do DF. Com a criação da gerência, o órgão educacional concebeu os fluxos de trabalho com os núcleos da DPDF e órgãos que integram a administração pública local, bem como produziu materiais de orientação que conferiram essência e rumo para os trabalhos.

Estabeleceu alinhamento com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) para garantir maior alcance no atendimento, além de parcerias com instituições de ensino superior viabilizando a entrada de professores e centenas de alunos na instituição para colaborar com a prestação de serviços em mediação à população hipossuficiente.

Por outro lado, com vistas a garantir capacitação e aperfeiçoamento técnico, alinhado com instituições privadas, foram ofertadas centenas de bolsas de pós-graduação e cursos de formação para os defensores e servidores da DPDF.

Desjudicialização das demandas

Um dos intuitos da mediação e da conciliação é a resolução de conflitos por meio do diálogo, evitando-se, assim, a judicialização de demandas e a sobrecarga do Poder Judiciário.

Uma das pessoas que procuraram a Gerência de Cultura de Paz e Mediação nesse período foi Regiane Braseiro, de 32 anos. Ela é mãe de cinco filhos e acionou a Defensoria Pública do DF para realizar o exame de DNA do filho mais novo, de oito meses. “Preciso comprovar a paternidade do meu filho caçula para incluir o nome do pai na certidão de nascimento e solicitar a pensão alimentícia”, explicou.

Espaço Conciliar

m abril, a DPDF, o TJDFT e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) inauguraram o Espaço Conciliar. O novo ambiente oferece atendimento multidisciplinar, com o objetivo de identificar a viabilidade de resolução de conflitos sem a interposição de ação judicial, solucionando as questões por meio da mediação ou da conciliação in loco e gratuita.

Colombia: La Escuela Abraza la Verdad

. DERECHOS HUMANOS .

Especial para CPNN de Amada Benevides

La espera ha terminado. Después de que en el 2017 naciera la Comisión de la Verdad, hoy martes 28 de junio de 2022, cinco años después, se presentó el informe final en el Teatro Jorge Eliecer Gaitán, de Bogotá.

El pasado 9 de junio más de 1300 instituciones educativas en toda Colombia conmemoramos el primer aniversario de la entrega del Informe Final de la Comisión de la Verdad. En compañía de organizaciones de la sociedad civil y secretarías de educación las escuelas se organizaron para vivir un día especial con sus comunidades educativas, abriendo un camino de diálogo y reflexión sobre el valor de la verdad en la convivencia y la historia del conflicto armado colombiano.

El 28 de junio de 2022, después de más de 3 años de trabajo, la Comisión para el Esclarecimiento de la Verdad, la Convivencia y la No repetición entregó a la sociedad su Informe Final. La Comisión de la Verdad (CEV), junto con la Jurisdicción Especial para la Paz (JEP) y la Unidad de Búsqueda de las Personas Desaparecidas en el marco del Conflicto Armado (UBPD) hacen parte del Sistema Integral de Verdad, Justicia, Reparación y No repetición surgido del Acuerdo entre las FARC –EP y el Gobierno colombiano para finalizar el conflicto armado que duró más de 60 años.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Truth Commissions, Do they improve human rights?

What is happening in Colombia, Is peace possible?

El informe de la Comisión se compone de 11 capítulos que están diseñados en múltiples formatos para que puedan ser abordados por diversas comunidades y poblaciones. El Informe final de la Comisión es un bien público. Sus recomendaciones surgen de un análisis profundo sobre lo ocurrido durante años de violencia de más de 1.000 informes entregados por sociedad civil, cerca de 30.000 personas entrevistadas y escuchadas sobre lo que es necesario para la no repetición. No todas las recomendaciones están dirigidas al Gobierno ni al Estado; hay varias que recaen sobre el resto de la sociedad civil y es por ello que es tan importante su divulgación con los sectores de la educación formal y no formal. Niñas, niñas, adolescentes y jóvenes, así como toda la comunidad educativa, tienen el derecho a conocer la verdad de lo que pasó en el marco del conflicto armado y el compromiso de trabajar en acciones para que esto no se repita.

Para conmemorar la fecha del lanzamiento del informe las organizaciones aliadas de la Comisión invitamos a las instituciones educativas a desarrollar tres jornadas especiales de deliberación y acción con el objetivo de promover espacios de reflexión con la comunidad educativa sobre los aspectos más importantes del Informe y cómo estos procesos aportan a la construcción de paz desde el esclarecimiento de la verdad y las recomendaciones para la construcción de convivencia que desarrolló la CEV en sus tres años de trabajo.

Las organizaciones aliadas de la Comisión, entra las que se cuenta Fundación Escuelas de Paz – organizaciones de la sociedad civil, universidades, Secretarías de Educación y el Ministerio de Educación Nacional – conscientes que el aporte a la Paz debe ser un proceso continuo, nos unimos con el fin de proponer el desarrollo de una agenda conmemorativa con tres fechas- hitos que motiven la reflexión sobre el trabajo que se realiza desde el Sistema Integral para la Paz y mantenga vivo el Legado de la Comisión.

Estas jornadas serán:

Junio 9 – La Escuela Abraza la Verdad.

Agosto 30 – La Escuela abraza la empatía.

Octubre 2 – La escuela abraza la justicia y la restauración.

El Gloria Fuertes de Andorra demuestra el «poder transformador de la educación» en el Encuentro Nacional de Escuelas UNESCO

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de La Comarca (publicado con permiso)

(Ver también El Encuentro de Escuelas de Unesco arranca en Andorra para fortalecer la cultura de la paz).

«En los tiempos que corren, llenos a veces de discursos de odio y violencia, solo espero que la esencia de lo que se construyó hace 41 años con este colegio viva para siempre y se quede con vosotros». Así despidió Lola Oriol, directora del Colegio Público de Educación Especial Gloria Fuertes de Andorra, el XXXIV Encuentro Nacional de Escuelas UNESCO del cual este año dicho centro era anfitrión. Lo hizo entre aplausos de los 130 docentes de todo el mundo participantes, y justo antes de que Los Amigos del Folklore de Andorra llenaran de música la sala para despedir un evento que «ha sido un éxito» y que, sobre todo, ha demostrado «el poder transformador de la educación».

El Encuentro Nacional de Escuelas UNESCO se organiza cada año en un centro educativo de España. El año pasado se celebró en Zumaia (Guipuzkoa) y hacía 28 años que no recalaba en Andorra. En ese entonces, el año 1995, el Gloria Fuertes acogió el octavo Encuentro de Escuelas UNESCO, dejando un «recuerdo imborrable» para las personas más veteranas de la red, un sentimiento que también se repetirá tras el encuentro de este mismo año. «Poder llevar a cabo este encuentro ha sido la ilusión de mi vida», dijo Oriol.

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Question for this article:

What is the relation between peace and education?

Will UNESCO once again play a role in the culture of peace?

Los actos del encuentro comenzaron el lunes y se alargaron hasta este mismo jueves con conferencias, diferentes sesiones de grupo de trabajo y una mesa redonda con expertos en el patrimonio del territorio. En estos tres días tampoco faltaron símbolos tan importantes para Andorra y el resto de pueblos de la comarca como los tambores y bombos de la ruta o visitas a lugares «imperdibles» como el Centro Pastor y el Poblado Íbero ‘El Cabo’ de la villa minera. Representantes de Escuelas UNESCO de diferentes partes de España, y otros lugares más lejanos como Angola, Portugal, Polonia, Argentina o Cuba pudieron descubrirlos. Y todo ello sin dejar de lado la oportunidad de degustar productos de Teruel y disfrutar de una noche de música en directo y tapeo por las calles de la localidad organizada por la Asociación Empresarial Andorra-Sierra de Arcos y Bajo Martín bajo el nombre ‘La noche del Gloria’.

Entre los objetivos que perseguía este encuentro, se encuentran: promover la cooperación, el intercambio de conocimientos y las asociaciones de colaboración entre escuelas afines en todo el territorio español; poner de relieve los cuatro pilares de la educación -aprender a conocer, aprender a hacer, aprender a ser y aprender a vivir juntos-; y actuar como laboratorio de ideas para estimular pedagogías innovadoras y creativas para llevar a la práctica conceptos globales en la escuela.

Ahora, después de tres intensos días de actividad, todos estos encuentros han servido para fijar los objetivos de trabajo a conseguir el próximo curso desde el Gloria Fuertes. «Va a ir todo muy vinculado a la prevención del acoso escolar y el maltrato. Además, también trabajaremos en temas de sostenibilidad, algo en lo que ya llevamos inmersos desde hace cinco años a través del proyecto ‘Desplastifícate’, con el cual buscamos concienciar sobre el uso del plástico en nuestras vidas», explicó Oriol.

A estos objetivos también se unirá la puesta en valor del patrimonio del territorio, otra de las temáticas que estuvo presente en más de una ocasión durante el encuentro y en la cual también se podría incluir el papel que el Gloria Fuertes cumple para cientos de familias.

El próximo año el encuentro será en Aguilar del Campoo (Palencia), aunque el colegio de educación especial de Andorra mantendrá las puertas abiertas «para siempre» a todos los que este año hicieron posible esta edición. «Llevamos a cabo muchísimos eventos, pero creo que este ha sido el más importante. Para mí, ha sido la ilusión de mi vida. Ha quedado claro que el Gloria Fuertes irradia luz y la gente lo ha sabido captar. No puedo hacer otra cosa que no sea dar las gracias», concluyó, emocionada, su directora.

República Dominicana: Ministerio de Educación desarrolla programa para fomentar una cultura de Paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo del Gobierno de República Dominicana

El Ministerio de Educación de la República Dominicana (MINERD) ejecuta un programa dirigido a fomentar en la comunidad educativa, sobre todo en los estudiantes, una cultura de paz y resolución pacífica de conflictos.

La Estrategia Nacional de Cultura de Paz, como se llama el programa implementado a través de la Dirección de Orientación y Psicología del Viceministerio de Servicios Técnicos y Pedagógicos, busca fortalecer los valores para formar una ciudadanía amante de la paz y con capacidad para afrontar y resolver los conflictos que puedan generarse en su entorno social.

La viceministra Ancell Scheker señaló que “la propuesta de Cultura de Paz se implementa con y para todos los actores de la comunidad educativa, entendiendo que la escuela se encuentra acompañada de las familias y en un contexto comunitario en el cual enseñamos y desde donde aprendemos a convivir con el otro”.

Question for this article:

What is the relation between peace and education?

Precisó que la Cultura de Paz se aborda en los centros educativos partiendo del desarrollo de habilidades para la vida, con la intención de que el estudiantado aprenda a convivir con los otros con sentido de respeto, garantizando una convivencia armónica y teniendo en cuenta que el conflicto es connatural a los seres humanos.

Al respecto, la viceministra de Servicios Técnicos y Pedagógicos dijo que el programa Cultura de Paz enseña que lo que no es natural, ni se debe naturalizar son las distintas formas de violencia.

Así mismo el currículo nacional, que sigue un enfoque de competencias, incluye ejes transversales para fortalecer las temáticas generales que garanticen la formación ciudadana y el desarrollo integral de los estudiantes.

Entre las competencias fundamentales que se desarrollan a lo largo del currículo, algunas inciden directamente en la construcción de una cultura de paz, tales como la Competencia Ética y Ciudadana, Comunicativa, de Resolución de Problemas, de Desarrollo Personal y Espiritual, y Competencia Ambiental y de la Salud.

Ancell Scheker citó que recientemente la Dirección General de Currículo publicó en formato digital un fascículo sobre cultura de paz para orientar a los docentes cómo abordar el tema transversalmente en el desarrollo curricular.

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México: Universidad Veracruzana lanza Plan de Cultura de Paz y No Violencia

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Universidad Veracruzana

En un esfuerzo por fomentar la paz y erradicar la violencia en el ámbito universitario y en la sociedad en general, la Universidad Veracruzana (UV) aprobó por unanimidad del Consejo Universitario General su Plan de Cultura de Paz y No Violencia, en sesión realizada el pasado 2 de junio. 

Esta iniciativa promueve la construcción de una convivencia armónica y respetuosa entre todos los miembros de la comunidad universitaria, así como fomentar la cultura de paz en el estado de Veracruz y se puede consultar en el sitio institucional.

El programa, desarrollado por un equipo multidisciplinario de expertos en educación, psicología, sociología y derechos humanos, tiene como propósito sensibilizar a la comunidad estudiantil, académica y administrativa sobre la importancia de promover la paz como un valor fundamental para el desarrollo integral de las personas y la sociedad.

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Questions for this article:

 
Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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El Plan de Cultura de Paz y No Violencia se articula con las políticas institucionales que establecen promover una cultura de paz y no violencia con enfoque en derechos humanos, igualdad y equidad de género, así como de reconocimiento de la interculturalidad y de la diversidad de diversidades, a través de acciones desde la normatividad universitaria que favorezcan las buenas prácticas entre la comunidad universitaria, sentando las bases sobre los principios establecidos en el Código de Ética de la UV. 

Impulsa la transversalización de los derechos humanos y la resolución pacífica de conflictos; aspira a garantizar espacios universitarios libres de todo tipo de violencia, a través de la sensibilización, el diálogo, el fomento a la igualdad, la inclusión, la equidad y la interculturalidad. 
 
De igual modo, busca implementar acciones afirmativas y apoyos específicos que garanticen la equidad en el acceso a la institución de los grupos vulnerables; asimismo, fomentar redes de colaboración a nivel institucional que fomenten sinergias para la difusión del conocimiento y la construcción de una cultura de paz. 

Para alcanzar tales fines se promoverá la comunicación y el diálogo como herramientas para la construcción y para la transformación hacia una cultura de paz que se extienda en todos los niveles, tanto en las entidades académicas como en las dependencias universitarias. 

La implementación de este programa se suma a los esfuerzos que la UV ha venido realizando en materia de responsabilidad social y formación integral de sus estudiantes, con el propósito de formar profesionales comprometidos con el bienestar social y la construcción de una sociedad más justa y pacífica. A través de esta iniciativa, la institución reafirma su papel como referente en la promoción de valores fundamentales para el desarrollo humano y el progreso de la sociedad veracruzana.

México: Promueven la UAEMéx y Poder Judicial cultura de la paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Capitale México

Hoy, más que nunca, es vital recordar y valorar la importancia de generar una cultura de paz en nuestra sociedad, afirmó el rector de la Universidad Autónoma del Estado de México (UAEMéx), Carlos Eduardo Barrera Díaz, al encabezar, con el presidente del Tribunal Superior de Justicia del Estado de México, Ricardo Sodi Cuellar, la premiación del Primer Concurso Estatal de Oratoria por la Cultura de la Paz y la clausura de la Semana de Acceso a la Cultura de la Paz.

En el Aula Magna “Magistrado Licenciado Gustavo A. Barrera Graf”, el rector sostuvo que la paz es la construcción de una convivencia basada en el respeto, la comprensión, la tolerancia y la empatía. “La paz se logra cuando reconocemos nuestra interdependencia y nos comprometemos a tratar a los demás con dignidad y justicia”, dijo.

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Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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Destacó que la colaboración entre el Poder Judicial del Estado de México y la UAEMéx fue fundamental para hacer posible este evento e instó a los presentes a seguir construyendo puentes y promoviendo la paz en todos los ámbitos de nuestras vidas.

En su oportunidad, Ricardo Sodi Cuellar celebró que la Autónoma mexiquense cuente con la Licenciatura en Medios Alternos de Solución de Conflictos, ya que construir la paz es el anhelo más importante de toda sociedad.

“Mediar es un arte fino, elegante, donde las personas aprenden a través del mediador, que es el que facilita este aspecto, a construir las bases para la paz, para resolver un conflicto, porque la sociedad siempre tiene conflictos y la manera en que los resolvamos nos va a acercar o alejar de la paz”, dijo el magistrado.

En su oportunidad, el magistrado Enrique Víctor Manuel Vega Gómez subrayó que para hablar de construcción de la cultura de la paz hay que apostarle al involucramiento de la sociedad.

Aseveró que la realización de este evento, en el que también participó la Universidad Mexiquense de Seguridad, es una forma de conducir a la juventud hacia la confección de una democracia participativa, impulsada para promover la paz.

La directora de la Facultad de Derecho, María José Bernáldez Aguilar, puntualizó que la conjunción de esfuerzos entre las instituciones del estado es fundamental para la construcción de una cultura de paz sólida y duradera.

Al unir fuerzas, manifestó, demostramos que la construcción de una cultura de paz no es una tarea individual sino un esfuerzo conjunto que requiere la participación activa y comprometida de todas las instituciones y actores sociales. “Es a través de esta colaboración y trabajo en equipo que podemos sentar las bases para un futuro más pacífico y justo”, dijo.

Brasil: Lula cria grupo de trabalho de combate à violência nas escolas

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artigo de Migalhas

O presidente Lula assinou decreto criando um grupo de trabalho interministerial, com o objetivo de implementar políticas de prevenção e enfrentamento à violência nas escolas.

O decreto foi publicado no DOU, nesta quinta-feira, 6. A medida foi criada após o massacre em uma creche em Blumenau/SC, onde quatro crianças morreram.

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Questions for this article:

 
What is the relation between peace and education?

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O grupo de trabalho terá coordenação do ministério da Educação e conta com mais sete ministérios e duas secretarias. Com duração inicial de 90 dias, o grupo deverá propor medidas diversas, incluindo eventual edição de decretos e projetos de lei de enfrentamento a esses crimes. Um dos focos poderá ser mecanismos de regulação da internet, onde proliferam grupos de ódio que estimulam esse tipo de atentado.

Outras medidas

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou a liberação de R$ 150 milhões para ampliar as patrulhas escolares em todo o país, em meio à onda de ataques a escolas e creches. 

Outra medida da pasta é intensificar o monitoramento de ameaças e planejamento na internet de ataques a escolas. De acordo com Flávio Dino, 50 policiais federais passarão a monitorar exclusivamente esse tipo de crime, a partir de uma central da da Diop – Divisão de Operações Integradas, vinculada à Senasp – Secretaria Nacional de Segurança Pública do ministério, em apoio direto às polícias estaduais. Até então, eram 10 policiais envolvidos neste trabalho.  

Cultura de paz

O ministro da Justiça ainda defendeu o envolvimento de meios de comunicação e entidades privadas e da sociedade civil em uma grande mobilização nacional em favor da cultura de paz, que inclua, por exemplo, a adoção de protocolos em casos como esse, para se evitar uma exposição excessiva dos autores desse tipo de atentado, que buscam justamente os holofotes.

Leia o decreto na integra.

Azueï: la unión de dominicanos y haitianos a través del arte

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Un artículo por María Luisa López en Acento

Que un grupo de dominicanos y haitianos se reúnan para crear arte puede parecer inusual, debido a la compleja relación entre República Dominicana y Haití.

Sin embargo, en agosto del 2015, un pequeño grupo de personas decidieron unirse para crear un proyecto que impulsara una cultura de paz y así garantizar un espacio de diálogo a través del arte y la cultura entre los dos pueblos.


Esta es la pared pintada en la frontera por grafiteros del movimiento Azueï. Foto: Josué Azor

La reunión se realizó a orillas del lago que separa Haití de la República Dominicana: Azueï. De ahí surgió el nombre de este movimiento entre artistas locales y del vecino país con el que además se busca deshacer prejuicios, valorar la riqueza del patrimonio insular y la proximidad de ambas culturas.

“Decidimos crear un movimiento para tener otra manera de hacer las cosas entre nosotros. Para fortalecer la cultura entre las dos naciones, crear obras conjuntas y a  través de esta creación común estamos descubriendo al otro”, dice a ACENTO Rachèle Magloire, presidenta de la asociación Azueï en Haití.

Al respecto, la también cineasta narra su propia experiencia: “Yo particularmente nunca tenía una figura amiga dominicana. Nunca eso me pasaba en la cabeza. Se había roto la dinámica de colaboración y solidaridad entre los dos países. Ahora hasta hablo un poco español y tengo amigos dominicanos”.
Mientras que Younès Karroum, miembro fundador del movimiento, explica que Azueï es pluridisciplinar, ya que está compuesto por músicos, grafiteros, cineastas y activistas sociales.

Al preguntársele sobre la complejidad que puede conllevar unir a ciudadanos de ambas naciones, debido a las diferencias culturales de cada uno, Karroum destaca el arte y la confianza.

“Las claves de como generar confianza no reside en el discurso, sino en cómo trabajar en las artes; de encontrar, primero, un lenguaje común para poder construir lo que sea. Para eso hay que identificar al otro como alguien con quien puedo compartir, puedo trabajar, y esto se construye a través de ejercicios, dinámicas de creación…”, dice.

A esto agrega que, muchas veces, lo complejo es dejar de lado la lectura nacional que se puede llegar a tener cuando se va de un país al otro.

“Es decir, cuando tenemos estos encuentros, estos momentos, me quito este gorro de lectura contextual que puedo tener yo desde mi país hacia el otro y tomo la mirada del otro e intento tener otra visión. Abrirse la mente. Y esto en Azueï funciona. Los artistas de Azueï tienen esta identidad integrada de que “somos Azueï”. Y el discurso de los mismos artistas ha evolucionado muchísimo en estos siete años porque asumen ya cosas del otro que no asumían antes”, precisa.

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Question related to this article:

Solidarity across national borders, What are some good examples?

Do the arts create a basis for a culture of peace?

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Una isla unida por el arte

Tanto Magloire como Karroum coinciden en que el arte es la vía más idónea para unir ambos pueblos, y aseguran que la clave que les ha funcionado es la de hacerlo desde una posición constructiva.

Definen el arte como una herramienta clave para cambiar las mentalidades, tanto de dominicanos como de haitianos, y la percepción que tienen uno del otro.

“Porque creo que, al final, ha habido políticas voluntarias de pintar un vecino de una manera por intereses políticos y esto con muchos recursos, en Dominicana en particular. Esto ha generado que se establezca a veces una mentalidad hacia el otro basado solamente en estos criterios, no en la realidad del día a día. En Dominicana hay mucha interacción con haitianos. Hay muchos ejemplos de solidaridad. Hay muchas organizaciones trabajando en el tema, hay muchos casos de relación positiva”, indica Karroum.
.
De su lado, Magloire pone también en contexto el tema de la discriminación y asegura que no solo ocurre hacia los haitianos, sino también hacia los dominicanos.

“También vemos la discriminación contra los haitianos porque nuestros artistas fueron apresados o maltratados. Tenemos algunos que viven aquí. Pero también descubrimos la discriminación contra los dominicanos. El racismo no solo es contra los haitianos. Hay un racismo profundo aquí (en la isla), del cual no se habla”, indica.

Actividades en el país

En estos días, Azueï está inmerso en una gira por República Dominicana que ha incluido movilizaciones, talleres, ensayos, grabación de documentales y sesiones de música.

“Las actividades empezaron en febrero con una residencia en el rancho ecológico Campeche de Xiomara Fortuna con los grafiteros del equipo de Azueï, y portadores de organizaciones culturales de Haití y Dominicana que dentro del proyecto QuisqueyArt hemos financiado para incentivar intercambio más allá de nosotros, que otras organizaciones puedan emprender estos intercambios culturales. Porque en Dominicana hacen falta proyectos culturales con Haití, e igual en Haití hace falta esta conexión”, precisa Karroum.

Explica que dicha residencia, realizada como una dinámica de transformación de conflictos a través de las artes, se trabajó el concepto para un mural en la frontera de Dajabón y Juana Méndez.

Entre las actividades de la gira en el país también incluyeron un conversatorio con todo el equipo del movimiento en El Portal Cultural, en la Ciudad Colonial.
En el mismo lugar, para hoy viernes, tendrán una sesión con todos los músicos de Azueï para quienes quieran ir y tocar con ellos.

Y para el cierre de la gira realizarán un concierto en el Centro Cultural de España, en la Ciudad Colonial, a las 8:00 de la noche, en el que tocarán todas las canciones de su álbum Artybonito.

México: Realizan en San Lázaro encuentro por una cultura de la paz en escuelas normales

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artíclo de Canal del Congress

En la Cámara de Diputados se llevó a cabo el “2° Encuentro Internacional por una Cultura de Paz en las Escuelas Normales”, donde autoridades culturales del recinto legislativo y estudiantes de México y Colombia, coincidieron en la necesidad de implementar acciones para erradicar los conflictos al interior y al exterior de las escuelas normales.

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Questions for this article:

 
What is the relation between peace and education?

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Al respecto, la coordinadora de Servicios de Información, Bibliotecas y Museo, Carolina Alonso Peñafiel, señaló que debe ser prioridad fortalecer los derechos humanos y las competencias en materia de relaciones pacíficas y la prevención de conflictos, por lo que es necesario establecer soluciones que formen parte de los programas educativos. 
 
En tanto, la directora de Bibliotecas, María Vázquez Valdez, refirió que este encuentro representa una oportunidad para establecer lazos, estrategias y reflexiones para elaborar un tejido sobre la paz entre ambas naciones, a fin de abrir un camino pacífico en escuelas y comunidades, para sembrar la paz y superar la violencia. 
 
Al evento, asistieron estudiantes y profesores de las escuelas normalistas de México y Colombia, quienes intercambiaron ideas para contribuir a erradicar actos de violencia al interior de sus instituciones y con ello, construir comunidades seguras.
 En sus intervenciones, propusieron talleres de concientización y sensibilización, para crear redes de comunicación entre estudiantes y reforzar el respeto a culturas e ideologías generando ambientes de paz, armonía y destinar recursos a espacios seguros para estudiantes con discapacidad.


 En tanto, profesores y estudiantes de las escuelas normales de Colombia indicaron que, ante los contextos en los que se desarrollan sus instituciones, es necesario erradicar la violencia y transitar hacia una construcción de paz dentro y fuera de las escuelas, por lo que es fundamental trabajar la inclusión y la interculturalidad en el marco de la paz.

Colombia: Secretarios de cultura del país, reunidos en Villavicencio para construir ‘Cultura de Paz’

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Periódico del Meta

Durante la primera jornada del ‘Encuentro de Responsables de Cultura 2023’, los secretarios de cultura de los 32 departamentos del país, de las ciudades capitales y algunos distritos, así como el Ministerio de las Cultura, las Artes y los Saberes, llegaron a Villavicencio con el fin de construir agendas conjuntas a través del intercambio de experiencias entorno a la Cultura de Paz en los territorios. 


Encuentro de Responsables de Cultura. Foto: @Corcumvi

“Este encuentro es muy importante porque en los 25 años que lleva el Ministerio de Cultura, es la primera vez que se realiza un evento en el sur de Colombia. Es un departamento y un municipio que ha sido seleccionado por la diversidad que representa y por esa apuesta de llegar a los territorios que en algún momento sufrieron la inclemencia de la guerra y que ahora están buscando destacarse por aspectos importantes, como lo es la cultura y las artes”, explicó Edith Agudelo, directora de Corcumvi. 

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Question for this article:


Do the arts create a basis for the culture of peace?

What is happening in Colombia, Is peace possible?

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Asimismo, la viceministra de Fomento Regional y Patrimonio (e), Adriana Molano Arenas, explicó uno de los ejes estratégicos del MinCultura para construir Cultura de Paz en todo el país, principalmente en los territorios que han sido olvidados culturalmente.
“La manera de cómo se va a distribuir es lo que tenemos que diseñar conjuntamente. Sin embargo, queremos dejar claridad que en el marco de nuestros ejes de transformación del Gobierno de justicia social y de justicia cultural, nuestra distribución va a tenerlos en cuenta a todos, pero sí tendrá una prioridad en los municipios que han sido olvidados y marginados de las políticas culturales”, manifestó Molano. 
Algunos de los temas que están en agenda son los patrimonios, las bibliotecas, la formación artística, el Programa Nacional de Concertación, la dignificación de los artistas, las culturas ancestrales y por último, las culturas campesinas, una de las prioridades del MinCultura. 

“Una de las prioridades del ministerio es la elaboración de un programa de cultura campesina, lo estamos haciendo junto con el Instituto Colombiano de Antropología y en articulación con varios ministerios, como lo son el de agricultura y ambiente”, añadió la funcionaria. 
Dentro del encuentro, el ministro de Cultura (e.), Jorge Ignacio Zorro Sánchez, recalcó la intención de generar un cambio en el país, por medio de los acuerdos que han sido estipulados en conjunto. 
“Conocemos que este encuentro tiene unos acuerdos previos que han sido determinados conjuntamente con las regiones y estamos seguros que este será el mejor camino para el cambio y las transformaciones que requiere la nación, y que se construya colectivamente entre todos y todas, valorando la diferencia como elemento enriquecedor de las sociedades democráticas”, indicó Jorge Zorro.