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ONU: Consulta no Panamá reúne jovens latino-americanos para discutir paz e segurança

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Un artigo da Agência da ONU para Refugiados

Os principais desafios enfrentados pelos jovens na América Latina e no Caribe se concentram em questões de segurança, equidade e governança – elementos fundamentais para avançar em direção à paz sustentável. Nesse contexto, 63 jovens de diferentes países da região participaram da primeira Consulta Regional sobre Juventude, Paz e Segurança, realizada entre os dias 28 de maio e primeiro de junho na Cidade do Panamá.


Maha, uma jovem apátrida que participou da Consulta Regional sobre Juventude, Paz e Segurança, promove ativamente o direito de cada pessoa a ter uma nacionalidade. Foto: Miguel Trancozo.
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Os jovens selecionados são agentes de mudança em seus respectivos países e trabalham com a juventude em busca de uma sociedade mais justa e próspera. Muitos deles pertencem a grupos vulneráveis e a minorias, o que os motiva a serem os porta-vozes das mudanças que querem ver no mundo.

“Quando eu tinha 15 anos, eu perdi o meu pai por causa do crime e da violência”, diz Tawana, St. Kitts e Nevis. “Esse foi um chamado para mim. Decidi então assumir um papel proativo para fazer a diferença. Assim que eu voltar para o meu país eu vou transmitir aos jovens tudo o que está acontecendo nesta consulta. Eu me preocupo com os danos que a violência faz para o nosso país e nosso mundo”, disse Tawana.

A consulta procura formular propostas, a partir de um olhar de paz e segurança humana, que conte com uma ampla participação dos jovens e com ações concretas, direcionadas ao cumprimento da Agenda 2030.

Georgeanela, uma jovem costarriquense, ressalta que a coisa mais importante é que cada pessoa seja reconhecida como um sujeito de direitos humanos. Por isso é importante que as pessoas sejam educadas com um senso de respeito e tolerância, a fim de buscar a paz.

“Minha motivação é formular, com outros jovens da região, uma proposta de novas oportunidades e aproveitar esta ocasião para melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas”, conta Georgeanela.

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What is the United Nations doing for a culture of peace?

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Algumas propostas dos jovens visam fazer uso de novas tecnologias e arte para promover uma cultura de paz e segurança na região.

De acordo com Ricardo, de El Salvador, devemos reconhecer que há muitas oportunidades e iniciativas partindo da juventude. Uma de suas grandes conquistas foi quando, através da criação de oficinas de hip hop e expressões artísticas, evitou que jovens ingressassem às gangues. Ele ofereceu aos jovens uma chance de se expressarem através dessa dança e utilizou-a como ferramenta de transformação social.

Por esse trabalho, Ricardo e sua família foram ameaçados e, portanto, forçados a se deslocarem. Mas isso só serviu como um motor para continuar gerando impacto, evitando que os jovens caiam nas mãos do crime organizado.

Fanny, mulher trans de El Salvador, luta pelos direitos da comunidade LGBTI no país.

“Ser jovem em El Salvador é um crime. Nós não temos liberdade para expressar-nos, não podemos andar pelas ruas livremente sem sermos estigmatizados pela própria comunidade. Ser jovem em El Salvador significa que somos todos membros de gangues, somos todos ladrões”. Fanny explica como a situação das quadrilhas e gangues afeta a juventude. “Alguns jovens foram mortos pelo simples fato de se negarem a fazer parte”.

Os jovens que tentam ajudar outros jovens em situação de vulnerabilidade se tornam vítimas de ameaças e perseguição.

Para Heidy, da Guatemala, “paz é a sair de casa, ir trabalhar, voltar e receber um abraço da minha mãe. Sabendo que eu consegui voltar sem ser estuprada ou agredida. A paz é o conjunto dessas pequenas coisas que conseguimos fazer em meio de tanto caos”.

A visão sobre o que é a paz muda de acordo com o contexto e as experiências. Para Maha, uma jovem apátrida, a paz é interior, é poder alcançar sonhos e objetivos. “Eu perdi meu irmão há um ano pela violência das ruas. Ele nasceu e morreu apátrida. Eu nasci apátrida, mas eu quero morrer pertencendo a um país. “A partir da sua experiência, ela advoga para que os 10 milhões de apátridas possam ter uma nacionalidade. “Não é sobre política. São pessoas e vidas humanas”, comenta.

Muitos dos participantes da consulta estão tomando medidas em prol da liberdade de gênero, do respeito às diferenças étnicas e culturais, da defesa dos direitos sociais e reprodutivos, da construção da democracia e do direito a ter uma nacionalidade.

Esses jovens voltam com a grande tarefa de seguir atuando no presente, visando o futuro que desejam construir, se comprometendo de continuar influenciando as comunidades e seus entornos para garantir uma região mais segura, pacífica e inclusiva.

Gobierno de Colombia y ELN acuerdan ayuda internacional para respaldar proceso de paz

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Un artículo de Sputnik

Las delegaciones de paz del Gobierno colombiano y de la guerrilla del ELN anunciaron el 6 de junio que alcanzaron una serie de acuerdos en la mesa de negociaciones en Ecuador, durante la segunda ronda de diálogos en esa ciudad, entre los que se cuenta la financiación internacional para impulsar dicho proceso de paz.



El nuevo presidente de Ecuador, Lenín Moreno, aseguró que su administración seguirá apoyando los diálogos de paz

“Se ha establecido el fondo de financiación para la Mesa de conversaciones entre el Gobierno Nacional de Colombia y el Ejército de Liberación Nacional (ELN), cuyo objetivo es movilizar contribuciones de la cooperación internacional para financiar, de manera transparente y flexible, los gastos relacionados con el desarrollo de la Mesa”, indicaron en un comunicado conjunto.

Asimismo, señalaron que durante las primeras dos semanas de negociaciones en el segundo ciclo de conversaciones (que inició el pasado 16 de mayo) lograron consensos en lo relacionado con los temas de la pedagogía y comunicación para la paz.

Según comunicaron, se logró “constituir un equipo conjunto de pedagogía y comunicación para la paz, cuyo objetivo general es promover la construcción de una cultura de paz mediante la generación de confianza y credibilidad, que le dé mayor solidez al trabajo de la Mesa de diálogos y de los acuerdos a que se llegue”.

Finalmente, destacaron el avance en la formalización de la creación del Grupo de países de apoyo, Acompañamiento y Cooperación a la Mesa de conversaciones (GPAAC).

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What is happening in Colombia, Is peace possible?

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“Para el GPAAC, conformado inicialmente por Alemania, Holanda, Italia, Suecia y Suiza, se han definido los términos de referencia que orientarán su desarrollo”, precisaron el Gobierno y la guerrilla.

El comunicado se conoció luego de que la prensa nacional señaló que 206 personas de diferentes poblaciones rurales del municipio de Santa Bárbara de Iscuandé (Nariño, suroeste) fueron desplazadas el pasado fin de semana por enfrentamientos entre el ELN y bandas criminales.

“Se precisa por parte de líderes comunitarios que cuatro adultos mayores permanecen en la zona donde se presentaron los combates por motivos de salud”, reveló la emisora local Blu Radio.

Asimismo, agregó que los desplazados se encuentran albergados en casas de amigos y familiares en situación de hacinamiento.

Sobre el hecho, ni el Gobierno ni el ELN se han pronunciado aún.

El Gobierno colombiano y el ELN mantienen diálogos de paz en su fase pública desde el pasado 8 de febrero, luego de que la participación de ese grupo rebelde con el Ejecutivo fuera respaldado por varios sectores que consideran que sólo se puede hablar de una paz general para Colombia cuando se logre un armisticio similar al alcanzado con las FARC.

El conflicto armado colombiano, que ha enfrentado a guerrillas, paramilitares, agentes del Estado y grupos narcotraficantes por más de medio siglo, es el más antiguo del continente y ha dejado unos ocho millones de víctimas, así como 300.000 muertos, 45.000 desaparecidos y 6,8 millones de desplazados, según reportes oficiales.

Argentina: Conferencia sobre Cultura de Paz

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Un anuncio por la Comisión de Cultura de Paz y Ciudadanía

Conferencia sobre Cultura de Paz: FORMAS PRÁCTICAS DE IMPLEMENTAR LA RESOLUCIÓN 53/243 de NU. «Declaración y Programa de Acción sobre una Cultura de Paz»

Organiza la Comisión de Cultura de Paz y Ciudadanía del Consejo Consultivo de la Sociedad Civil de la Cancillería Argentina.

APERTURA:

• Patricia Pérez
Directora del ILAPyC y Coordinadora de la Comisión de Cultura de Paz y Ciudadanía del CCSC.

• Fernando Lorenzo
Representante Especial para la Integración y la Participación Social. Coordinador General del Consejo Consultivo de la Sociedad Civil. Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto de la República Argentina.

EXPOSITORES:
• Alicia Cabezudo, Argentina – “El Proceso de Paz en Colombia”
Miembro del Equipo Pedagógico de la Cumbre Mundial de Premios Nobel de Paz. Responsable del Área de Formación y Capacitación del ILAPyC. Miembro del IPB – International Peace Bureau.

• Domen Kocevar, Eslovenia – “Proyecto Auschwitz”
Fundador y Director de Theosophical Library and Reading Room of Alma M. Karlin. Actualmente se encuentra trabajando en la creación del One Humanity Institute en Auschwitz.

FECHA Y HORA

lun. 29 de mayo de 2017
17:00 – 19:00 ART
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UBICACIÓN

Salón de Prensa, Palacio San Martín
Esmeralda 1231, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina
Argentina

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Argentina: Un Encuentro Único que Reunirá a 5 Premios Nobel de la Paz

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Un artículo de Rosario Net

Por primera vez en Argentina, se desarrollará un encuentro único que reunirá a 5 Premios Nobel de la Paz en una misma ciudad. El motivo: La PAZ. Una iniciativa de Fundación para la Democracia Internacional.

En junio, Rosario se convertirá en el escenario de una de las acciones más convocantes de la historia: VoyxLaPaz.

Un encuentro que incluirá sesiones, paneles de trabajo y un masivo evento que reunirá a referentes mundiales de la construcción de paz junto a exponentes destacados de diversas disciplinas para generar conciencia sobre el hecho de que no sólo un Premio Nobel de Paz o un activista social construye paz.

VOYXLAPAZ es una acción para la construcción de un mundo menos violento.

VIERNES 9 DE JUNIO

Paneles a cargo de los 5 premios Nobel de Paz. Lugar: Bolsa de Comercio de Rosario. (Paraguay 777, Salón Belgrano)

9 hs. “Educación para la paz”. Rigoberta Menchú Tum

11 hs. “Memoria, paz y perdón”. Adolfo Pérez Esquivel

14 hs. “Transparencia, democracia y paz”. Oscar Arias Sánchez

16 hs. “El rol de la mujer en la construcción de paz”. Shirin Ebadi

18 hs. “Trabajo, democracia y paz”. Lech Walesa

Evento libre y gratuito previa acreditación limitada por cupo de salón.

Acreditaciones (http://nannini.com.ar/acreditacion/paz/)

Panelistas que acompañarán a los Premios Nobel:
Emilio Pérsico Secretario General Nacional del Movimiento Evita.
Dr. Facundo ManesNeurólogo, Neurocientífico.
Susana Trimarco Mamá de Marita Verón,presidenta Fundación María de los Ángeles.
Rosario Lufrano Periodista.
Marcelo Colombo Titular de la Protex.
Rafael Pérez Taylor Director de Investigaciones Antropológicas de la UNAM.
Ramsés Vargas LamadridRector Universidad Autónoma del Caribe

SÁBADO 10 DE JUNIO
15 hs. Monumento Nacional a la Bandera
Gran evento de cierre. Entrada libre y gratuita.

Con las actuaciones en vivo de:

León Gieco, Juan Carlos Baglietto, Jairo, Patricia Sosa, Peteco Carabajal, Hilda Lizarazu y Raúl Porchetto. Dirección Musical y producción artística: Lito Vitale.

Los cinco Premios Nobel de Paz compartirán micrófono con cantantes, deportistas, exponentes de las artes, la cultura, la ciencia y la educación.

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Where in the world can we find good leadership today?

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PREMIOS NOBEL PARTICIPANTES:

Shirin Ebadi (Irán) Premio Nobel de Paz 2003
Abogada iraní y defensora de los derechos humanos. Fue una de las primeras mujeres en ser juez en su país y debió exiliase luego de la revolución islámica. Ebadi fundó la Asociación para el Apoyo a los Derechos de los Niños y Niñas y presta asesoría legal gratuita a personas acusadas por motivos políticos, ideológicos y religiosos. Recibió el Premio Nobel de Paz en 2003, por su trabajo por la democracia y los derechos humanos, especialmente los de las mujeres y los niños.

Rigoberta Menchú Tum. (Guatemala) Premio Nobel de Paz 1992
Indígena guatemalteca. Fue víctima de discriminación y dedicó su vida a combatir de manera pacífica los ataques contra la población indígena. Recibió el Premio Nobel de Paz en 1992 por su lucha contra la desigualdad y su papel como defensora de los derechos de las comunidades indígenas y de las mujeres.

Óscar Arias Sánchez (Costa Rica) Premio Nobel de Paz 1987
Político costarricense que asumió la presidencia de su país en 1986, período crítico para Centroamérica debido a los conflictos que se desarrollaban en países como Nicaragua y El Salvador. Trabajó en la estructuración de un plan de paz para la región, conocido como el “Plan Arias”, firmado por todos los presidentes centroamericanos el 7 de agosto de 1987. La consolidación del procedimiento para lograr la paz le hizo merecedor del Premio Nobel en 1987.

Lech Wałęsa (Polonia) Premio Nobel de Paz 1983
Político y sindicalista polaco. Fue uno de los líderes de la movilización obrera de 1980 y presidente del sindicato “Solidaridad” durante el período comunista. Su lucha se concentró en la mejora de las condiciones políticas y económicas de la clase trabajadora. Recibió el Premio Nobel de Paz en 1983 por su trabajo para resolver los problemas de la nación a través de negociaciones y trabajo conjunto sin violencia y obtuvo la presidencia de Polonia en diciembre de 1990.

Adolfo Pérez Esquivel (Argentina) Premio Nobel de Paz 1980
Activista argentino, defensor de los derechos humanos y del derecho de libre autodeterminación de los pueblos; defensor de la no-violencia y de la lucha pacífica por la justicia y la libertad. Es presidente del Consejo Honorario del Servicio Paz y Justicia América Latina, presidente ejecutivo del Servicio Paz y Justicia Argentina, de la Comisión Provincial por la Memoria de Buenos Aires, de la Liga Internacional por los Derechos y la Liberación de los Pueblos, de la Academia Internacional de Ciencias Ambientales, de la Fundación Universitat Internacional de la Pau de San Cugat del Vallés (Barcelona), y del Consejo Académico de la Universidad de Namur, Bélgica.

Este ES el camino. Empecemos a construir PAZ. Paso a paso.FUNDACIÓN PARA LA DEMOCRACIA INTERNACIONALLa Fundación distribuye sus esfuerzos en 3 ejes principales de trabajo:
-El diseño del primer Museo de la Democracia privado del mundo a inaugurarse en Rosario.
– Programa Cultura de Paz, que tiene como objetivo generar conciencia social sobre la importancia de la construcción de paz y la idea de que la construcción de paz nace de una decisión individual y aporta a una construcción colectiva.
– La lucha contra la esclavitud contemporánea y prácticas análogas: investigación, diseño e impulso de políticas públicas y trabajo de campo.

Su titular, Guillermo Whpei, fue homenajeado recientemente en Guatemala por la Premio Nobel de Paz 1993 Rigoberta Menchú Tum por “su impulso para situar en el centro de la agenda mundial la abolición de todas las formas de violencia urbana y esclavitud contemporánea, y su proyección entre los líderes del mundo por la paz”. Premiado por la Secretaría de la Paz de la Presidencia de la República de Guatemala, y Premio Internacional Maya 2016 (Madrid).

Colombia: Un impulso a la implementación. Congreso Nacional por la Paz

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Un artículo de Hernán Camacho en Seminario Voz

Con la fuerza de 18 departamentos y más de 300 organizaciones se suscribió el Pacto Nacional por la Vida y la Paz

Fue más que una iniciativa de paz. El Congreso Nacional de Paz, realizado entre los pasados 27 y 29 de abril, se convirtió en un movilizador de ilusiones que conducen al camino de la paz estable y duradera. Las expectativas de las organizaciones sociales convocantes se cumplieron, la agenda de nuevas movilizaciones e iniciativas de paz ya se está confirmando, y lo más importante: los asistentes al Congreso firmaron el Pacto Nacional por la Vida y la Paz.


Aspecto de la clausura del Congreso Nacional de Paz en la Plaza de Bolívar en Bogotá. Foto NC Noticias.
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Ese pacto es un compromiso que describe la realidad actual del proceso de implementación del acuerdo de La Habana, y el proceso de paz en Quito con el ELN. Pero además dibuja lo que hoy está sucediendo en los territorios escenarios de conflicto, en las Zonas Transitorias Veredales de Normalización y en los antiguos territorios con presencia fariana. Un Pacto por la Vida es en esencia sacar las armas de la vida política nacional e impulsar la reconciliación entre los colombianos.

Dificultades

Así lo dijo en Bogotá el secretario general del Partido Comunista Colombiano, Jaime Caycedo, quien asistió al congreso regional de paz que sesionó en la Universidad Minuto de Dios, el pasado viernes 28 de abril: “Sacar las armas de la política no es solamente a la insurgencia, sino a aquellos sectores que se sustentan en el paramilitarismo y mantienen una guerra contra las fuerzas de izquierda que proponen una alternativa a un país clientelista y corrupto”, indicó Caycedo.

Y es que la preocupación, que mayoritariamente señalaron los participantes de la iniciativa en las regionales, se refiere al incremento de la presencia paramilitar en cada uno de los departamentos del país. La preocupación se centra mayoritariamente en Chocó, Antioquia, Cesar, Meta, Caquetá, entre otros. Testimonios como los de pobladores en Cacarica y Urabá antioqueño, advierten que allí hacen presencia fuerzas paramilitares con el beneplácito de tropas oficiales. “El Ejercito está paralizado”.

Tiempos de renegociación

Pero el paramilitarismo no fue el único tema de discusión en las extensas jornadas. Para el senador Iván Cepeda, del Polo Democrático, el Congreso de Paz debe significar un impulso al proceso de implementación y llamado de atención por el tiempo perdido y la velocidad que llevan las iniciativas legislativas en el fast track.

“Que se acaben los procesos de renegociación de los acuerdos y que de inmediato se inicie el trámite legislativo que tiene que ver con los acuerdos del desarrollo agrario integral”, indicó Cepeda, quien invitó a los candidatos y candidatas a la Presidencia de la República a respetar y comprometerse con los acuerdos de paz firmados.

La Organización de Naciones Unidas, asistió en cabeza de su residente Martín Santiago Herrero, expresando que su presencia en el Congreso de Paz, es muestra de la voluntad de la comunidad internacional por acompañar cada una de las iniciativas que contribuyan a hacer realidad la paz del país.

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What is happening in Colombia, Is peace possible?

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“La paz es una oportunidad de transformación y cambio de aquellas regiones que han sufrido el conflicto. Pero además la experiencia demuestra que son los primeros 18 a 24 meses los más importantes en la implementación de los acuerdos. Todos los esfuerzos son necesarios”, señaló Santiago.

La ONU se mostró preocupada por tres asuntos neurálgicos para consolidar la paz. De una parte, salvaguardar la vida de los defensores de derechos humanos y algunos casos de muerte a excombatientes de las FARC y sus familiares; por otro lado, la presencia de grupos criminales sucesores del paramilitarismo, y la necesidad de avanzar en el proceso de paz con el ELN.

En el mismo sentido fue la intervención de Roberto Menéndez, Jefe de la Misión de Apoyo al Proceso de Paz en Colombia de la OEA. “El Congreso de Paz motiva el esfuerzo que han hecho el Gobierno nacional, las insurgencias, las comunidades, mujeres, pueblos indígenas, pueblos afro, trabajadores y el pueblo en generar por salir de la tragedia del conflicto. También reconocer un Congreso que se precia de tener distintas visiones de la paz”, indicó Menéndez.

La paz regional

Para la dirigente del partido Verde, Ángela María Robledo, el Congreso de Paz reveló que la paz tiene un enfoque regional: “Estamos aquí para seguir acompañando la implementación y darle un apoyo incondicional a la mesa de paz del ELN. Hay que sacar las armas de la política, debemos fortalecer el Estado de Derecho y debemos enfocar la paz desde las regiones para transformar la vida de los colombianos y colombianas de la Colombia profunda”, afirmó Robledo.

El comandante guerrillero Iván Márquez, hizo presencia y expresó su agradecimiento por la invitación a las FARC-EP. Desde la tribuna señaló: “El acuerdo de paz del 24 de noviembre firmado en el Teatro Colon, son más que 310 páginas. Es la partida de nacimiento de una potencia transformadora que en manos del pueblo y de estadistas con visión, podrá ser utilizada para llenar la patria de humanidad, inclusión, respeto al otro y de justicia social. Urge activar el gran acuerdo político nacional mencionado en la introducción del acuerdo que defina las reformas y los ajustes institucionales para atender los retos que la paz demanda imponiendo un nuevo marco de convivencia social”, subrayó Márquez.

El cumplimiento del acuerdo que reclama Iván Márquez, lo reitera la comandante Victoria Sandino, quien denunció los pocos avances en el proceso de implementación de los acuerdos en el Congreso y en las Zonas Transitorias Veredales de Normalización. “Estamos construyendo una paz conflictiva, empezando por las situaciones del fenómeno paramilitar desatado en todo el territorio nacional. Están matando a los compañeros y familiares. La paz no puede ser posible en medio de la muerte”, afirmó Sandino.

El Gobierno

Otro de los asistentes fue el exalcalde de Bogotá Rafael Pardo, quien anotó que los retos más próximos en el proceso de implementación será la puesta en marcha de un ambicioso plan económico que logre hacer efectivos los puntos agrarios y sustitución de cultivos ilícitos. “Mayo es el mes fundamental para la implementación. Son desafíos grandes, pues las FARC deben terminar la dejación de armas y el Gobierno debe presentar el Plan Marco de Implementación, en lo que tiene que ver con los puntos uno y cuatro para los próximos 15 años. Ese marco va a regular los planes de desarrollo locales y nacionales de los tres siguientes quinquenios y cómo ser ejecutados. Para ello será el Consejo de Política Económica y Social quien fije los marcos presupuestales de los acuerdos”, indicó el ministro para el posconflicto, Rafael Pardo.

Al cierre de la jornada se llevó a cabo el conversatorio llamado: Cómo va el proceso con el ELN. Los participantes fueron Alberto Castilla como moderador, Juan Camilo Restrepo, jefe negociador del gobierno colombiano en Quito y el jefe guerrillero Eduardo Martínez, del ELN. Allí se mencionó la importancia de la participación de las comunidades pues son ellas las que hoy sufren la guerra. “Nosotros continuaremos en la mesa, dispuestos a avanzar en el camino de las dificultades, pero con todos”, indicó Eduardo Martínez.

Colombia: Santos celebra aprobación de Jurisdicción Especial para la Paz

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Un artículo de Prensa Latina

El presidente colombiano, Juan Manuel Santos, celebró hoy [14 mar] la aprobación en el Congreso del proyecto de ley que creará la Jurisdicción Especial para la Paz (JEP), considerada la columna vertebral del acuerdo con las FARC-EP.(PLRadio)


El presidente Santos

En su cuenta en Twitter el mandatario agradeció al Senado la validación de dicha norma la víspera -por 60 votos contra dos- durante su debate final, una de las más polémicas del paquete previsto para implementar lo pactado con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP), actualmente en fase de desarme.

En virtud de la JEP serán creados salones y tribunales para investigar, juzgar y sancionar a responsables del largo conflicto bélico con las premisas de cero impunidad frente a crímenes de lesa humanidad pero sí beneficios de indultos y amnistías en casos de delitos políticos y conexos.

Se trata del pilar para la reconciliación, insistió el gobernante en esa red social al referirse a la importancia de tal mecanismo encaminado a ejecutar la justicia transicional, la cual permite pasar de la guerra a un escenario de distensión.

Las acaloradas discusiones y el ausentismo de algunos parlamentarios habían obstaculizado la aprobación del mencionado proyecto por lo que el análisis de anoche estuvo acompañado por representantes de organizaciones de víctimas y otros ciudadanos defensores del acuerdo con las FARC-EP.

Promotores de la iniciativa popular ‘Ojo a la paz’, surgida para impulsar la implementación de lo concertado entre el Gobierno y esa guerrilla, permanecieron en las afueras del Capitolio e incluso dentro del recinto del Senado a fin de exigir la validación de la JEP.

Tal metodología forma parte de un sistema integral concebido con el objetivo de esclarecer la verdad, aplicar la justicia, reparar los daños causados a los perjudicados de manera directa por la confrontación (suman casi ocho millones) y ofrecerles garantías de no repetición.

La JEP nos permitirá conocer lo sucedido, no repetir la historia y dar la vuelta, Âípor fin!, a la página del conflicto, subrayó la Consejera Presidencial para los Derechos Humanos, Paula Gaviria.

El pasado 24 de noviembre Santos y el líder de las FARC-EP, Timoleón Jiménez, suscribieron el tratado definitivo con el que se comprometieron a terminar los enfrentamientos y hostilidades entre ambas partes tras medio siglo de contienda.

Gracias al Congreso por su aporte (…) #LaPazNoSeDetiene, comentó Jiménez este martes en su perfil de Twitter.

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Unión Europea, Gobierno Colombiano y sociedad civil juntos en el proyecto: “Radios Comunitarias para la Paz y la Convivencia”

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Un artículo de Radios Comunitarias para la Paz

Con la presencia de la Embajadora en Colombia de la Unión Europea, el Alto Comisionado para la Paz, la Ministra de Cultura y el Viceministro de las TIC, se lanza el próximo jueves 9 de febrero el más ambicioso proyecto de apoyo a la radio comunitaria que busca fortalecerla como actor relevante en la construcción de paz y convivencia.


El próximo jueves 9 de febrero, en el Museo Nacional de Colombia, a las 9 a.m. se presentará el proyecto “Radios Comunitarias para la Paz y la Convivencia”, financiado por la Delegación de la Unión Europea (UE) e implementado por la Red Cooperativa de Medios de Comunicación Comunitarios de Santander, Resander. El proyecto cuenta con el apoyo de la Presidencia de la República a través de La Conversación más Grande del Mundo, la Oficina del Alto Comisionado para la Paz (OACP), el Ministerio de Cultura y el Ministerio de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones.

Este proyecto se suma a las iniciativas que reconocen a las radios comunitarias como protagonistas de la construcción de paz en los territorios, y que tienen confianza en el potencial que este sector tiene. Así lo ha expresado la Delegación de la Unión Europea en Colombia, cuya Embajadora, Ana Paula Zacarías está convencida del papel fundamental que juega la radio comunitaria en la construcción de una paz estable y duradera: “La paz está en las regiones y es allí donde las emisoras comunitarias tienen sus objetivos, sus emisiones y sus audiencias. Ellas contribuyen a fortalecer el tejido social y la reconciliación”, explicó la diplomática.

Así suena la Paz en los territorios

En aras de fortalecer a los radialistas comunitarios como actores relevantes en la construcción de una paz territorial y, aprovechando la celebración del Día del Periodista, se abrirá la convocatoria pública: “Así suena la paz en los territorios”, que apoyará a 50 emisoras comunitarias otorgándoles recursos por más de 600 millones de pesos para la producción y emisión de programas radiales con contenidos sobre cultura de paz y convivencia. Esta cifra se suma a los más de mil millones de pesos que el proyecto entregará al sector de la radio comunitaria durante el 2017.

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What is happening in Colombia, Is peace possible?

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Simultáneamente se llevará a cabo el Encuentro Nacional de Redes Regionales de Radios Comunitarias que reunirá en Bogotá, a cerca del 70 por ciento de los representantes de las más de 600 emisoras comunitarias que existen en el país.

Comunicación local para la reconciliación

Este lanzamiento es, además, la apertura del V Taller: Construcción de Paz y Cultura de Convivencia desde la Radio Comunitaria en el que participarán radialistas del centro del país y seis periodistas de emisoras ubicadas en las Zonas Veredales Transitorias de Normalización (ZVTN). Asistirán representantes de emisoras comunitarias de Anorí, Ituango, Remedios (Antioquia), San José del Guaviare, El Retorno (Guaviare) y Policarpa (Nariño), cuyo trabajo de comunicación es vital no solo para la implementación del Acuerdo Final de Paz sino también, para lograr la reconstrucción del tejido social de territorios que dejan atrás el conflicto.

La Radio Comunitaria es un actor y agente de cambio local. Sus periodistas conocen la región en la que viven y la entiende en todas sus dinámicas. Es además, un amplificador de primera mano, de las inquietudes, necesidades, visiones y sueños de las comunidades en este camino que Colombia ha iniciado hacia la reconciliación y la construcción de paz. Así lo evidencian los micro mensajes pedagógicos de 90 segundos que han producido cerca de 140 radialistas comunitarios de todo el país en los IV talleres que este proyecto ha realizado hasta la fecha.

“La filosofía y los aspectos misionales de la radio comunitaria, por ser un actor de desarrollo cercano a las comunidades desde la comunicación en los territorios, se constituye en un gran potencial en esta época de postconflicto en Colombia”, señala Fernando Tibaduiza, Gerente del proyecto.

Para la Unión Europea, Resander y el Gobierno colombiano como aliado, es muy importante contar con su asistencia al lanzamiento y la visibilización de este trabajo conjunto, que fortalece la comunicación desde lo local para la construcción de una Colombia en paz.

Para mayor información comuníquese con Luisa Fernanda López, luisalopez@radioscomunitariasparalapaz.co, 3003077819

Puede descargar todo el material de prensa (fotos, videos, comunicados, perfiles etc.) en este enlace

XVI Cumbre Mundial de Premios Nobel de la Paz

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Noticia de Prensa de la XVI Cumbre Mundial de Premios Nobel de la Paz

Con la declaración final, que recoge su pensamiento y mensaje al mundo, los cerca de 30 laureados que participan en la 16 Cumbre Mundial de Premios Nobel de Paz cierran formalmente el encuentro de líderes de la reconciliación más importante del planeta, que por primera vez se realiza en una ciudad latinoamericana.

En la ceremonia de clausura de la Cumbre, que se lleva a cabo el día sábado 4 de febrero a partir de las 5:30 p.m. en Corferias, se entregará el Premio a la Paz, como un reconocimiento a un importante líder del mundo por sus acciones orientadas a la paz; la Medalla al activismo social a un líder colombiano, y el Premio a la transformación social a un proyecto de jóvenes que promueve un cambio positivo a escala local o global.

La cultura, como parte integral y transversal de esta Cumbre, también estará presente en la ceremonia de clausura, con la presentación de la Orquesta Filarmónica de Bogotá, los artistas César López, Marta Gómez y otros invitados especiales que sorprenderán a los asistentes.

DECLARACION FINAL

Nosotros, los galardonados con el Premio Nobel de la Paz, reunidos en Bogotá para promover la paz en el mundo y apoyar el esfuerzo del pueblo colombiano para alcanzar una paz justa y duradera, le damos la bienvenida a la familia Nobel al presidente Juan Manuel Santos y lo felicitamos por el acuerdo logrado para poner fin a un conflicto interno armado de 52 años de duración. Agradecemos al pueblo, a la sociedad civil colombiana, y en particular a la Cámara de Comercio de Bogotá, por su extraordinario apoyo a esta Cumbre.

Nos encontramos también aquí, en Colombia, para compartir con el pueblo colombiano nuestras propias experiencias en la construcción de la paz y para buscar un consenso sobre los principios fundamentales que deben orientar los caminos que llevan a ella.

Acogemos con complacencia la reciente firma, en noviembre de 2016, del acuerdo entre el Gobierno colombiano y la guerrilla de las FARC, que puso fin al último y más largo conflicto armado del Hemisferio Occidental, conflicto que dejó más de 8 millones de víctimas y desplazados, y más de 220 mil muertos.

Resaltamos algunas características del proceso de paz en Colombia, que pueden tomarse como lecciones para otros conflictos por resolver en el mundo:

– Se estudiaron y tuvieron en cuenta las experiencias positivas y negativas de otros procesos.
– La negociación partió de un postulado fundamental: el centro de la solución del conflicto es la reivindicación y garantía de los derechos de las víctimas a la verdad, la justicia, la reparación y la no repetición.
– Se logró un modelo innovador de justicia transicional que, al tiempo que respeta los estándares internacionales, busca alcanzar el máximo de justicia sin sacrificar la paz.
– El proceso se realizó en un ambiente de discreción, paciencia y seriedad, con comunicados periódicos a los medios de comunicación, evitando la presión de producir una noticia o un resultado cada día.

Hacemos un llamado a la comunidad internacional para que, así como rodeó el proceso de paz de Colombia, acompañe y respalde ahora su implementación. Esta incluye la garantía de la presencia del Estado y sus servicios en las zonas más afectadas por el conflicto; el desminado del territorio; la puesta en marcha del sistema de justicia transicional; programas de desarrollo rural, de sustitución de cultivos ilícitos y de reparación a las víctimas; el combate a la violencia generada por bandas criminales, como las integradas por antiguos paramilitares, y la reincorporación de los exguerrilleros a la vida civil, incluida la participación en política de las FARC, una vez cumplido su desarme.

El acuerdo de terminación del conflicto en Colombia ha sido la mejor noticia de paz en el planeta en mucho tiempo. Por eso, como laureados con el Premio Nobel de la Paz, nos comprometemos a apoyar la consolidación de esa paz, en beneficio de los colombianos, de la región latinoamericana y del mundo entero.

Recibimos, igualmente, con especial consideración “La Carta de Colombia: 10 Principios Para la Paz”, que el presidente Santos ha propuesto a esta Cumbre para su aval por sus colegas laureados y su difusión internacional.

Confiamos en que el ejemplo de Colombia inspire a los pueblos que enfrentan otros conflictos a persistir en sus esfuerzos por encontrar una paz justa y duradera.

En los últimos años, los desafíos al orden y la paz mundiales han sido crecientes, y representan un enorme reto para la comunidad internacional y las instituciones multilaterales. Nos preocupa profundamente la amenaza que representa para la cooperación global la nueva ola de populismo, nacionalismo excluyente y proteccionismo. Las amenazas que enfrenta la humanidad solo pueden encararse si continuamos cooperando a nivel global.

Las mayores amenazas existenciales de la humanidad, hoy por hoy, son el cambio climático y la degradación del medio ambiente, y la continuada existencia de más de 14,000 armas nucleares. La carrera armamentista, las continuas guerras, las dictaduras, el terrorismo –incluido el terrorismo de Estado–, en sus diversas facetas y denominaciones, han sembrado y siguen sembrando muerte y dolor en muchos países. Reconocemos que el terrorismo puede combatirse mejor si se garantizan la justicia social, las instituciones democráticas y el buen gobierno. La guerra en Siria y el drama de su población es una herida en la conciencia de la humanidad que no deja de sangrar. La crisis de los refugiados y de migración sigue en escalada. Las diversas olas migratorias que estamos viviendo en las últimas décadas requieren un esfuerzo de solidaridad humana sin precedentes y de planes estratégicos a largo plazo. Debemos estar en guardia para evitar la politización de la ayuda humanitaria. Expresamos nuestra extrema preocupación por los bombardeos sobre hospitales y escuelas. Otras crisis globales, como la pobreza endémica, la injusticia social, el trabajo infantil, la violencia urbana, la violencia sexual contra mujeres y niños, la trata de personas, el narcotráfico y los devastadores efectos de la guerra contra las drogas, siguen cobrando víctimas en varias regiones del mundo, e impiden el desarrollo sostenible. Ante estas amenazas y desafíos que enfrenta la paz, LLAMAMOS A LA ACCIÓN a la comunidad internacional –a los gobiernos, a la sociedad civil, a los jóvenes al sector privado– para:

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Where in the world can we find good leadership today?

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Implementar el Acuerdo de Paris Sobre Cambio Climático del año 2015, y avanzar en una estrategia global coherente que asegure en ellargo plazo la protección de nuestro precioso planeta;

Trabajar por el desarrollo incluyente y la paz sostenible, encarando las causas profundas de la pobreza y de la guerra, dando prioridad a la Agenda 2030 de las Naciones Unidas para el Desarrollo Sostenible y sus 17 Objetivos de Desarrollo Sostenible, e instando a la comunidad internacional para que asigne los recursos financieros necesarios para su implementación;

Renovar la visión de un mundo sin armas nucleares y apoyar la urgente negociación de un nuevo tratado para prohibirlas que conduzca a su completa eliminación;

Confirmar la necesidad de erradicar otras armas que afectan especialmente a la población civil, como las minas antipersonal y las municiones de racimo; así como prohibir de forma preventiva las armas completamente autónomas, y controlar la posesión y el uso de armas pequeñas;

Avanzar en el desarrollo e implementación de políticas coherentes e interrelacionadas que promuevan un desarrollo armónico y sostenible de nuestras sociedades que genere paz, prosperidad y bienestar para todos –particularmente para los niños marginalizados, los jóvenes y las mujeres–, enfatizando la importancia de reducir la desigualdad;

Obrar sobre la contundente evidencia de que nuestro mundo solo alcanzará mayores niveles de paz, prosperidad y desarrollo si los derechos de las mujeres, los niños y las minorías se plasman en los procesos de paz, en las políticas públicas, en las asignaciones presupuestales y en compromisos claros que conduzcan a un liderazgo más incluyente;

Impulsar políticas integradas e incluyentes que generen educación y empleo productivos y de calidad, que beneficien a los jóvenes, a las mujeres, a las víctimas y desplazados por la violencia, a los que se reintegran a la sociedad después de un proceso de paz, y a los discriminados por razones étnicas, racistas, religiosas, de genero, de discapacidad o de cualquier otra índole, de forma que se puedan incorporar a la fuerza laboral; hacemos un llamado a los Estados para que combatan el discurso del odio basado en cualquiera de estas motivaciones;

Hacer un llamado a todos los sectores para que avancen en acciones concertadas para terminar la trata de personas, la esclavitud moderna, la explotación sexual, el trabajo infantil y la violencia en todas sus formas contra mujeres y niños;

Adelantar acciones concertadas a nivel global, regional, nacional y local para combatir el narcotráfico, la narcopolítica y la corrupción, y acelerar el proceso de desarme civil, siempre dentro de parámetros de protección y garantía de los derechos humanos; no debemos permitir la criminalización de los defensores de derechos humanos y debemos oponernos resueltamente a nuevas formas de racismo, discriminación o xenofobia;

Promover campañas y desarrollo de programas en los que participen responsable y activamente la juventud, los maestros, la sociedad civil, las redes sociales y la tecnología para fortalecer una cultura de paz;

Urgir a los Estados para que incluyan políticas públicas que promuevan y fortalezcan la educación para la paz;

Liderar el desarrollo de una arquitectura de paz operacional completa, moderna y eficaz, incluyendo el mejoramiento de los medios para la resolución de conflictos y disputas internacionales, para la paz sostenible y para avanzar en una estrategia amplia, común e incluyente que ponga fin a la guerra y a la amenaza de la guerra;

Defender y revitalizar a la Organización de las Naciones Unidas, fortaleciendo la supremacía de la ley a nivel internacional y en los países miembros de la organización, y condenando imparcial y contundentemente las violaciones de los derechos humanos, las infracciones al Derecho Internacional Humanitario, la represión y la persecución de la oposición pacífica, y las masacres de civiles que se llevan a cabo con impunidad; llamamos a los Estados y a la comunidad internacional a asegurar la vigencia del Estado de derecho;

Invitamos a los Estados, los pueblos y las religiones del mundo a reconocer y a entender la interdependencia entre las personas, las comunidades y las naciones, dentro de un sentido de unidad, compasión y solidaridad. Solo así podremos transformar la Tierra –la casa común de la familia humana– en un mundo en paz.

Laureados confirmados para la Cumbre Mundial de Premios Nobel de Paz en Bogotá:

Lech Wałęsa
Óscar Arias Sánchez
Rigoberta Menchú Tum
José Ramos-Horta
Jody Williams
David Trimble
Shirin Ebadi
Mohamed El-Baradei
Leymah Gbowee
Tawakkul Karman
Kailash Satyarthi
Juan Manuel Santos

Haga clic aquí para ver la historia de la Cumbre Mundial de Premios Nobel de la Paz

Declaran 2017 Año de la Promoción de la Cultura de Paz en El Salvador

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Un artículo de Prensa Latina

La Asamblea Legislativa de El Salvador declaró hoy [12 enero] que este 2017 sea reconocido como Año de la Promoción de la Cultura de Paz.

La iniciativa fue presentada al parlamento por el Ejecutivo y respaldada por negociadores y firmantes de los Acuerdos de Paz, en el contexto del XXV Aniversario de los Acuerdos de Paz, firmados en 1992, México que pusieron fin a 12 años de conflicto armado.

Según la moción avalada, al transcurrir 25 años de la firma de los Acuerdos de Paz, es necesario retornar a su espíritu y hacer conciencia en las actuales y futuras generaciones de preservar la paz de manera firme y duradera.

La declaratoria tiene por objeto fomentar valores cívicos y éticos en la sociedad salvadoreña, para conducir a la promoción de la solidaridad en un marco de convivencia armónica y pacífica.

Asimismo, busca transmitir los valores de paz y no violencia a la población, entendiendo la paz no solo como ausencia de guerra, sino como como el resultado de una situación de igualdad, justicia y solidaridad y la erradicación de cualquier tipo de violencia, ya sea directa o estructural.

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ONU: La reunificación de Chipre puede ser para el mundo un símbolo de esperanza

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo de Centro de Noticias ONU

La reunificación de Chipre es algo que el pueblo de la isla merece y un posible símbolo de esperanza, afirmó António Guterres este jueves [12 de enero]. En declaraciones a la prensa en Ginebra, el Secretario General de la ONU afirmó que se han alcanzado “enormes progresos” en todos los temas polémicos que dividen a los turcos y a los grecochipriotas.

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El Secretario General António Guterres (centro) junto al líder turcochipriota, Mustafa Akinci (izquierda), y el líder grecochipriota, Nicos Anastasiades, informan a la prensa en el Palais des Nations de Ginebra. Foto: ONU / Violaine Martin

La ONU facilita en la ciudad suiza una conferencia internacional con la participación de los dirigentes grecochipriota y turcochipriota, junto con representantes de Grecia, Turquía, el Reino Unido y la Unión Europea.

En su primer viaje internacional en el cargo, António Guterres asistió a la inauguración del evento sobre la reunificación de la isla del Mediterráneo, para ofrecer su apoyo a la perspectiva de un Chipre unido, dirigido por un gobierno federal, tras más de 40 años de división.

Al encuentro asisten el líder grecochipriota Nicos Anastasiades y su homólogo turcochipriota Mustafa Akinci.

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Can the UN help move the world toward a culture of peace?

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El nuevo titular de la ONU recordó que era la primera vez, que los representantes de la isla discutían directamente sobre seguridad y garantías, aunque llamó a la cautela.

“No pueden esperarse milagros y soluciones inmediatas. No estamos buscando una solución rápida, estamos buscando una solución sólida y sostenible para la República de Chipre y para sus comunidades”, apuntó.

Guterres añadió que el acuerdo sobre la reunificación sería un símbolo de esperanza para la comunidad internacional, pero pidió paciencia y cautela, explicando que el acuerdo tenía que abordar las preocupaciones de seguridad de ambas comunidades en la islaque deben expresarse sobre el tema en un referendo.

“No olvidemos una cosa. Este no será un acuerdo decidido entre los líderes. Este será un acuerdoque será ratificado por el pueblo a través de un referendo Y si tomamos en cuenta lo que ha ocurrido en el mundo esas consultas no son un reto fácil. Por lo que, o tenemos una solución clara y sólida con el apoyo pleno de las partes y aceptadas por las comunidades, o de lo contrario, no se alcanzará lo que buscamos “, dijo.