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Firman en La Habana histórico acuerdo de paz para Colombia

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Un articulo de Prensa Latina

Tras casi cuatro años de diálogos, delegaciones de las FARC-EP y del gobierno de Colombia rubricaron en esta capital un acuerdo final para la solución política del conflicto armado en ese país suramericano. Firmado la víspera [24 agosto] por los representantes las insurgentes Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP) y del Ejecutivo de Juan Manuel Santos, el documento comprende un conjunto de iniciativas que contribuyen a la materialización de los derechos constitucionales de los colombianos, para garantizar una paz estable y duradera.

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La iniciativa significará terminar con el enorme sufrimiento causado por el conflicto y supondrá la apertura de un capítulo de la historia nacional, con el cual se da inicio a una fase de transición que permita la integración territorial, la inclusión social y el fortalecimiento de la democracia, afirmaron las partes.

A través de un comunicado conjunto, leído por los representantes de los países garantes, Cuba y Noruega, los representantes de esa guerrilla y el gobierno de Santos señalaron que el pacto cuenta con un enfoque amplio, para asegurar que la implementación respete la diversidad de género, étnica y cultural.

El punto uno del acuerdo contiene la Reforma Rural Integral, que contribuirá a la transformación estructural del campo; mientras el segundo aborda una ampliación democrática que permita la aparición de nuevas fuerzas en el escenario político a fin de enriquecer el debate y la deliberación sobre grandes problemas nacionales.

A su vez, la tercera parte contiene el acuerdo Cese el Fuego y de Hostilidades Bilateral y Definitivo y la Dejación de las Armas; el punto cuatro aborda la solución al problema de las drogas ilícitas; el quinto el tema de las víctimas; y el sexto los mecanismos de implementación y verificación.

Los jefes de las delegaciones gubernamental, Humberto de la Calle, y de las FARC-EP, Iván Márquez, firmaron siete originales del documento, los cuales se distribuirán entre las partes negociadoras, los países garantes y las naciones acompañantes (Venezuela y Chile).

El séptimo ejemplar se depositará tras su firma ante el Consejo Federal Suizo en Berna o ante el organismo que lo sustituya en el futuro como depositario de las Convenciones de Ginebra.

A este texto conclusivo de las conversaciones le seguirá la décima conferencia de las FARC-EP, el plebiscito, cuya fecha está por definirse y mediante el cual se busca refrendar lo pactado, así como la firma protocolaria de la paz.

Los firmantes coincidieron en que si bien no es el acuerdo perfecto, constituye un mecanismo viable para iniciar las transformaciones necesarias en Colombia, sobre bases de garantías al respeto de los derechos fundamentales de las nuevas y futuras generaciones.

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Programa inovador de liderança, ética e cultura de paz transforma jovens brasileiros

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Um artigo de Herbert Lima, 29 anos e participante do programa

Se a nossa cultura promove tantas violências, como podemos transformá-la em uma Cultura de Convivência?

A ideia de liderança, assim como tantas outras ideias, está se transformando. Vivemos não uma era de mudanças, mas uma mudança de era. Temos conhecimentos suficientes para construir uma sociedade que favoreça uma convivência saudável conosco, com os outros e com o ecossistema onde estamos inseridos.

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Para promover essas transformações, contudo, mudanças de olhares e atitudes são necessárias. É esse o objetivo do programa Ética e Cultura de Paz – Jovem liderança para uma convivência cidadã, que é promovido pela Palas Athena e acontece através de 4 oficinas e 3 imersões na natureza – totalizando 30 horas de atividades. Esse programa é concebido pela Palas Athena, que há mais de 40 anos forma gestores públicos e privados, lideranças locais e educadores de todo o país. Conheça mais da Palas Athena aqui.

Foram selecionados 44 participantes, jovens com diferentes histórias de transformação social. O processo de seleção levou em consideração a diversidade de áreas de atuação e territórios dos participantes. Todos agora seguem na formação que já rende parcerias e bons frutos para a promoção de um mundo melhor.

“é realmente um programa incrível para nós, acredito que todo o conhecimento que recebo hoje aqui vou poder distribuir em minhas atividades diárias, com certeza sou uma pessoa melhor ao conviver com as pessoas neste curso e poderei trabalhar ainda mais pela cultura de paz e transformar o mundo de uma boa maneira.”

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Jovens do mundo todo se reúnem em Hiroshima para falar de cultura de paz e desarmamento nuclear

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Um artigo de Herbert Lima e Myrian Castello

A Rede Mundial de Prefeitos pela Paz organiza anualmente em conjunto com a Hiroshima Peace and Culture Fundation e a Universidade da Cidade de Hiroshima no Japão um curso de verão intitulado Hiroshima e a Paz. O Objetivo deste curso de verão é oferecer aos estudantes uma luz sobre a natureza da guerra e construção da paz sobre vários aspectos, incluindo o bombardeio nuclear de Hiroshima e ao mesmo tempo explorar assuntos contemporâneos relacionados a paz mundial e a era da globalização.

Hiroshima
Jovens participam do curso Hiroshima e Paz (turma de 2015)

O curso conta com a participação de diversos professores e autoridades, além do depoimento de sobreviventes da bomba atômica que assolou a região durante a segunda guerra mundial. Neste ano 40 jovens selecionados pela Rede Mundial de Prefeitos de todo mundo irão participar do curso que dura 10 dias e está inserido no calendário oficial de eventos em memória dos mortos pela bomba da cidade de Hiroshima no mês de agosto.

No site da universidade de Hiroshima são fornecidas mais informações sobre o curso https://www.hiroshima-cu.ac.jp/Hiroshima-and-Peace/index.htm

Se quiser saber mais sobre a Rede Mundial de Prefeitos pela Paz no site : www.mayorsforpeace.org/

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Brasil: Uma Fábrica dos Sonhos criando novos caminhos para a Cultura de Paz e não-violência

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Um artigo de Herbert Lima e Myrian Castello

A Fábrica dos Sonhos é um movimento nascido no Brasil que desde 2013 cria espaços para desenvolvimento de pessoas e organizações, realização de sonhos, conexões e cultura de paz. O movimento foi idealizado pelos jovens Myrian Castello, Thayná Monteiro e Herbert Lima, que sonham em um mundo melhor aonde as pessoas possam realizar seus sonhos. Eles criam atividades tais como cursos, palestras, e encontros que despertam a melhor versão das pessoas usando diversas ferramentas que incentivam a ação e a reflexão.

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Foto: Atividade com Jogo Cooperativo

Uma atividade de destaque recentemente organizada pela Fábrica dos Sonhos é a Trilha da Des-conexão um novo movimento que estreou no dia 26 de Junho e reuniu um grupo de pessoas entre 14 e 56 anos no Parque Ibirapuera em São Paulo. A proposta era enxergar no meio corrido e estressante que envolve a cidade de São Paulo uma oportunidade para trazer às pessoas uma maneira de se desconectarem do seu dia-a-dia, dos seus smartphones, para se conectarem consigo e com a natureza que as cercam e promoverem a cultura de paz, o aut-conhecimento e a relação delas com o mundo.

A Trilha da Des-conexão contou com a participação de especialistas e ações de:

Jogos cooperativos – “Como jogamos no jogo, jogamos na vida” – Com o intuito de promover reflexão e autoconhecimento de maneira divertida, os jogos cooperativos propõem uma maneira de ser quem somos, sem barreiras e julgamentos.

Biomimética – Descobrir soluções para o mundo através da observação da natureza.

Cultura de paz – Descobrir, aprender e compartilhar o que é paz para cada um e como podemos levá-la para nosso dia-a-dia

Programação Neuro Linguistica (PNL) – Descoberta e ressignificação da história de cada um.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Youth as future peace-builders, What project-based learning initiatives are available?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Utilizaram também as metodologias criadas pela organização para promoverem consciência como a “Mentoria Colaborativa” que é a colaboração entre os participantes para desenvolvimento dos sonhos e da consciência.

Além disso a Fábrica dos Sonhos propõem também a criação de uma economia mais consciente e positiva, com a promoção do desenvolvimento de uma nova relação com o dinheiro em que a organização visa trazer cursos acessíveis para os participantes. As pessoas que participaram da trilha puderam escolher entre: pagar apenas o custo do material, o material mais as horas trabalhadas dos organizadores, ou ainda colaborar com a organização de forma voluntária com um valor acima dos custos. Supreendentemente 85% das pessoas escolheram a última opção.

“ Achei sensacional o sistema de pagamento! Fez a trilha ser acessível e mais ainda, fez ela ser construída por todos. Minha sugestão é continuar com esse sistema de escolha de pagamento, para que mais pessoas se sintam confortáveis e participem.”

“Aprendi que não preciso de horas de convivencia para me tornar amiga de alguém, aprendi que um domingo no parque pode ser muito mais que isso, aprendi que momentos simples como compartilhar uma refeição com alguem pode ser sensacional.” Finotti, A.

Durante a caminhada fizeram paradas com reflexão e conexão com a história de cada um e com a natureza que foi essencial para que cada um descobrisse mais sobre si e sobre a natureza, abrindo espaço para a paz de dentro para assim promovê-la no mundo.

As trilhas acontecem regularmente e em calendários específicos. Para maiores informações basta entrar em contato pelo e-mail: fabricadossonhosx@gmail.com ou pelo site: www.fabricadossonhos.net

¿Después del acuerdo qué?: “En Colombia nos tocará desarmar las palabras”

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Un artículo de Nazareth Balbas en RT (abbreviado)

El anuncio de la firma del acuerdo sobre el fin del conflicto armado en Colombia fue recibido con alegría, sin embargo, para creadores y activistas culturales del país suramericano, el gesto de La Habana es apenas el inicio de un desarme más complejo: el discurso de la violencia.

“Habrá que ir desarmando las palabras porque aún están cargadas de mucha violencia. Para eso hará falta mucha pedagogía y en eso la cultura puede ayudar muchísimo: a sanar, a buscar la verdad, a tener una especie de reparación”, considera Sergio Restrepo, gestor cultural y director del Teatro Pablo Tobón de Medellín, en entrevista a RT.

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Restrepo, quien recibió el anuncio desde Bruselas, considera que la firma del acuerdo es un punto positivo pero que “hará falta un callo duro” para afrontar la etapa siguiente, no sólo porque las expectativas son muy altas sino “porque el país se va a polarizar mucho más y eso se usará, sin duda, con fines electorales”.

Además de ese aluvión de polarización que se prevé en la esfera pública, la rúbrica del acuerdo supone que se hagan visibles realidades que permanecían soterradas por el conflicto, advierte Restrepo: La desmovilización de miles de personas que ahora tendrán que integrarse al ámbito civil, las profundas desigualdades sociales que deben resolverse para evitar el resurgimiento de actores armados y la necesaria presencia del Estado en zonas que históricamente han sido marginadas.

Ese proceso tendrá que hacerse en medio de un contexto económico complicado para Colombia, que este año ha sido afectada por la caída de los precios del petróleo y de la explotación del carbón, así como la depreciación de su moneda con respecto al dólar. El reto en ciernes, afirma Restrepo, es que el país retome la senda del crecimiento pero que el gobierno actúe para que ese auge retorne a la sociedad con mayor equidad.

“No vamos a superar tan rápido el conflicto porque son muchos los intereses antagónicos y los ánimos están crispados. La paz no se logra únicamente con una negociación o cese al fuego entre gobierno y las FARC, pero en todo caso, este proceso desescala la confrontación. Por ahora, estamos en la etapa de un post-acuerdo, no del post-conflicto”, sostiene Restrepo.

Para el director del Festival de Poesía de Medellín, Fernando Rendón, la firma del cese bilateral de hostilidades previsto para este jueves, “es la realización de un sueño de varias décadas para varias generaciones de colombianos que han padecido en carne propia todo el oprobio y toda la crueldad del conflicto doloroso y sangriento”.

A Rendón la noticia lo tomó por sorpresa y en medio de la cita que reúne en Medellín, la segunda ciudad más poblada de Colombia, a cientos de poetas nacionales e internacionales: “No sólo se abre una nueva época de reconciliación y recuperación del diálogo entre posiciones divergentes, sino que vamos a fortalecer la lucha por la belleza, por la convivencia”, declaró en entrevista a RT.

Rendón, al igual que Restrepo, considera que este es apenas el comienzo de un camino largo. “Lo que viene, naturalmente, es un post-acuerdo (…) El conflicto social no ha terminado, el conflicto político tampoco, y el conflicto cultural menos porque siguen en pugna una cultura de la masacre, de la violencia y de expoliación, contra la idea de una patria para la libertad, para la creación y para la expresión democrática”.

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What is happening in Colombia, Is peace possible?

Ver el boletín de CPNN: Colombia se prepara para la paz.

(El artículo continúa desde el lado izquierdo de la página)

Son sentimientos encontrados, confiesa. Por un lado, la alegría por la expectativa de que “Colombia pueda vivir en paz después de un infierno de guerra y se abra un período de prosperidad, de florecimiento cultural, de un nuevo espíritu generoso”, y por el otro, el temor de que se repita una historia de compromisos diluidos.

“Esperamos que el gobierno entienda que el conflicto no es solo con la guerrilla sino entre el Estado y el pueblo. Debe estructurarse un diálogo con la Colombia profunda de la selva, del campo, de las comunidades de base, de toda la sociedad colombiana para que podamos tener la certeza de una paz duradera”, apunta.

El director del Festival de Manizales, Octavio Arbeláez, estima que el acuerdo no es el último día de la guerra, pero hace que la paz sea “una utopía posible, próxima”.

“Es el comienzo del fin de un período de agudización de las contradicciones que dieron origen a las formas más violentas de enfrentarnos entre nosotros”, sostiene en declaraciones a RT. Porque el asunto está allí, dice, en el carozo del conflicto: en el miedo como relación social “que expropia la energía del cuerpo y la capacidad de construir un mundo del habla, la conversación y la imaginación”.

Si bien considera que Colombia ha avanzado mucho en enfriar el caldo de la confrontación social, lo que se evidencia en la disminución del número de víctimas del conflicto en los últimos años, “la violencia sigue siendo un campo sobre el cual se habla poco y al cual, en muchos casos, se le teme. Este es un referente significativo desde el que se debe trabajar por la gente de la cultura”.

La cultura, insiste, es el espacio idóneo para generar nodos, “espacios para la paz, el diálogo y la participación social”. Ya hay un camino andado con la labor de las comunidades de base en el país suramericano pero que no tienen suficiente “vinculación entre sus redes de conversación y acción, en un contexto donde perviven niveles de exclusión en diferentes esferas, acusándose profundamente en el mundo afro e indígena”, asevera Arbeláez.

“Diálogos de nación, sin excluidos, es nuestra necesidad”, agrega. . . .

La suscripción de ese tratado inicia, para Arbeláez, “la etapa del post-acuerdo, un acuerdo que debe ser apropiado culturalmente, que permita la irrupción de nuevas dimensiones de una cultura democrática por espacios y tiempos de libertad y creatividad”.

Es, también, el resquicio por el que Restrepo sueña un país posible pero, hasta ahora, desconocido: “uno donde podamos convivir en la diferencia, en el que podamos construir relatos desde la cotidianidad y cerremos esa brecha social que en Colombia es inaudita”.

“Ojalá el espíritu de este acuerdo pueda transmitirse al pueblo de a pie, de base, que es el gran creador de su destino. Mi esperanza es que este diálogo permee en todos los estamentos sociales para iniciar juntos la lucha por la existencia, por la belleza, por el amor, por la vida”, sostiene Rendón. . .

La paz entre FARC y gobierno de Colombia queda sellada en Cuba

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Un artículo de Marti

Colombia puso fin este jueves al sangriento conflicto armado de más de medio siglo, con la firma de un histórico acuerdo para el alto el fuego y el desarme entre el gobierno de Juan Manuel Santos y la guerrilla izquierdista de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

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El delegado de las FARC en Cuba, Rodrigo Londoño Echeverri, alias “Timochenko” (d) y el presidente de Colombia, Juan Manuel Santos (i) junto a el presidente de Cuba, Raúl Castro (c) sostienen en sus manos el acuerdo de paz.
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El acuerdo final de paz se firmará en Colombia, dijo el mandatario de ese país Juan Manuel Santos, quien agradeció a Cuba y a Raúl Castro por servir de anfitrión al proceso de paz.

En una ceremonia, celebrada en La Habana, Santos y el comandante de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), Rodrigo Londoño, o ‘Timochenko’, escucharon a la lectura de un acuerdo que detalla cómo unos 7.000 rebeldes van a dejar las armas y se van a desmovilizar una vez el acuerdo final de paz se suscriba.

El anuncio fue hecho por los delegados de los países garantes, Cuba y Noruega, en presencia del secretario general de Naciones Unidas Ban Ki-moon, y los presidentes de México, Chile, Cuba, Venezuela, entre otras personalidades de la región.

“La decisión de las partes representa un paso de avance decisivo, el proceso de paz no tiene vuelta atrás”, dijo el presidente de Cuba, Raúl Castro. “La paz será la victoria de toda Colombia pero también de toda nuestra América”.

Las FARC se comprometieron a entregar las armas y dejarlas en manos de la ONU, que construirá tres monumentos con ellas.

El cese del fuego bilateral y la dejación de las armas comenzarán con la firma del acuerdo final de paz y este último punto tendrá un plazo y desarrollo de 180 días.

Para tal efecto, se creará una instancia de monitoreo que verifique la entrega de los fusiles, que estará integrado por delegados de la ONU, las FARC y el gobierno colombiano.
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What is happening in Colombia, Is peace possible?

Ver el boletín de CPNN: Colombia se prepara para la paz.

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También se anunció la creación de áreas y campamentos para los guerrilleros desmovilizados y el compromiso, por parte de las autoridades, para combatir a grupos paramilitares, que estará a cargo de una unidad especial de la policía colombiana.

También se buscará proteger a los partidos políticos, lo que incluye al movimiento que “surja” de la transición de las FARC a la vida civil y política.

Aún quedan temas pendientes por negociar relacionados con la refrendación de los acuerdos para darle soporte jurídico y legal a los mismos a fin de que no sean reformados por un gobierno posterior. El mandato de Santos culmina en agosto de 2018.

El acuerdo final de paz se firmará en Colombia, dijo Santos.

“El acuerdo final lo firmaremos en Colombia y hoy quiero agradecerle finalmente a Cuba, al presidente Raúl Castro, nuestro generoso anfitrión”, dijo Santos desde La Habana, donde su gobierno firmó este jueves con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC, comunistas) las condiciones del alto al fuego definitivo, el desarme de los rebeldes y el mecanismo de refrendación del pacto final de paz.

El expresidente colombiano Alvaro Uribe, férreo opositor al proceso de paz con la guerrilla, dijo que con este acuerdo “la palabra paz queda herida” y se viola la Constitución colombiana y los tratados internacionales.

“La palabra paz queda herida con la aceptación de que los responsables de delitos de lesa humanidad como secuestro, carros bomba, reclutamiento de niños y violación de niñas no vayan un solo día a la cárcel y puedan ser elegidos a posiciones públicas”, afirmó el exmandatario en una declaración.

“La impunidad, además de ser la partera de nuevas violencias, pone a los acuerdos de La Habana incursos en violaciones a la Constitución y a los tratados internacionales de los cuales Colombia es signataria”, subrayó Uribe.

El exmandatario, que no ha sido partidario del diálogo con la guerrilla, inició hace varias semanas una campaña de “resistencia civil” a los acuerdos de La Habana, que incluye recolección de firmas y manifestaciones públicas.

Uribe señaló este jueves que el gobierno de Santos ha aceptado “negociar con el terrorismo el modelo democrático, las libertades económicas y las políticas sociales”, dijo este jueves el expresidente al expresar su oposición a los diálogos”.

Colombia: No habrá paz, sin Educación para la Paz

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Un informe de Amada Benavides

El encuentro “Educación, Pedagogía y Culturas de Paz”, en Bogotá, Jueves 19 de mayo, permitió analizar las transformaciones culturales que se deben generar desde la academia, los sectores sociales y comunitarios para construir escenarios de paz. Contó con la participación de los panelistas Alicia Cabezudo, especialista en Educación para la Democracia, Ciudadanía, Cultura de Paz y Derechos Humanos; Amada Benavides, Presidenta de la Fundación Escuelas de Paz; Manuel Rojas, experto en gestión, evaluación y sistematización de innovación educativa y construcción de culturas de paz en contextos de violencia y riesgo; Marcela Villegas, coordinadora Alianza Educación para la Construcción de Culturas de Paz- UNICEF; la moderación estuvo a cargo de Jorge Palacio, representante del Instituto para el Desarrollo de la Educación IDEP, y la asistencia de docentes, académicos y líderes de procesos de formación, quienes a partir de experiencias compartidas y reflexiones cotidianas, reafirmaron que no habrá paz, sin educación para la paz que transforme la cultura, para conseguirla se debe resignificar la pedagogía.

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Haga clic en la foto para agrandarla

Desde la academia, como afirma Alicia Cabezudo, se debe realizar un movimiento pedagógico que entienda a la ciudadanía como sujeto histórico, para deconstruir la guerra a partir de las prácticas y experiencias barriales, locales y comunitarias. Desde lo Social, según Manuel Rojas, el cambio cultural hacia la paz se debe gestar desde nosotros mismos como individuos, desnaturalizando la guerra, el lenguaje y las prácticas; dejando a un lado los individualismos. Así mismo, desde lo comunitario, es necesario reconstruir colectivamente el tejido social, como afirma Marcela Villegas, teniendo en cuenta las experiencias de culturas de paz que se han gestado desde los territorios, prácticas recogidas en el Encuentro Nacional de Educación para la Paz, expuestas por Amada Benavides.

El Encuentro, fue organizado por Psicoandinos (Capítulo de Egresados de Psicología de la Universidad de los Andes), la Alianza Educación para la Construcción de Culturas de Paz, el Instituto para la Investigación y el desarrollo Pedagógico –IDEP-, Uniandinos por la Paz y la Fundación Escuelas de Paz, en el marco de su decimoquinto aniversario, con el fin de posicionar en la agenda política y pública la Educación para la Construcción de Culturas de Paz.

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Celebran en Colombia acuerdo para blindar jurídicamente pactos de paz

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Un artículo de Prensa Latina

Parlamentarios, partidos políticos y plataformas como Marcha Patriótica celebraron hoy [12 may] el consenso rubricado por el Gobierno colombiano y las FARC-EP para garantizar la seguridad jurídica de todo lo convenido en la capital cubana.

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Video del accordo para HispanTV

Mediante su cuenta en Twitter el legislador Iván Cepeda, copresidente de la comisión de paz del Senado, calificó de trascendental la decisión de ambas partes beligerantes para “blindar” o resguardar los pactos derivados de las conversaciones en La Habana.

Según el abogado Humberto de la Calle, jefe de los voceros gubernamentales en dichas conversaciones, el documento final tendrá la categoría de Acuerdo Especial en los términos del artículo III, común a los convenios de Ginebra -1949- (piedra angular del derecho internacional humanitario).

Posteriormente, será incorporado al ordenamiento jurídico interno tras su aprobación en el Congreso de la República, seguida de la sanción presidencial, dijo.

Desde 2012 representantes del Ejecutivo y de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP) dialogan en Cuba para hallar una salida política a la guerra interna, encuentros que podrían finalizar satisfactoriamente en fecha próxima.

Es una de las mejores noticias que ha podido recibir el pueblo colombiano en medio de la campaña mediática y política promovida por la ultraderecha contra el proceso de paz, manifestó el partido Unión Patriótica en un comunicado.

En opinión de esa agrupación, tal alternativa resulta factible pues facilitará el cumplimiento de los principios de durabilidad y estabilidad de lo concertado.

Quedará blindado el acuerdo, nadie podrá cambiar ni una coma, subrayó la plataforma Marcha Patriótica, liderada por la excongresista Piedad Córdoba.

Al referirse al desarrollo de las reuniones con las FARC-EP, De la Calle informó que ambas delegaciones trabajan intensamente para definir los términos del cese el fuego bilateral y definitivo, la dejación de armas o desarme de los insurgentes, las zonas de ubicación transitoria de la guerrilla y las garantías para los futuros desmovilizados.

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Clasificación Mundial de la Libertad de Prensa 2016: la paranoia de los dirigentes frente a los periodistas

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Un artículo de Reporteros sin Fronteras

Reporteros sin Fronteras (RSF) publica la edición 2016 de la Clasificación Mundial de la Libertad de Prensa. El desempeño global muestra un clima de miedo generalizado y de tensiones, que se suma a una creciente influencia de los Estados y de los intereses privados en las redacciones.

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La edición 2016 de la Clasificación Mundial de la Libertad de Prensa muestra la intensidad de las acometidas de los Estados, de ciertas ideologías y de intereses privados contra la libertad y la independencia del periodismo.

Esta lista –que constituye una referencia en todo el mundo– muestra las posiciones que ocupan 180 países de acuerdo al margen de acción de sus periodistas. Al observar los índices regionales, encontramos que Europa (índice de 19,8 puntos) sigue siendo la zona en la que los medios de comunicación cuentan con mayor libertad, seguida –a gran distancia– por África (36,9) que, hecho inédito, pasa delante de América (37,1), debido a que América Latina se encuentra sumergida una creciente violencia contra los periodistas. Siguen las zonas de Asia (43,8), Europa del Este y Asia Central (48,4). Al final se encuentra África del Norte/Oriente Medio (50,8), que sigue siendo la región del mundo donde los periodistas enfrentan más vicisitudes y de todo tipo.

Tres países de Europa del Norte se encuentran a la cabeza de la Clasificación: Finlandia (1er. lugar desde 2010), los Países Bajos (2o, +2 lugares) y Noruega (3o, 1). En lo que respecta a las evoluciones más notables, encontramos el caso de Túnez (96o, +30), cuya situación mejoró porque disminuyeron las agresiones y los procesos legales contra periodistas, así como el de Ucrania (107o, +22), que ascendió en la Clasificación gracias a una relativa calma en el conflicto.

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Free flow of information, How is it important for a culture of peace?

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En el caso opuesto encontramos a Polonia (47o, 29), que sufrió una fuerte caída debido a que el partido ultraconservador retomó el control de los medios de comunicación. Mucho más abajo se encuentra Tayikistán, que sufrió una gran caída a causa de los excesos autoritarios del régimen (150o, 34). El Sultanato de Brunei también sufrió un retroceso espectacular (155o, 34), imputable a la instauración de la sharia y a las acusaciones de blasfemia, que provocan una fuerte autocensura. Burundi se hundió (156o, 11) debido a que fue escenario de actos de violencia contra periodistas tras la cuestionada candidatura y, más tarde, reelección, del presidente Pierre Nkurunziza. En la parte más baja de la Clasificación se encuentra el trío infernal, conformado por Turkmenistán (178o), Corea del Norte (179o) y Eritrea (180o).

“Desafortunadamente, es un hecho notable que numerosos dirigentes en el mundo han desarrollado una especie de paranoia frente al ejercicio legítimo del periodismo” señaló Christophe Deloire, Secretario General de RSF. “El clima general de miedo acarrea un odio creciente al debate y al pluralismo, un bloqueo de los medios de comunicación por parte de gobiernos en plenos excesos autoritarios y liberticidas, así como una influencia creciente de los intereses particulares en la información, en el sector privado. Es esencial defender el periodismo digno de ese nombre frente al incremento de la propaganda y de la información dictada o patrocinada por intereses particulares. Garantizar el derecho de los ciudadanos a una información independiente y confiable es una de las soluciones a los problemas locales y globales que enfrentamos” añadió

La Clasificación Mundial de la Libertad de Prensa, publicada cada año por RSF desde 2002, es una herramienta de promoción esencial, basada en el principio de emulación entre Estados. Su prestigio le ha permitido adquirir una influencia cada vez mayor ante los medios de comunicación, las autoridades públicas de los Estados y las organizaciones internacionales.

La Clasificación se sustenta en una evaluación de la situación de la libertad de prensa, basada en una valoración del pluralismo, de la independencia de los medios de comunicación, de la calidad del marco legal y de la seguridad de los periodistas en 180 países. Ésta se elabora a través de un cuestionario traducido en veinte lenguas enviado a expertos del todo el mundo. A este análisis cualitativo se suma un registro cuantitativo de los actos de violencia cometidos contra periodistas en el periodo tomado en cuenta.

La Clasificación no es un indicador de la calidad de la producción periodística ni un palmarés de las políticas públicas, incluso si los gobiernos tienen una gran responsabilidad en la situación.

Colombia: Encuentro Nacional de Educación para la Paz

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Presentación del informe final

Pensar en educación para la Paz, es una publicación fruto del Encuentro Nacional de Educación para la Paz, realizado el 1 y 2 de octubre de 2015. En este espacio de encuentro emergieron formas de construir y habitar la vida, lideradas por jóvenes, mujeres, hombres, que tejen su cotidianidad en medio de prácticas resistentes y creativas, que cuestionan y resignifican imaginarios y referentes culturales que han sostenido diversas violencias.

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El Encuentro Nacional de Educación para la Paz, se realizó con los objetivos de: 1) Poner en diálogo estas experiencias y facilitar el intercambio de saberes sobre la educación para la paz entre distintos actores y sectores de la sociedad desde la perspectiva de la educación para la paz y en torno a la construcción de culturas de paz; 2) Generar una reflexión de amplio espectro, sobre los retos que el contexto actual le presenta a la educación para la paz, tanto en las organizaciones sociales como en las instituciones educativas de todos los niveles que trabajan en esta dirección en el contexto nacional y 3) Potenciar acuerdos para la generación de políticas públicas en educación para la paz.

Consideramos fundamental recoger la experiencia del Encuentro Nacional de Educación para la Paz. Por ello, nos propusimos indagar alrededor de la pregunta ¿Cuál es la agenda de educación para la paz propuesta en el encuentro nacional? Desde luego que es ambicioso registrar toda la riqueza, las conversaciones, las prácticas, las preocupaciones, los anhelos y la diversidad de este encuentro. Sin embargo, Pensar en Educación para la paz, tiene por objetivo evidenciar las principales apuestas que emergen de las múltiples conversaciones que tuvieron lugar el 1 y 2 de octubre en el Encuentro Nacional de Educación para la Paz. Por ello hemos estructurado esta publicación de la siguiente manera:

Un cruce de Caminos, para dar cuenta de la génesis de este encuentro y sus coordenadas en los procesos de construcción de paz, que durante más de dos décadas han venido impulsando distintos actores en Colombia, en el marco de la educación para la paz, desde el que se evidencia la convergencia de actores diversos, nuevas sinergias, dinámicas y escenarios.

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What is happening in Colombia, Is peace possible?

Ver el boletín de CPNN: Colombia se prepara para la paz.

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Un método para encontrarnos, para dar cuenta de la propuesta metodológica, que facilitó el encuentro de seiscientos cincuenta y dos asistentes, provenientes de veintisiete departamentos del país, representantes de doscientas ochenta organizaciones que realizan accio- nes de educación para la paz.

Pensar en educación –Apuestas para la paz, para dar cuenta de las apuestas que emergen en el Encuentro Nacional de Educación para la Paz, a partir de un ejercicio de lectura de las conversaciones que se tuvieron en el encuentro y pueden orientar acciones y procesos en distintos escenarios.

Algunas propuestas para la acción, para dar cuenta de las propuestas de acciones concretas que se dieron en varias de las mesas de trabajo. Estas acciones se agrupan en varios campos: la movilización social, la generación y fortalecimiento de política pública, la Cátedra para la paz, la educación en derechos humanos y el andamiaje administrativo e institucional.

Otras miradas, para dar cuenta de las reflexiones y miradas que hicieron los invitados extranjeros y nacionales, en el marco del Encuentro Nacional de Educación para la Paz: Las profesoras Alicia Cabezudo, Rosa Ludy Arias Campos, Marina Caireta Sampero, Janet Gerson y los profesores David Adams, y Carlos Eduardo Martínez Hincapié, quisieron aportar algu- nos elementos desde lo que sintieron y observaron en relación con sus propias experiencias y estudios que sobre la educación para la paz y la paz misma han venido realizando.

Esta publicación estuvo a cargo de un grupo de perso- nas de varias de las organizaciones convocantes del Encuentro Nacional de Educación para la Paz, que recogieron los acuerdos y propuestas de la mesa de convocantes, para orientar los procesos metodológicos y de sistematización.

Esperamos que esta publicación Pensar en Educación para la paz, sea un aporte a la construcción de culturas de paz en Colombia, como un esfuerzo por contribuir a las múltiples iniciativas y procesos que se entretejen en la búsqueda de un país en paz y reconciliado.